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Centro Judiciário de Rondonópolis promove Círculo de Construção de Paz no Mês das Mulheres

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O Fórum da Comarca de Rondonópolis recebeu, nesta quarta-feira (11 de março), mais de um momento de reflexão e fortalecimento de vínculos entre as servidoras da unidade no âmbito do Programa Servidores da Paz. Em comemoração ao Mês das Mulheres, o Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) promoveu um Círculo de Construção de Paz reunindo profissionais de diferentes setores da unidade judiciária.

A iniciativa promovida pelo Cejusc local priorizou o acolhimento e a integração institucional por meio da Justiça Restaurativa. A ação integra o programa estratégico do Poder Judiciário que utiliza metodologias de diálogo para promover a saúde organizacional e a cultura da não violência dentro do ambiente de trabalho.

Durante o encontro, as participantes puderam compartilhar trajetórias e perspectivas em um ambiente de segurança e horizontalidade, característico das práticas restaurativas.

Para o juiz coordenador do Cejusc de Rondonópolis, Wanderlei José dos Reis, o evento cumpriu seu papel de humanização e reafirmou as diretrizes da unidade.

“O Círculo de Construção de Paz não serve apenas para uma celebração datada, mas uma ferramenta de gestão de pessoas que valoriza a escuta ativa. Seguiremos promovendo ações desse naipe que estimulam a cultura do diálogo e da conciliação, fortalecendo o compromisso do Poder Judiciário com a pacificação social dentro e fora da ambiência institucional”, afirmou o magistrado.

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A metodologia aplicada permitiu que temas como equilíbrio entre vida pessoal e profissional e o papel da mulher no Judiciário fossem abordados de forma colaborativa. As servidoras presentes comentaram que o Círculo de Construção de Paz é fundamental e merece ser aplicado constantemente, tornando o ambiente mais orgânico e acolhedor.

A servidora da 2ª Vara de Família da Comarca disse que o círculo de construção de paz permitiu reflexões sobre a trajetória na carreira. “Foi maravilhoso participar do Círculo de Paz, compartilhar um pouco de mim e ouvir outras mulheres, cada uma com uma bagagem e perspectivas diferentes. Estar inserida nesse movimento que cuida um pouco da nossa saúde mental e me faz refletir a respeito da minha trajetória e do que almejo para o futuro, é muito importante. Recomendo a todos que tiverem oportunidade, que participem”.

“Foi algo muito especial”, contou a estagiária Maria Clara Fernandes Gomes. “Amei a experiência de participar do Círculo de Paz. Ser tão jovem e poder compartilhar esse momento com mulheres experientes, cheias de história e vivências, foi algo muito especial. Além de me sentir acolhida como mulher, o encontro me fez refletir sobre mim mesma, sobre quem sou e sobre quem estou me tornando.”

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Nas palavras do juiz Wanderlei Reis, promover momentos como esse é uma das metas da unidade. “Rondonópolis reafirma, com mais esta ação, sua posição como referência na aplicação de métodos autocompositivos. Queremos que o Programa Servidores da Paz continue a transformar o clima institucional e fortalecer a rede de apoio entre os nossos colaboradores”, finalizou o magistrado coordenador do Cejusc de Rondonópolis.

Autor: Assessoria

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Entenda a sua audiência: Saiba como funciona um Tribunal do Júri

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Está no ar mais uma edição da série “Entenda a sua audiência”, iniciativa do Poder Judiciário de Mato Grosso, por meio do Laboratório de Inovação – InovaJusMT e da Coordenadoria de Comunicação, que busca aproximar a Justiça da sociedade com a disponibilização de vídeos que explicam o funcionamento dos diversos tipos de audiência judicial. Neste episódio, o tema é “Tribunal do Júri”, que já pode ser conferido no canal do TJMT no Youtube.
A iniciativa utiliza linguagem simples e inteligência artificial para produzir vídeos e cartilhas informativas de fácil compreensão, com o objetivo de disseminar conhecimento sobre os direitos dos cidadãos relativos ao acesso à Justiça, facilitando a experiência da pessoa que vivencia a situação de participar de uma audiência.
Vale destacar que a série Entenda a sua Audiência é uma das duas produções do TJMT finalistas no Prêmio Nacional de Comunicação e Justiça 2026, promovido pelo Fórum Nacional de Comunicação e Justiça (FNCJ), na categoria “Iniciativa de IA”. A premiação reconhece iniciativas de todo o país que fortalecem a comunicação pública, valorizam a transparência institucional e aproximam o Sistema de Justiça da sociedade.
Episódio “Tribunal do Júri”
Neste vídeo, você fica sabendo cada detalhe do funcionamento do Tribunal do Júri, um tipo de julgamento em que a decisão fica nas mãos da sociedade, representada pelos jurados, que são cidadãos comuns, de reputação ilibada.
Previsto na Constituição Federal de 1988, o Tribunal do Júri julga crimes dolosos contra a vida, ou seja, quando a pessoa tem a intenção de matar ou assume o risco de causar a morte, como são os casos de homicídio doloso, feminicídio, vicaricídio, induzimento, instigação ou auxílio ao suicídio, infanticídio, aborto criminoso. A tentativa desses tipos de crimes também pode ser julgada pelo Tribunal do Júri, bem como os crimes conexos.
O vídeo também explica quem são as pessoas que participam do Tribunal do Júri, como o juiz ou juíza, que conduz a sessão de julgamento e fixa a pena, se houver condenação; o (a) promotor (a) de justiça, que representa o Ministério Público e apresenta a acusação; a assistente de acusação, que pode representar a família da vítima, quando houver; o advogado, que faz a defesa do réu ou da ré; o réu ou a ré, que é a pessoa acusada de cometer o crime; as testemunhas, que contam ao júri o que viram, ouviram ou sabem sobre o caso. Por fim, os (as) sete jurados são cidadãos comuns convocados para participar do julgamento.
Até mesmo o roteiro de uma sessão do Tribunal do Júri é explicado no vídeo, desde a convocação de 25 jurados (as), dos quais sete são sorteados para atuarem no julgamento até o proferimento da sentença.
Os direitos e deveres dos jurados também são abordados, como a obrigatoriedade de comparecimento e a garantia da folga no trabalho nos dias de participação na sessão do Tribunal do Júri. O voto dos jurados é secreto e sua imagem deve ser preservada, ou seja, nomes e imagens não podem ser divulgados ao público.

Autor: Celly Silva

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Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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