Tribunal de Justiça de MT
Com emoção e reconhecimento, desembargadora Maria Erotides recebe Ordem do Mérito de MT
Publicado em
28 de maio de 2026por
Da Redação
A cerimônia de outorga da Ordem do Mérito Mato Grosso, no grau de Grã-Cruz, à desembargadora Maria Erotides Kneip foi marcada por emoção, aplausos demorados e discursos que ultrapassaram os protocolos formais para revelar afeto, admiração e gratidão. No Palácio Paiaguás, autoridades dos três poderes, familiares, magistrados, integrantes do sistema de Justiça e amigos acompanharam uma homenagem que reconheceu não apenas a trajetória jurídica da magistrada, mas sobretudo sua atuação na defesa das mulheres e da dignidade humana.
A honraria, concedida pelo Governo do Estado com fundamento no Decreto nº 1.961, de 19 de março de 2026, reconhece o “excepcional mérito pessoal” da desembargadora e sua atuação histórica no enfrentamento à violência doméstica e familiar em Mato Grosso e no Brasil.
Ao discursar, Maria Erotides falou com serenidade, emoção e firmeza. Em diversos momentos, relembrou a própria trajetória na magistratura, agradeceu às pessoas que caminharam ao seu lado e destacou que a homenagem não pertence apenas a ela.
“Eu não recebo essa homenagem como uma distinção individual. Eu a recebo como um gesto de reconhecimento a uma caminhada inteira construída por muitas mãos, com muitas vozes, por muitos encontros e sobretudo por uma fé permanente em Deus, em Cristo Jesus, em Maria Santíssima e na Justiça”, afirmou.
A desembargadora também refletiu sobre a aposentadoria compulsória aos 75 anos e disse que o encerramento do ciclo formal na magistratura não representa o fim de sua missão. “A aposentadoria encerra um ciclo formal na magistratura, mas não encerra uma vocação. Não encerra o compromisso, não encerra a responsabilidade de quem dedicou a vida ao servir”, declarou.
Ao recordar a própria trajetória, Maria Erotides afirmou que aprendeu, ao longo dos anos, que julgar vai muito além da aplicação fria da lei. “Julgar é escutar, é compreender a dor humana sem perder a firmeza da razão. É saber que por detrás de cada processo há uma história, uma família, um medo, uma esperança”, disse.
Em um dos momentos emotivamente mais fortes da solenidade, a magistrada voltou sua fala para a defesa das mulheres vítimas de violência, causa que marcou sua atuação dentro e fora do Judiciário. “A violência contra a mulher não é um problema privado. Não é um desentendimento doméstico. É violação de direitos humanos”, ressaltou.
Ela lembrou a criação e fortalecimento das redes de enfrentamento à violência doméstica em Mato Grosso, destacando o esforço conjunto entre Judiciário, Executivo, Ministério Público, Defensoria, forças de segurança, universidades e municípios.
“Quando falamos em rede, não falamos de uma palavra bonita. Falamos de uma estrutura de proteção. Falamos de vidas que podem ser preservadas”, afirmou.
Já ao fim do discurso, profundamente emocionada, Maria Erotides resumiu o sentimento diante da homenagem. “Eu recebo como se fosse mesmo um abraço por toda a minha carreira, por toda a minha vida. E eu agradeço muito, muito, muito. Eu ainda preciso trabalhar mais para ser merecedora de tamanha homenagem.”
Emoção toma conta da cerimônia
O momento mais marcante da solenidade aconteceu durante o discurso do presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador José Zuquim. Visivelmente emocionado e com a voz embargada em diversos trechos, ele não conseguiu conter as lágrimas ao falar sobre a colega de magistratura.
Zuquim destacou que a trajetória de Maria Erotides ultrapassou os limites institucionais do Judiciário e se transformou em referência nacional na defesa dos direitos das mulheres.
“Há homenagens que reconhecem cargos. Esta reconhece uma história. Uma história que honra o Poder Judiciário, dignifica Mato Grosso e nos recorda que a Justiça só cumpre plenamente sua missão quando se aproxima da dor concreta das pessoas”, afirmou.
O desembargador também ressaltou a sensibilidade e a coragem da magistrada ao longo da carreira.
“Essa causa exige firmeza, sensibilidade e presença institucional. Exige que a Justiça saiba ouvir antes que seja tarde, agir quando necessário e proteger quando a vida se encontra ameaçada.”
Em meio à emoção, Zuquim encerrou a homenagem sob aplausos e visivelmente comovido pela despedida da colega às vésperas da aposentadoria compulsória. “A senhora representa o amor ao próximo”.
O governador Otaviano Pivetta também fez um discurso marcado pela emoção e pelas lembranças pessoais sobre a convivência com a magistrada. Ele contou que, antes de conhecê-la pessoalmente, tinha a imagem de uma mulher firme e rigorosa, mas que mudou completamente de percepção ao encontrá-la pela primeira vez, durante o período em que Maria Erotides atuava como corregedora-geral da Justiça.
“Eu vi no primeiro olhar o lado humano. E se tivesse que mostrar um rosto que representa a generosidade, eu mostraria aquele rosto”, declarou.
Pivetta definiu a desembargadora como alguém movida pelo amor ao próximo. “A senhora representa uma mulher que exala, irradia amor ao próximo. Nunca perdeu a ternura, apesar de ter sido justa e cumpridora da sua missão”.
O governador também afirmou que Maria Erotides se tornou inspiração para o Estado. “A senhora fez a Justiça que o povo quer. A senhora é uma juíza modelo para todo mundo se espelhar e se inspirar”.
Ao final, lembrou a emoção de José Zuquim durante a cerimônia. “Não é à toa que meu amigo José Zuquim soltou as lágrimas. Não é por acaso”, afirmou.
Legado inspira novas gerações
A desembargadora Gabriela Knaul Albuquerque também prestou homenagem à colega e relembrou o período em que ainda era estudante de Direito e viu Maria Erotides atuar de forma firme e corajosa mesmo diante de ameaças.
“Eu entrei na sala e vi uma juíza de uma energia muito forte, escoltada porque estava sob ameaça justamente pela defesa dos direitos das mulheres”, recordou.
Segundo Gabriela, a atuação de Maria Erotides inspirou gerações de magistradas. “Ela transferia coragem. Representava a mulher magistrada em tantos fóruns e espaços. Essa voz fala forte até hoje”.
A presidente da Associação Mato-grossense de Magistrados (Amam), juíza Jaqueline Cherulli, também destacou o olhar humano da desembargadora e a capacidade de acolher sem perder a imparcialidade. “Ela sabia julgar, mas também sabia acolher a vítima na medida exata, respeitando a dignidade das pessoas”.
Trajetória construída na defesa das mulheres
Natural de Juiz de Fora (MG), Maria Erotides Kneip nasceu em 4 de junho de 1951 e formou-se em Direito pela Universidade Federal de Juiz de Fora em 1973. Atuou na advocacia em Mato Grosso do Sul e Mato Grosso até ingressar na magistratura mato-grossense, em 1985.
Ao longo da carreira, passou pelas comarcas de Alto Garças, Rosário Oeste, Várzea Grande e Rondonópolis. Em 2011, foi promovida ao cargo de desembargadora do Tribunal de Justiça de Mato Grosso.
Reconhecida nacionalmente pela atuação no enfrentamento à violência doméstica, foi idealizadora do Colégio de Coordenadores da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar do Poder Judiciário Brasileiro (Cocevid) e coordenou a Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (Cemulher).
Entre as iniciativas lideradas pela magistrada estão a implantação de mais de 120 redes municipais de enfrentamento à violência contra a mulher em Mato Grosso, além da capacitação de milhares de profissionais e da criação de projetos educacionais voltados à conscientização sobre igualdade de gênero e proteção às mulheres.
Entre os presentes na solenidade estavam o juiz auxiliar da Presidência do TJMT, Tulio Duailibi, o juiz Marcos Terêncio, a procuradora do Estado Gláucia Amaral, a senadora Margareth Buzetti, a procuradora de Justiça Elizamara Portela, o deputado estadual Carlos Avalone e a delegada Mariell Antonini.
Autor: Flávia Borges
Fotografo: Lucas Figueiredo
Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT
Email: [email protected]
Tribunal de Justiça de MT
TJMT e TVCA promovem fórum “Destinos Roubados: a epidemia do feminicídio”
Published
13 horas agoon
29 de maio de 2026By
Da Redação
O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), em parceria com a TV Centro América (TVCA), realizou nesta sexta-feira (29), em Cuiabá, o fórum “Destinos Roubados: A Epidemia do Feminicídio”. O evento ocorreu no auditório da emissora e reuniu representantes do sistema de Justiça, forças de segurança, instituições públicas e especialistas para discutir ações de enfrentamento à violência contra a mulher em Mato Grosso.
O encontro integrou o encerramento do projeto jornalístico especial “Destinos Roubados: A Epidemia do Feminicídio”, série documental composta por cinco reportagens sobre violência doméstica, feminicídio e os impactos sociais provocados por esse tipo de crime. O trabalho foi dirigido pela jornalista Ariane Locatelli.
Representando o TJMT no fórum, participaram dos debates os magistrados da 2ª Vara Especializada de Família e Sucessões de Cuiabá, juiz titular Marcos Agostinho Terêncio e a juíza Ana Graziela Vaz de Campos Alves Corrêa.
Rede de enfrentamento e prevenção
Durante o encontro, foram discutidos os principais desafios da rede de enfrentamento à violência doméstica, o acolhimento às vítimas, medidas de prevenção, atendimento aos órfãos do feminicídio e a integração entre as instituições.
A juíza Ana Graziela Vaz de Campos Alves Corrêa destacou que o fórum reuniu toda a rede de enfrentamento para refletir e, ao final, elaborar uma carta de compromissos com o objetivo de modificar a realidade da violência contra a mulher no estado.
Para ela, o fortalecimento das redes é fundamental para ampliar a proteção às vítimas. “Sozinho ninguém consegue resolver o problema da violência doméstica. Hoje, dos 142 municípios de Mato Grosso, 123 já possuem redes de enfrentamento instaladas. Esse é um espaço para fortalecer vínculos, promover maior engajamento e qualificar o atendimento prestado às mulheres”, ressaltou.
A magistrada também enfatizou a importância de ações preventivas e do trabalho voltado aos autores de violência doméstica. “Não adianta tratar apenas das mulheres. É preciso trabalhar também com o autor da violência. O homem que participa dos grupos reflexivos dificilmente volta a delinquir”, explicou.
Ana Graziela destacou ainda iniciativas desenvolvidas pelo Poder Judiciário e parceiros, como o projeto “A Escola Ensina, a Mulher Agradece”, palestras sobre a Lei Maria da Penha nas escolas e capacitações realizadas com professores da rede pública. “Precisamos trabalhar desde cedo com as crianças e adolescentes para construir relações pautadas no respeito e impedir que novos casos de violência cheguem ao sistema”, concluiu.
Responsabilização e conscientização
O juiz Marcos Terêncio destacou que o enfrentamento à violência doméstica passa pela responsabilização dos agressores, mas também por ações de conscientização e transformação de comportamento.
O debate conduzido por ele no fórum abordou “a responsabilidade penal dos agressores, tanto pela punição propriamente dita, quanto pelos sistemas de autorresponsabilização”. Ele citou os Grupos Reflexivos para homens, desenvolvidos pelo Judiciário.
“A intenção é diminuir a reincidência, demonstrando, de um lado, que a punição é certa e célere e, de outro, fazer com que esses homens reflitam sobre a violência, o machismo enraizado e os impactos causados às vítimas e às próprias famílias”, afirmou.
O magistrado também ressaltou a importância da abordagem adotada durante a série exibida pela emissora. “As narrativas são dramáticas, mas não sensacionalistas. O protagonismo é da mulher. O agressor não deve ser o protagonista da história, mas precisa reconhecer o seu papel e compreender o que a violência causa para todos ao seu redor”, completou.
Parceria institucional
Para o diretor de Conteúdo da TVCA, Marcello Rosa, o enfrentamento à violência contra a mulher exige mobilização permanente da sociedade e atuação conjunta das instituições.
De acordo com ele, a parceria com o TJMT fortalece o debate e amplia a capacidade de mobilização social. “A Justiça é fundamental nesse processo. A melhor parceria possível é ter o TJ encabeçando a organização desse evento e trazendo outros players para essa discussão. É assim que vamos transformando a sociedade, mudando pensamentos e garantindo mais segurança para as mulheres, principalmente por meio da educação”, destacou.
Do luto à luta
Alenir Gomes da Silva, mãe de uma vítima de feminicídio, participou da série documental. Aline tinha 20 anos e um filho de quatro anos quando foi morta pelo marido, em 2020.
“Ela tentava sair da relação, mas não conseguia. Muitas coisas ela não contava porque tinha medo dele. Eu tentei registrar boletim de ocorrência, mas naquela época diziam que quem precisava denunciar era a vítima”, relembrou.
Ao defender a importância de dar visibilidade aos casos de violência doméstica, Alenir explicou que decidiu participar da série para conscientizar outras mulheres e famílias. “Enquanto eu continuar falando, divulgando, alguém vai cair na real e perceber os sinais. É importante que ninguém esqueça.”
Ela também ressaltou a necessidade de investir em educação e prevenção desde a infância. “Tem que começar cedo, na escola, conscientizando meninos e meninas sobre respeito e sobre como a violência começa”, disse.
Carta de Compromisso Institucional
Ao final do fórum, as instituições participantes construíram uma Carta de Compromisso Institucional com propostas voltadas ao fortalecimento das políticas públicas de prevenção e combate ao feminicídio no estado, que somente neste ano já registrou 18 feminicídios, deixando órfãs 22 crianças e adolescentes, além de 79 tentativas de feminicídio.
Série disponível no Globoplay
Os episódios da série “Destinos Roubados: A Epidemia do Feminicídio” estão disponíveis no aplicativo Globoplay, com as edições exibidas entre os dias 25 e 29 de maio no telejornal Bom Dia MT.
Autor: Marcia Marafon
Fotografo: Alair Ribeiro
Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT
Email: [email protected]
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