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Comarca de Alta Floresta completa 40 anos levando Justiça a milhares de cidadãos

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A Comarca de Alta Floresta completa 40 anos neste domingo (14 de dezembro), consolidando-se como referência na prestação jurisdicional no norte de Mato Grosso, com atuação voltada ao acesso à Justiça, à pacificação social e ao atendimento direto às demandas da população dos municípios de Alta Floresta e Carlinda.

Criada pela Lei nº 4.716, de 5 de julho de 1984, a comarca foi instalada em 14 de dezembro de 1985 e, ao longo de quatro décadas, acompanhou o crescimento da região, ampliando sua estrutura e fortalecendo a presença do Poder Judiciário na vida da comunidade. Atualmente, a unidade conta com 61 servidores(as) e cinco magistrados(as) em exercício, de um total de seis cargos, sendo um deles recentemente removido.

A estrutura da Comarca de Alta Floresta é composta por seis unidades jurisdicionais: uma Vara Criminal, quatro Varas Cíveis, o Juizado Especial e o Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), que atuam de forma integrada para dar celeridade aos processos, estimular a conciliação e garantir respostas efetivas à sociedade.

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Além da atividade jurisdicional, a comarca se destaca pelo desenvolvimento de projetos e ações voltados tanto ao público interno quanto externo, reforçando o compromisso do Judiciário com temas sociais relevantes. Um exemplo é a atuação da Comissão de Assuntos Fundiários de âmbito municipal, que debate e encaminha soluções para a regularização fundiária de comunidades como Getsemani e Chácara Santa Rosa, além de buscar a aplicação do Programa Regularizar para a titulação de áreas urbanas consolidadas, como o Parque dos Oitis.

Outro destaque é o engajamento em campanhas de interesse público, como a adesão à 9ª Campanha Nacional de Prevenção do Câncer de Cabeça e Pescoço – Julho Verde 2025. Na ocasião, a Comarca de Alta Floresta abriu as portas do Fórum para ações de conscientização, promoveu palestras com profissionais da saúde e iluminou a fachada do prédio com a cor verde, reafirmando que a Justiça também atua na promoção da cidadania, da informação e da prevenção.


Autor: Adellisses Magalhães

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Novo modelo de vitaliciamento amplia papel de preceptores na formação de juízes substitutos

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Os magistrados preceptores terão papel central e mais estruturado no processo de vitaliciamento dos juízes substitutos em Mato Grosso, conforme nova sistemática adotada no Poder Judiciário estadual. A medida reforça o acompanhamento contínuo e individualizado dos novos magistrados e magistradas desde o ingresso na carreira, com foco no aprimoramento técnico, ético e institucional ao longo do estágio probatório.

O novo modelo, alinhado às diretrizes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), estabelece que o processo de vitaliciamento tenha início já na posse do magistrado. Os preceptores passam a atuar de forma direta na orientação e avaliação dos juízes substitutos, contribuindo para a formação prática e para a consolidação de competências essenciais ao exercício da jurisdição.

Para dar suporte técnico ao procedimento, a Corregedoria-Geral da Justiça instituiu a Comissão Permanente de Vitaliciamento, responsável por consolidar avaliações, propor diretrizes e auxiliar no monitoramento das atividades de formação.

Link decisão do corregedor


A medida foi formalizada por decisão do corregedor-geral da Justiça de Mato Grosso, desembargador José Luiz Leite Lindote, assinada em 22 de junho, em conformidade com a Resolução n. 654/2025 do Conselho Nacional de Justiça, que disciplina o tema em âmbito nacional, mantendo a condução e a decisão final sobre o processo à Corregedoria.

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LinkResolução 654


Como será na prática

O acompanhamento será feito com base em critérios objetivos e abrangentes, que vão além do domínio jurídico. Entre os aspectos avaliados estão a produtividade, a qualidade da prestação jurisdicional, a conduta funcional e ética, a assiduidade, a pontualidade, a capacidade de comunicação, liderança e cooperação, além da responsabilidade digital e participação em atividades formativas.

O modelo também prevê a elaboração de relatórios periódicos e avaliações sistematizadas, conferindo maior transparência, uniformidade e segurança ao processo de vitaliciamento. Esse acompanhamento contínuo permitirá uma análise mais completa e qualificada do desempenho dos magistrados ao longo dos dois primeiros anos de exercício.

Com essa atuação próxima, os magistrados preceptores assumem função estratégica na formação da magistratura, em articulação com a Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT). A proposta é integrar teoria e prática, garantindo que os novos juízes estejam preparados para enfrentar os desafios de uma sociedade cada vez mais complexa e digital.


Outras informações podem ser obtidas pelo e-mail [email protected] ou pelos telefones (65) 3617-3844 / 99943-1576.

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Autor: Lígia Saito

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da Esmagis – MT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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