Tribunal de Justiça de MT

Comarca de Alta Floresta realiza primeira formação de facilitadores de círculos de paz

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O Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) da Comarca de Alta Floresta promoveu a formação de facilitadores de círculos de paz entre os dias 21 e 25 de novembro.
 
Esta foi a primeira formação realizada pela comarca, que contou com a participação de 18 pessoas, sendo profissionais da área de educação do município e de cidades vizinhas, como Carlinda, Paranaíta e Nova Bandeirantes.
 
De acordo com a juíza coordenadora do Cejusc, Janaina Rebucci Dezanetti, a troca de ideias foi muito produtiva e proveitosa entre os participantes.
 
“Foi muito bom, tivemos o encerramento hoje, todos muito animados para colocar essa ferramenta em prática, trazer a construção de soluções pacíficas, ampliar diálogo, tolerância, escuta ativa. É uma importante ferramenta da Justiça Restaurativa, desse caminho de construção de paz e soluções adequadas”, expressou a magistrada.
 
O foco inicial dos círculos de paz em Alta Floresta será dado para o ambiente escolar, mas também será trabalhado com pessoas do Centro de Referência da Assistência Social (CRAS), do Fórum e das forças de segurança. “As perspectivas são muito boas”, completa a juíza Janaina.
 
Após a formação teórica feita pelo grupo, terá início na sequência a realização de um estágio formado por três círculos de paz por dupla e um círculo supervisionado.
 
Tivemos a introdução ao tema por meio do Nugjur, apresentação, estamos iniciando esse caminho em Alta Floresta e com ótimas perspectivas de aplicar aqui e na região.
 
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual.
Descrição de imagem: foto horizontal colorida da turma de participantes da formação. Doze pessoas estão em pé e oito pessoas estão agachadas, em frente a um círculo de paz disposto no chão com objetos coloridos.
 
Mylena Petrucelli
Coordenadoria de Comunicação da Presidência TJMT

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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Tribunal de Justiça de MT

Entenda a sua audiência: Saiba como funciona um Tribunal do Júri

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Está no ar mais uma edição da série “Entenda a sua audiência”, iniciativa do Poder Judiciário de Mato Grosso, por meio do Laboratório de Inovação – InovaJusMT e da Coordenadoria de Comunicação, que busca aproximar a Justiça da sociedade com a disponibilização de vídeos que explicam o funcionamento dos diversos tipos de audiência judicial. Neste episódio, o tema é “Tribunal do Júri”, que já pode ser conferido no canal do TJMT no Youtube.
A iniciativa utiliza linguagem simples e inteligência artificial para produzir vídeos e cartilhas informativas de fácil compreensão, com o objetivo de disseminar conhecimento sobre os direitos dos cidadãos relativos ao acesso à Justiça, facilitando a experiência da pessoa que vivencia a situação de participar de uma audiência.
Vale destacar que a série Entenda a sua Audiência é uma das duas produções do TJMT finalistas no Prêmio Nacional de Comunicação e Justiça 2026, promovido pelo Fórum Nacional de Comunicação e Justiça (FNCJ), na categoria “Iniciativa de IA”. A premiação reconhece iniciativas de todo o país que fortalecem a comunicação pública, valorizam a transparência institucional e aproximam o Sistema de Justiça da sociedade.
Episódio “Tribunal do Júri”
Neste vídeo, você fica sabendo cada detalhe do funcionamento do Tribunal do Júri, um tipo de julgamento em que a decisão fica nas mãos da sociedade, representada pelos jurados, que são cidadãos comuns, de reputação ilibada.
Previsto na Constituição Federal de 1988, o Tribunal do Júri julga crimes dolosos contra a vida, ou seja, quando a pessoa tem a intenção de matar ou assume o risco de causar a morte, como são os casos de homicídio doloso, feminicídio, vicaricídio, induzimento, instigação ou auxílio ao suicídio, infanticídio, aborto criminoso. A tentativa desses tipos de crimes também pode ser julgada pelo Tribunal do Júri, bem como os crimes conexos.
O vídeo também explica quem são as pessoas que participam do Tribunal do Júri, como o juiz ou juíza, que conduz a sessão de julgamento e fixa a pena, se houver condenação; o (a) promotor (a) de justiça, que representa o Ministério Público e apresenta a acusação; a assistente de acusação, que pode representar a família da vítima, quando houver; o advogado, que faz a defesa do réu ou da ré; o réu ou a ré, que é a pessoa acusada de cometer o crime; as testemunhas, que contam ao júri o que viram, ouviram ou sabem sobre o caso. Por fim, os (as) sete jurados são cidadãos comuns convocados para participar do julgamento.
Até mesmo o roteiro de uma sessão do Tribunal do Júri é explicado no vídeo, desde a convocação de 25 jurados (as), dos quais sete são sorteados para atuarem no julgamento até o proferimento da sentença.
Os direitos e deveres dos jurados também são abordados, como a obrigatoriedade de comparecimento e a garantia da folga no trabalho nos dias de participação na sessão do Tribunal do Júri. O voto dos jurados é secreto e sua imagem deve ser preservada, ou seja, nomes e imagens não podem ser divulgados ao público.

Autor: Celly Silva

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Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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