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Corregedoria realiza correições em quatro comarcas do interior de Mato Grosso

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Lucas do Rio Verde, Tapurah, Cláudia e Nova Ubiratã serão as próximas Comarcas a serem correcionadas pela Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ-MT). Entre os dias 13 a 17 de abril, as unidades judiciárias passarão por inspeções presenciais e remotas para avaliar o funcionamento dos serviços e orientar equipes locais.
Os trabalhos, que são regulamentados pela Portaria n. 34/2026-GAB-CGJ, serão coordenados pelos juízes auxiliares da CGJ, Jorge Alexandre Martins Ferreira e João Filho de Almeida Portela, responsáveis pela condução e acompanhamento das atividades nas unidades judiciais.
Em Lucas do Rio Verde, as atividades estarão sob a coordenação de ambos os magistrados. Já em Tapurah, o trabalho será conduzido pelo juiz auxiliar Jorge Alexandre Martins Ferreira. E nas comarcas de Cláudia e de Nova Ubiratã, a coordenação ficará a cargo do juiz auxiliar, João Filho de Almeida Portela.
Durante a correição, serão analisados processos físicos e eletrônicos, atos judiciais, expedientes, sistemas e a estrutura de atendimento ao público, além da verificação das atividades dos Centros Judiciários de Solução de Conflitos e Cidadania (CEJUSC), onde houver unidades instaladas.
O objetivo é verificar a regularidade dos serviços forenses, avaliar o desempenho das atividades desenvolvidas nas unidades judiciais e promover orientações para o aprimoramento dos trabalhos.
De acordo com o juiz auxiliar Jorge Alexandre Martins Ferreira, responsável pela coordenação geral dos trabalhos, a meta é inspecionar 100% das unidades judiciárias do Estado até o primeiro semestre de 2026. “Faltam oito comarcas para que a gente atinja esse objetivo. Sempre com o intuito de melhorar a prestação jurisdicional”, afirma.
Não haverá suspensão de prazos ou audiências durante os trabalhos. As equipes técnicas da Corregedoria vão atuar de forma presencial e remota, com apoio de servidores convocados especialmente para a ação.
Qualquer interessado poderá apresentar sugestões, críticas, reclamações ou elogios diretamente aos juízes auxiliares responsáveis pelos trabalhos nas comarcas correcionadas.

Autor: Larissa Klein

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Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Programa Magistratura e Sociedade discute relações de poder no Judiciário com filósofo Silvio Gallo

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Cartaz digital com a foto de um homem calvo e de óculos em um círculo. Traz o texto Já está no ar a 36ª edição do programa Magistratura e Sociedade, trazendo uma reflexão profunda sobre o papel do poder nas relações sociais, educacionais e no âmbito do Judiciário. O episódio apresenta entrevista com o filósofo e pedagogista brasileiro Silvio Donizetti de Oliveira Gallo, referência na área de Filosofia da Educação e autor de estudos fundamentais sobre pedagogia libertária no Brasil.

A conversa é conduzida pelo juiz de Direito e professor de Filosofia da Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT), Gonçalo Antunes de Barros Neto, e tem como tema “Jurisdição, Sociedade e Formação Filosófica”.

Durante a entrevista, Gallo propõe uma leitura crítica inspirada no pensamento do filósofo francês Michel Foucault, destacando que todas as relações humanas são atravessadas por relações de poder — desde os vínculos econômicos e afetivos até o exercício da docência e da jurisdição. Segundo ele, reconhecer essa dinâmica é essencial para compreender o papel dos diferentes atores envolvidos, especialmente no sistema de Justiça.

“O magistrado, ao proferir sua decisão, também exerce um poder”, explica o filósofo, ressaltando que os processos judiciais são permeados por múltiplas forças e interesses em disputa. Gallo chama atenção para a necessidade de uma postura crítica diante do poder. “Precisamos sempre desconfiar do poder, porque nenhum poder é legítimo por natureza.”

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No programa, o entrevistado destaca ainda que essa reflexão é particularmente relevante no Poder Judiciário, cuja legitimidade não se funda no voto popular, reforçando a importância de uma atuação consciente, ética e sensível às complexidades sociais. Ao longo do programa, outros aspectos relacionados à formação filosófica, ao papel da educação e à atuação crítica dos profissionais do Direito também são abordados.

Produzido pela Esmagis-MT, com apoio da Coordenadoria de Comunicação do Tribunal de Justiça, o programa Magistratura e Sociedade busca fortalecer a formação humanística da magistratura, incentivando a reflexão crítica sobre o papel social da Justiça e promovendo uma prática jurisdicional mais ética, equilibrada e humanizada.

O programa completo pode ser assistido neste link.

https://www.youtube.com/watch?v=xigv9xQGeEo

Outras informações podem ser obtidas pelo e-mail [email protected] ou pelos telefones (65) 3617-3844 / 99943-1576.

Autor: Lígia Saito

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da Esmagis – MT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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