Tribunal de Justiça de MT

Curso de Formação: novos juízes conhecem estrutura da Comunicação do Poder Judiciário

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Nesta terça-feira (17 de outubro), os 25 juízes e juízas substitutos (as) que participam do Curso Oficial de Formação Inicial (COFI), da Escola Superior da Magistratura, conheceram toda a estrutura de Comunicação do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), que foi apresentada pelo coordenador de Comunicação, Ranniery Queiroz e pelas assessoras de comunicação da Corregedoria-Geral da Justiça (CGJ) e da Esmagis-MT, respectivamente, Alcione dos Anjos e Keila Maressa.
 
Eles demonstraram aos magistrados todos os produtos elaborados pela Coordenadoria de Comunicação, como portal, TV.JUS, Estação TJ, campanhas, comunicação interna, redes sociais (Facebook, Instagram, Twitter, Flickr, YouTube, WhatsApp, Spotify e Tiktok), além do relacionamento com a mídia, e ressaltaram a importância de utilizar todas essas ferramentas de forma a evidenciar para a sociedade o trabalho que é entregue aos usuários do sistema de justiça e população em geral, sempre prezando pelos princípios da transparência e da publicidade.
 
“O Poder Judiciário cada vez está se abrindo mais e os magistrados fazem parte desse movimento. Eles são essenciais! Então, cada vez mais, com uma linguagem simples e que se faça, de fato, ser compreendida é extremamente necessária. Nós passamos daquela época das decisões tão complexas e enormes. Hoje, são decisões mais enxutas, mais diretas, que são compreendidas. E esse é um dos objetivos. O outro é fazer com que eles se aproximem mais dos veículos de comunicação, que estejam mais aptos, mais à vontade para conversar com esses veículos e sempre levar todos os serviços que são oferecidos pelo Poder Judiciário, esclarecendo e incentivando para que a sociedade participe disso também”, explica Ranniery Queiroz, coordenador de Comunicação do TJMT.
 
Para a jornalista Alcione dos Anjos, que focou sua apresentação no serviço de comunicação prestado na primeira instância, o contato com os magistrados se mostrou uma oportunidade interessante para deixá-los preparados para lidar com a exposição pública de suas atuações nas comarcas do interior do estado. “O nosso objetivo nunca é que eles sejam especialistas em comunicação, mas que eles se saiam bem, que eles sejam porta-vozes do Poder Judiciário quando estiverem lá na comarca, sem a nossa ajuda. A gente sabe que aqui é um ambiente tranquilo, a gente sabe que a assessoria vai tentar tirar o melhor deles e a gente tenta prepará-los para quando chegar lá, falar do seu trabalho de uma forma paciente, tranquila, com uma linguagem calma para que todos entendam”.
 
Já a assessora de comunicação da Esmagis-MT, Keila Maressa, destaca a importância de os juízes se entenderem como parte de um todo, que está sempre no foco das atenções da opinião pública. “O mundo é conectado. A comunicação do Poder Judiciário também é conectada e os juízes também tem que ter essa conexão, não só com a instituição, mas também com o grupo de assessoria que trabalha com eles. Foi uma experiência única! Eu amei conversar com eles sobre esse assunto porque não é sempre que a gente tem essa oportunidade de passar para eles que eles não estão sós, que eles têm uma equipe por trás do trabalho deles, que está aqui pronta para ajuda-los no que precisar”.
 
Ao final da aula, o juiz substituto Vinicius Galhardo concedeu uma entrevista à jornalista Fernanda Fernandes e ao repórter cinematográfico Élcio Evangelista, que também aproveitaram o momento para dar dicas práticas aos (às) novos (as) magistrados (as) sobre como se comportar e se posicionar durante uma entrevista.
“É extremamente importante para o juiz, na atualidade, entender que a função do Poder Judiciário não se resume à solução das demandas. É importante hoje, no pós-pandemia, com o crescimento das redes sociais, que o juiz, não só pessoalmente, represente o Poder Judiciário, mas que ele tenha total acesso às redes sociais e à assessoria de imprensa do Tribunal para que ele possa, enquanto magistrado, representar o Poder Judiciário na comunicação com a sociedade”, avalia.
 
#Paratodosverem – Esta matéria possui recursos de texto alternativo para inclusão das pessoas com deficiência visual. Foto 1: Foto tirada dos fundos da sala de aula que mostra os juízes alunos do COFI sentados em suas carteiras, assistindo à explanação do coordenador de Comunicação do TJ, Ranniery Queiroz, que está à frente, falando ao microfone e mostrando no telão um slide que mostra uma divulgação do Judiciário feita em uma partida de futebol, que foi transmitida pela TV. Foto 2: juiz Vinicius Galhardo concede entrevista à jornalista Fernanda Fernandes, da TV.JUS, que aparece de costas. Ao lado dela, está o cinegrafista Élcio Evangelista, que está atrás da câmera. Ao fundo, estão os demais juízes observando a gravação.
 
Celly Silva
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Proposta de Meta Nacional busca fortalecer cumprimento de decisões judiciais na saúde pública

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A construção das Metas Nacionais do Poder Judiciário deve ocorrer de forma participativa, com o envolvimento de magistrados e servidores, destacou o coordenador da Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ-MT), João Gualberto Nogueira Neto, durante a reunião virtual de Gestão Participativa promovida pelo Poder Judiciário, por meio da Corregedoria, nesta terça-feira (24), pela plataforma Microsoft Teams.
O encontro debateu a proposta de uma nova Meta Nacional voltada ao cumprimento de decisões judiciais em matéria de saúde pública. A fala do coordenador veio após a abertura realizada pelo presidente do TJMT, desembargador José Zuquim Nogueira, corregedor-geral da Justiça, desembargador José Luiz Leite Lindote e a desembargadora Helena Maria Bezerra Ramos, presidente da Primeira Câmara de Direito Público e Coletivo. (COLOCAR O LINK DA MATÉRIA DA CELLY)
O coordenador da CGJ ressaltou que o encontro virtual atende às diretrizes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Prêmio CNJ de Qualidade, que estabelecem a elaboração das Metas Nacionais por meio da gestão participativa, assegurando o amplo envolvimento de magistrados e servidores.
“A proposta de meta apresentada hoje, será discutida e submetida à análise e votação dos participantes, assegurando que magistrados e servidores contribuam de forma efetiva para a construção das Metas Nacionais”, disse João Gualberto.
“O grande desafio não é apenas proferir a decisão judicial, mas garantir que ela seja cumprida. Por isso, entendemos que esse tema deve ser tratado como Meta Nacional”, afirmou o secretário-geral do TJMT, juiz Agamenon Alcântara Moreno Júnior, ao apresentar a proposta aos participantes.
Segundo o magistrado, a iniciativa busca fortalecer o cumprimento das decisões judiciais na área da saúde, ampliar o apoio técnico às comarcas do interior, fortalecer o NatJus e aprimorar os fluxos de trabalho. A proposta prevê que, até dezembro de 2027, os tribunais implantem um fluxo estruturado para acompanhamento do cumprimento das decisões judiciais em saúde pública, com apoio técnico do NatJus e do e-NatJus.
“Queremos ampliar o suporte técnico à magistratura. Com esse apoio, será possível acompanhar com mais segurança o cumprimento das decisões judiciais”, destacou.
Agamenon explicou que a meta foi estruturada nos moldes da Meta 9 do CNJ, com etapas de implementação que permitirão acompanhar a evolução dos trabalhos ao longo do período.
O secretário-geral também informou que a Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) está desenvolvendo um sistema para monitorar o cumprimento das decisões judiciais na área da saúde. A ferramenta permitirá que magistrados acompanhem, por meio do número do processo, se a decisão foi cumprida e a situação atual da demanda. Segundo ele, o sistema poderá contribuir para que a meta seja alcançada antes do prazo previsto.
Já o juiz auxiliar da Vice-Presidência e coordenador do NATJUS, Gerardo Humberto Alves da Silva Junior, apresentou o Manual de Cumprimento de Ordens Judiciais em Matéria de Saúde Pública, elaborado a partir dos estudos do Comitê Estadual de Saúde do Poder Judiciário de Mato Grosso e da Recomendação nº 146/2023 do CNJ. O documento traz orientações para auxiliar magistrados na análise e no acompanhamento das demandas de saúde pública. Conheça aqui.
Segundo o magistrado, o documento oferece protocolos, referências de preços, evidências científicas e outras informações que auxiliam magistrados na análise das demandas e no acompanhamento do cumprimento das decisões judiciais..
“O documento tem como ideia central buscar eficiência no cumprimento das decisões judiciais em matéria de saúde pública, de maneira célere, racional e controlada. A ideia é de governança judicial”, afirmou.
“Não basta apenas proferir a decisão. É preciso acompanhar seu cumprimento, verificar os resultados e fornecer ao magistrado informações que permitam uma atuação cada vez mais qualificada”, completou Gerardo Humberto ao destacar a ideia central de governança judicial.
O gerente sênior de Estatística e Gestão Estratégica da Coordenadoria de Planejamento (Coplan) do Poder Judiciário, Anderson Neisse, lembrou que esta foi à terceira etapa da construção participativa das Metas Nacionais de 2027, os dois eventos anteriores foram as audiências públicas “Demandas abusivas no Poder Judiciário, impactos, prevenção e estratégias institucionais”, em maio e “A Lei do Combate ao Crime Organizado no Brasil e os impactos no sistema de justiça criminal: desafios e oportunidades”, em junho de 2026.
“Diferentemente das audiências públicas, esta reunião teve o objetivo de facilitar a participação de magistrados e servidores de todo o Estado. Todas as contribuições serão analisadas para aperfeiçoarmos a proposta e encaminhar ao CNJ uma versão ainda mais robusta”, pontuou.
Anderson Neisse convidou todos os magistrados e servidores do Poder Judiciário a responderem o Formulário de Contribuição – Proposta de Metas Nacional 2027 pelo link:: https://forms.cloud.microsoft/r/AqNkFkjM2E. “Todos podem responder até o dia 26 de junho”, reforçou.
Ao final, o coordenador da Corregedoria, João Gualberto Nogueira Neto, enfatizou que todas as contribuições registradas durante a reunião serão consideradas no processo de definição das metas do Judiciário.
“A transcrição desta reunião, os documentos elaborados e as contribuições dos participantes integrarão o relatório que será encaminhado ao CNJ, reforçando o compromisso do Tribunal de Justiça de Mato Grosso com uma gestão participativa e transparente”. Ele ainda destacou que dúvidas sobre a proposta podem ser enviadas ao email [email protected].

Autor: Larissa Klein

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Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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