Tribunal de Justiça de MT

Declamação de poemas e apresentação de obras darão o tom do 2º Sarau Prosa, Poesia e Justiça

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Poesias que falam do cotidiano de pessoas simples, mas desbravadoras, serão o mote do ‘Segundo Sarau Prosa, Poesia e Justiça’, realizado presencialmente na sede da Escola Superior da Magistratura (Esmagis-MT), em 20 de outubro, a partir das 16h. Esta edição tem como tema a escritora Ana Lins dos Guimarães Peixoto Bretas, conhecida como Cora Coralina.
 
Para declamar os poemas já estão confirmados os juízes Antônio Veloso Peleja Júnior (Coordenador das Atividades Pedagógicas da Esmagis-MT), Henriqueta Fernanda Chaves Alencar Ferreira (Juíza colaboradora da Esmagis), Ester Belém, Tatiane Colombo. Também declamarão a servidora do Tribunal de Justiça de Mato Grosso Ceila Mônica Silva Ferraz Alencastro de Moura e o promotor de Justiça Wesley Lacerda Sanches. Ao final, o neto de Cora Coralina, Rubio Magno Tahan Filho, irá recitar um poema inédito.
 
Uma novidade no evento será a apresentação oral de livros de magistrados e servidores. Dentre os autores do Judiciário estão na lista de apresentação o desembargador Marcos Machado (livro ‘Do Dependente ao Traficante de Drogas Ilícitas – Estudo Comparado Brasil, Uruguai, Colômbia, Portugal’); o juiz Ramon Fagunes Botelho (livro ‘A Judicialização do Direito à Saúde’); juiz Jamilson Haddad Campos (livro Família e Sociedade Passo a Passo – Uma Perspectiva Multidisciplinar De Transtornos, Distúrbios e Deficiências); juíza Henriqueta Fernanda Chaves Alencar Ferreira (Livro da Judicialização da Vida aos Precedentes Judiciais Obrigatórios); o juiz e coordenador das Atividades Pedagógicas Da Esmagis, Antônio Veloso Peleja Júnior (Processo Constitucional); e ainda o servidor Gilbert De Anunciação Luz (livro Empreendedorismo no Brasil sob a Ótica do Princípio da Livre Iniciativa, da Livre Concorrência e da Valorização do Trabalho Humano’.
 
A idealizadora da ação pedagógica e diretora-geral da Esmagis-MT, desembargadora Helena Maria Bezerra Ramos, destaca que o Sarau “objetiva o convívio social entre os magistrados do Poder Judiciário, marcado pelo encontro de ações artísticas diversificadas, exposições de obras literária dos magistrados e outros escritores, para expressarem ou se manifestarem artisticamente assuntos arrolados à literatura, poesia, leitura de livros e outras formas de arte.”
 
Para participar é necessário confirmar presença pelo link: https://forms.gle/5Ph5aaDLKJm3aotC6
 
Keila Maressa
Assessoria de Comunicação
Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT)

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Canal e registro garantem sigilo e proteção à vítima de assédio e discriminação

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Arte gráfica roxa aborda assédio e não violência, com ilustração de pessoas e informações institucionais.Possíveis casos de assédio moral, assédio sexual e discriminação ocorridos no âmbito do Poder Judiciário de Mato Grosso devem ser informados e são apurados por uma das Comissões de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação, que tem como premissa básica de sua atuação o acolhimento e o apoio à vítima.

O respeito integral à pessoa noticiante começa com o acatamento da sua vontade quanto a quaisquer encaminhamentos ou decisões. E tudo tramita de modo seguro e confidencial, por meio de escuta humanizada e ética, com o compromisso de manutenção do sigilo dos dados das vítimas e das informações por elas apresentadas. Essa conduta visa minimizar os riscos psicossociais e promover a saúde mental no trabalho.

A Instrução Normativa TJMT/PRES n. 4/2024 do TJMT, que regulamenta o processo de trabalho da Comissão de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação, garante que a escuta e o acompanhamento da pessoa que noticia caso de assédio ou discriminação observem métodos e técnicas profissionais, propiciando atenção humanizada e centrada na necessidade da pessoa noticiante, respeitando seu tempo de reflexão e decisão e fortalecendo sua integridade psíquica, autonomia e liberdade de escolha.

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O serviço de acolhimento, escuta, acompanhamento e orientação é prestado à pessoa que queira recebê-lo, independentemente se decidiu formalizar ou não a notícia do caso para as providencias cabíveis, ou seja, nada é feito sem o consentimento da vítima.

Vale destacar que a Resolução CNJ n. 351/2020 proíbe qualquer forma de retaliação contra a pessoa noticiante, seja a vítima, a testemunha ou qualquer indivíduo que, de boa-fé, relate, testemunhe ou colabore na apuração de condutas de assédio ou discriminação. A pessoa que pratica retaliação pode ser responsabilizada disciplinar ou funcionalmente, conforme a legislação aplicável.

Magistrados(as), servidores(as), estagiários(as), colaboradores(as) credenciados(as) e quaisquer outros prestadores(as) de serviços, independentemente do vínculo jurídico mantido, podem registrar casos de assédio moral, assédio sexual e discriminação por meio de um formulário on-line, disponível na página da Comissão de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação. Para acessá-lo, basta clicar no banner da Comissão, localizada na página inicial do portal do TJMT. Depois, clicar em “Canal de Manifestação”.

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Saiba mais sobre o assédio moral, assédio sexual e a discriminação no ambiente de trabalho no Guia de Combate ao Assédio, também disponível na página da Comissão, no portal do TJMT.

Autor: Celly Silva

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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