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Desembargador é homenageado por jornada histórica com Corregedoria Participativa

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Em um evento carregado de emoção e significados, a equipe da Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ-MT) homenageou o corregedor-geral da Justiça, desembargador Juvenal Pereira da Silva, pela conquista de um feito inédito: visitar 100% das comarcas do estado durante sua gestão. A última etapa do projeto “Corregedoria Participativa” foi concluída em Aripuanã (a 935 km da Capital), a 79ª comarca a receber a iniciativa, encerrando um ciclo que começou em fevereiro de 2023 e cobriu todos os cantos do Estado.
 
Logo na abertura da solenidade, a atmosfera era de celebração e gratidão. O desembargador Juvenal Pereira, emocionado, lembrou-se do início dessa jornada e da promessa de estar presente em cada comarca. “A alegria em cumprir essa meta não é apenas minha, é de todos nós. Estar ao lado de cada magistrado, de cada servidor, é um privilégio e uma honra”, afirmou, com a voz embargada.
 
O percurso de uma liderança inspiradora – Desde o lançamento do programa, o projeto “Corregedoria Participativa” revelou-se muito mais do que um compromisso institucional: tornou-se um marco de proximidade, humanização e integração do Poder Judiciário com as comunidades de Mato Grosso. Com 20.924,40 quilômetros percorridos – o equivalente a cinco idas do Oiapoque ao Chuí – e mais de 288 horas de deslocamento por estradas e trilhas, a equipe da Corregedoria percorreu uma distância que simboliza a imensidão do desafio e a determinação do corregedor.
 
O trabalho envolveu 274 unidades judiciárias correcionadas, a colaboração de juízes-auxiliares da CGJ-TJMT (Emerson Cajango, Eduardo Calmon, Christiane Neves, Cristiane Padim e o então juiz e hoje desembargador Lídio Modesto) e os juízes cooperadores (Agamenon Alcântara Moreno Júnior, Hugo José Freitas da Silva, Jorge Alexandre Martins Ferreira, Luis Otávio Pereira Marques e Rodrigo Roberto Curvo, que hoje é desembargador).
 
Além do apoio incansável de uma equipe de 50 profissionais que se envolveram diretamente com as viagens, entre assessores, motoristas e militares. Cada visita foi marcada por diálogos transformadores, orientações técnicas e o fortalecimento de laços com as comarcas atendidas. “Por onde passamos, percebemos que a presença do corregedor motiva e inspira”, destacou o juiz-auxiliar Emerson Cajango.
 
Um tributo ao líder e à missão cumprida – A emoção tomou conta de vez do evento quando o assessor de relações-públicas, Celso Teischmann, que conduzia a cerimônia, quebrou o protocolo e apresentou um balanço feito pela equipe de Comunicação da CGJ sobre a jornada do projeto. Os dados surpreenderam a todos por destacar a grandiosidade da Corregedoria Participativa. “Juvenal Pereira da Silva não apenas liderou, mas também mostrou a todos que desafios só existem para quem não está disposto a enfrentá-los. Sua dedicação foi exemplo para cada um de nós”, disse Teischmann.
 
A homenagem ganhou contornos ainda mais emocionantes com as palavras da juíza-auxiliar Cristiane Padim, que em nome de toda a equipe da CGJ, recitou uma poesia especialmente criada e dedicada ao corregedor. “O senhor desperta em nós as pessoas que esperávamos ser. Obrigada por ser este homem imenso, generoso, solidário, protetor, cavalheiro! Este líder que desperta maravilhas dentro de nós!”, declamou em um dos trechos mais tocantes.
 
Elogios ao perfil generoso e visionário do desembargador também vieram da assessora especial da Corregedoria, Kelly Assumpção, que compartilhou uma memória pessoal: “Foi ele, ainda como juiz, que me inspirou a seguir a carreira pública, porque enxergou valor nas pessoas e nas ideias, quando eu ainda era uma estudante de Direito”.
 
O momento de maior simbolismo foi conduzido pelo juiz-auxiliar Emerson Cajango, que entregou ao desembargador um cartaz especial, contendo sua caricatura e uma alusão à incrível façanha de ter percorrido todas as comarcas do Estado. Ao entregar a lembrança, Cajango relembrou a magnitude do feito: “Uma missão que começou em seis de fevereiro. Em janeiro, o senhor planejou e em fevereiro esse projeto que marca pela primeira vez, em 150 anos do TJMT, um corregedor conseguiu visitar 100% das comarcas. Teve momentos em que tudo parecia impossível, mas o senhor nos dizia: ‘Eu tenho condições de ir, e você não?’ Para ele, era sempre um prazer. A gente sabe que foi uma jornada cansativa, mas o desembargador sempre demonstrou animação e determinação.”
 
Essas palavras ecoaram o sentimento de toda a equipe, que se uniu em um coro de admiração e respeito por uma liderança que transformou desafios em conquistas e deixou um legado que será lembrado por gerações.
 
O reconhecimento de um legado – Em seu discurso, visivelmente emocionado, o desembargador Juvenal Pereira da Silva agradeceu cada demonstração de carinho e apoio. “Eu não fiz mais do que meu trabalho. O que me propus como magistrado foi servir ao povo, e é isso que sempre farei”, declarou, antes de ser interrompido pelas lágrimas. “A emoção me toma! A todos vocês, meu muito obrigado.”
 
 A história registrada nos 20.924,40 quilômetros percorridos, nas 79 comarcas visitadas e nos corações tocados ficará marcada como um testemunho do que é possível alcançar quando a liderança se faz presente – em cada quilômetro, em cada comarca, em cada pessoa.
 
No Reels do @corregedoriaparticipativa https://www.instagram.com/reel/DCkEBpDPNMI/?igsh=Z2NzYTB6Y2JhbTJk é possível assistir trechos da homenagem.
  
#Paratodosverem – Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. I Imagem 1 –  Foto colorida dos integrantes da comitiva que participaram da última edição do projeto em frente ao Fórum de Aripuanã. Imagem 2 – Charge colorida do corregedor Juvenal segurando uma bandeira escrita: 100% das comarcas visitadas. Ao lado, o mapa de Mato Grosso dividido em polos judiciais.  Ao lado, alguns números da Corregedoria Participativa.
 
Alcione dos Anjos
Assessoria de Comunicação da CGJ-MT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Judiciário de Mato Grosso inicia programação da III Semana Nacional dos Juizados Especiais

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O Poder Judiciário de Mato Grosso iniciou nesta segunda-feira (15) a programação da III Semana Nacional dos Juizados Especiais. Preparadas por meio do Departamento de Apoio aos Juizados Especiais (DAJE), vinculado à Corregedoria-Geral da Justiça (CGJ-TJMT), as atividades incluem capacitação, reconhecimento de boas práticas e discussões sobre o presente e futuro dos Juizados Especiais.

Colocando em pauta o tema “Fortalecer os Juizados Especiais é fortalecer a Justiça”, a mobilização nacional coordenada pelo Conselho Nacional de Justiça e operacionalizada pelos tribunais segue até a próxima sexta-feira (19). Em Mato Grosso, a abertura da programação foi realizada no Complexo dos Juizados Especiais Desembargador José Silvério Gomes, em Cuiabá.

Em sua fala aos mais de setecentos participantes, entre presenciais e virtuais, o presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), desembargador José Zuquim Nogueira fez questão de agradecer todos os integrantes do sistema de juizados pela dedicação e amor empenhados diariamente. Segundo ele, esse é um sistema que potencializa o atendimento das demandas reprimidas.

“Demandas reprimidas exigem prontidão, comprometimento e celeridade. Vivemos um tempo em que não se admite mais um juiz dentro de uma redoma. Deve haver participação na sociedade, para que nós possamos fortalecer todo o nosso sistema judiciário. Por isso, externo aos integrantes dos Juizados Especiais a minha gratidão e alegria de participar deste momento”, disse Zuquim.

Pioneirismo

O corregedor-geral da Justiça, desembargador José Luiz Leite Lindote enfatizou a importância dos Juizados Especiais para a sociedade e para o Judiciário. Nesse contexto, apontou que Mato Grosso sempre foi pioneiro, sendo um dos primeiros no país a implantar esse modelo e se destacando desde que o sistema ainda era chamado de “Juizado de Pequenas Causas”.

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“Essa é a porta de entrada do cidadão no Judiciário. É onde se julga a maioria das ações sem custos e de pequenos valores. É um modelo que garante acesso a todos os cidadãos, principalmente os mais carentes, resolvendo problemas que, às vezes, são pequenos para o Judiciário, mas de valor inestimável para as pessoas que recebem a prestação do serviço”, comentou.

Para o presidente do Conselho de Supervisão dos Juizados Especiais Cíveis e Criminais de Mato Grosso, desembargador Sebastião de Arruda Almeida, a Semana Nacional permite um momento de reflexão sobre o passado e o futuro. “O valor que os Juizados Especiais alcançaram é graças ao trabalho de pioneirismo, resistência e por vontade que esse sistema tivesse a dimensão que hoje tem”, lembrou o desembargador.

O desembargador Carlos Alberto Alves da Rocha, um dos entusiastas dos Juizados Especiais, reforçou a importância desse trabalho. “Continuem acreditando nos Juizados Especiais, pois muitas pessoas precisam dessa prestação jurisdicional. E, muitas vezes, não é só ação, é uma comunicação, é uma conversa com essas pessoas que a gente resolve o caso dela”, afirmou.

Programação

A programação contou com palestras ministradas por juízes e juízas que atuam nos Juizados Especiais de Mato Grosso. Também foram apresentados projetos como o Programa de Acolhimento e Formação Inicial dos Estagiários, a Exposição Permanente dos Juizados Especiais, o Espaço Colaborativo dos Juízes Leigos e o Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania dos Juizados Especiais do Estado de Mato Grosso (Cejusc dos Juizados Especiais Estadual).

Além disso, foi inaugurada a exposição, que se tornará permanente, “Juizados Especiais de Cuiabá”, que conta com arquivos físicos, equipamentos, togas e outros materiais que contam a história dos Juizados Especiais de Mato Grosso. Também fez parte das atividades desta segunda-feira o lançamento do livro “Uma Justiça, Muitos Brasis”, que tem como coautora a juíza Patrícia Ceni, do Juizado Especial do Torcedor de Cuiabá.

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“O CNJ fez com que nacionalmente fosse realizada, nesta semana, a III Semana Nacional dos Juizados Especiais. É um evento que nos traz grandes reflexões e várias atividades estão sendo implementadas. Temos treinamentos com conciliadores, melhoria nos espaços dos juízes leigos, reuniões e divulgação dos nossos trabalhos”, relatou a dirigente do Complexo dos Juizados Especiais, juíza Valdeci Moraes Siqueira.

Registro de presenças

Participaram da solenidade de abertura o presidente do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec), desembargador Mário Roberto Kono, a desembargadora Juanita Cruz da Silva Clait Duarte, o coordenador do Conselho de Supervisão dos Juizados Especiais, juiz Érico de Almeida Duarte, a presidente da Associação Mato-grossense de Magistrados (AMAM), Jaqueline Cherulli, juízes auxiliares da Presidência do TJMT, juízes auxiliares da Corregedoria-Geral da Justiça e a defensora pública-geral do Estado de Mato Grosso, Maria Luziane Ribeiro de Castro.

Também fizeram pronunciamentos de forma virtual o ministro Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), e a conselheira Andréa Cunha Esmeraldo, coordenadora do Comitê Nacional dos Juizados Especiais (Conaje/CNJ).

Autor: Bruno Vicente

Fotografo: Rodrigo Moura

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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