Tribunal de Justiça de MT

Desembargadora Clarice e prefeito de Cuiabá se reúnem para discutir Justiça Restaurativa na educação

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A presidente do Núcleo Gestor da Justiça Restaurativa (Nugjur) do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargadora Clarice Claudino da Silva, se reuniu com o prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, na tarde de sexta-feira (25 de novembro) para apresentar o trabalho da Justiça Restaurativa na área da educação, com o objetivo de desenvolver uma política pública em âmbito municipal.
 
No encontro, foi apresentada a metodologia dos círculos de construção de paz, que pode ser levada às escolas e outras áreas sociais. “Nossa ideia era dar ao representante do Município o conhecimento de que esse trabalho existe, da nossa disponibilidade em fazer capacitações e gerenciamento até que as escolas tenham instrutores capacitados para seguir com autonomia”, explicou a desembargadora.
 
A reunião contou com a participação do desembargador Leoberto Brancher, coordenador do Nugjur do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, que apresentou exemplos de programas municipais de pacificação desenvolvidos no estado.
 
Será feito um círculo de apresentação para a equipe da Secretaria Municipal de Educação, no intuito de demonstrar como a metodologia funciona. Posteriormente, serão debatidos os formatos e modos com que os círculos serão implantados na rede municipal de educação.
 
“A Prefeitura de Cuiabá vai ser parceria do Tribunal de Justiça, pois de nada adianta leis, equipamentos públicos e estrutura física se as emoções humanas não forem tratadas e respeitadas, se o amor pelo próximo e convivência em sociedade não forem uma tônica maior como base de uma construção de sociedade justa, humana e solidária. Aproveito para parabenizar o comprometimento do Poder Judiciário com o avanço nas ferramentas de melhorias da sociedade”, completou o prefeito.
 
Também participaram do encontro as secretárias municipais de Educação, Edilene Machado, de Assistência Social, Direitos Humanos e da Pessoa com Deficiência, Hellen Ferreira, o juiz coordenador do Nugjur, Túlio Duailibi, e a gestora do Nugjur, Euzeni Paiva.
 
#Paratodosverem
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual.
Descrição de imagem: foto horizontal colorida da reunião. Todos estão sentados no gabinete da desembargadora Clarice e conversam entre si.
 
Mylena Petrucelli (texto e foto)
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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Entenda a sua audiência: Saiba como funciona um Tribunal do Júri

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Está no ar mais uma edição da série “Entenda a sua audiência”, iniciativa do Poder Judiciário de Mato Grosso, por meio do Laboratório de Inovação – InovaJusMT e da Coordenadoria de Comunicação, que busca aproximar a Justiça da sociedade com a disponibilização de vídeos que explicam o funcionamento dos diversos tipos de audiência judicial. Neste episódio, o tema é “Tribunal do Júri”, que já pode ser conferido no canal do TJMT no Youtube.
A iniciativa utiliza linguagem simples e inteligência artificial para produzir vídeos e cartilhas informativas de fácil compreensão, com o objetivo de disseminar conhecimento sobre os direitos dos cidadãos relativos ao acesso à Justiça, facilitando a experiência da pessoa que vivencia a situação de participar de uma audiência.
Vale destacar que a série Entenda a sua Audiência é uma das duas produções do TJMT finalistas no Prêmio Nacional de Comunicação e Justiça 2026, promovido pelo Fórum Nacional de Comunicação e Justiça (FNCJ), na categoria “Iniciativa de IA”. A premiação reconhece iniciativas de todo o país que fortalecem a comunicação pública, valorizam a transparência institucional e aproximam o Sistema de Justiça da sociedade.
Episódio “Tribunal do Júri”
Neste vídeo, você fica sabendo cada detalhe do funcionamento do Tribunal do Júri, um tipo de julgamento em que a decisão fica nas mãos da sociedade, representada pelos jurados, que são cidadãos comuns, de reputação ilibada.
Previsto na Constituição Federal de 1988, o Tribunal do Júri julga crimes dolosos contra a vida, ou seja, quando a pessoa tem a intenção de matar ou assume o risco de causar a morte, como são os casos de homicídio doloso, feminicídio, vicaricídio, induzimento, instigação ou auxílio ao suicídio, infanticídio, aborto criminoso. A tentativa desses tipos de crimes também pode ser julgada pelo Tribunal do Júri, bem como os crimes conexos.
O vídeo também explica quem são as pessoas que participam do Tribunal do Júri, como o juiz ou juíza, que conduz a sessão de julgamento e fixa a pena, se houver condenação; o (a) promotor (a) de justiça, que representa o Ministério Público e apresenta a acusação; a assistente de acusação, que pode representar a família da vítima, quando houver; o advogado, que faz a defesa do réu ou da ré; o réu ou a ré, que é a pessoa acusada de cometer o crime; as testemunhas, que contam ao júri o que viram, ouviram ou sabem sobre o caso. Por fim, os (as) sete jurados são cidadãos comuns convocados para participar do julgamento.
Até mesmo o roteiro de uma sessão do Tribunal do Júri é explicado no vídeo, desde a convocação de 25 jurados (as), dos quais sete são sorteados para atuarem no julgamento até o proferimento da sentença.
Os direitos e deveres dos jurados também são abordados, como a obrigatoriedade de comparecimento e a garantia da folga no trabalho nos dias de participação na sessão do Tribunal do Júri. O voto dos jurados é secreto e sua imagem deve ser preservada, ou seja, nomes e imagens não podem ser divulgados ao público.

Autor: Celly Silva

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Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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