Tribunal de Justiça de MT

Diretora da Corregedoria dará curso sobre PJeCor a convite do CNJ

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A servidora da Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ-TJMT), Manoeli Tenuta, diretora do Departamento Judiciário Administrativo (DJA), ministrará curso sobre o Processo Judicial Eletrônico das Corregedorias (PjeCor) a convite do Conselho Nacional da Justiça (CNJ). As aulas começam nesta terça-feira (19) e seguem até quarta-feira (27), de forma gratuita, pela plataforma de educação à distância Google Class Room.
 
O PjeCor é um sistema informatizado único para todas as Corregedorias e tem como objetivo unificar e padronizar a tramitação dos procedimentos administrativos, garantindo maior eficiência, transparência e economia na atuação dos órgãos correcionais.
 
A diretora do Departamento Judiciário Administrativo lembra que o Tribunal de Justiça de Mato Grosso foi um dos primeiros no país a passar a utilizar o sistema, em janeiro de 2021. E que, por vezes, solicitou ao CNJ um curso voltado para a melhor utilização. “E, de repente, me vejo aqui compartilhando o conhecimento que adquiri sozinha para outras corregedorias do Brasil inteiro, serão cerca de 300 alunos e já sei que existe uma fila de espera”, disse.
 
Segundo a servidora, a responsabilidade é grande, mas ela disse estar preparada para o desafio. “Fiquei felicíssima pelo convite, sei da importância do papel que irei desempenhar. Um tribunal de porte médio compartilhando conhecimento com outros tribunais. Quero destacar ainda a alegria do meu chefe ao receber a notícia, o coordenador da Corregedoria, Flávio Paiva. É muito bom ter esse reconhecimento, são 18 anos de trabalhos prestados no TJMT”, comentou.
 
Em relação ao convite feito pelo CNJ, Tenuta explica que passou por uma seleção outros servidores de outras Corregedorias e acabou sendo escolhida juntamente com outro servidor do Estado da Bahia. “O que o CNJ procurava era por pessoas que conseguissem falar uma linguagem acessível. Não adiantava sem muito técnico. Então os alunos podem esperar que vou falar de igual para igual, para que possamos nos comunicar de forma clara e precisa”, disse.
 
O corregedor-geral da Justiça de Mato Grosso, desembargador Juvenal Pereira da Silva, elogiou a escolha por parte do CNJ e destacou os trabalhos relevantes que a servidora tem prestado ao judiciário mato-grossense. “É uma servidora competente, de pulso firme, que está sempre na retaguarda em uma diretoria complexa, trabalhando com o recebimento, autuação e processamento de feitos administrativos gerais. Deixo meus cumprimentos a nossa diretora, na certeza de que o CNJ fez uma excelente escolha”, comentou.
 
A carga horária do curso é de 40 (quarenta) horas-aula, que serão disponibilizadas também no site do CNJ. Entre os temas que serão abordados estão: a transparência, a economicidade, padronização e agilidade na prestação de informações, que são os quatros principais objetivos do sistema.
 
As inscrições para o curso já estão encerradas. Maiores informações estão disponíveis na página da Corregedoria Nacional de Justiça, por meio do seguinte link:
 
 
Gabriele Schimanoski
Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Centro de Estudos em Meio Ambiente dá início à articulação da comunicação institucional

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O Comitê de Comunicação do Centro de Estudos Integrados em Meio Ambiente (Cesima) realizou, nessa quarta-feira (1º de julho), sua primeira reunião de trabalho, com o objetivo de estruturar as ações de comunicação e ampliar a visibilidade das iniciativas desenvolvidas pelo Centro. O encontro reuniu representantes de diversas instituições parceiras e marcou o início da organização prática do grupo.
Na abertura da reunião, a juíza de direito Henriqueta Fernanda Chaves Alencar Ferreira Lima, coordenadora do projeto Cesima, deu as boas-vindas aos participantes e destacou a importância da atuação conjunta na construção de uma comunicação mais integrada e estratégica. Entre os primeiros encaminhamentos, ficou definida a necessidade de fixar um calendário de reuniões mensais, garantindo a continuidade dos trabalhos e o alinhamento das ações.
Segundo Henriqueta, a criação do comitê responde à necessidade de fortalecer a comunicação institucional do Cesima, considerando a complexidade das temáticas trabalhadas pelo Centro. “Essa foi a primeira reunião do Comitê de Comunicação, que foi pensado justamente diante da importância de difundir e expressar com clareza questões afetas ao Centro, ou seja, meio ambiente, sustentabilidade, desenvolvimento e crescimento econômico. Como o Cesima tem esse olhar multidimensional e integrado, se canalizamos a comunicação para um único membro, acabamos perdendo a visão do todo”, afirmou.
Ainda conforme a magistrada, a proposta é garantir uma comunicação ampla e colaborativa. “O comitê foi criado com a perspectiva de comunicar à sociedade, às instituições e aos poderes como o Cesima trata essas questões de forma integrada”, destacou. Também foi discutida a criação de um calendário de divulgações, com conteúdo voltado à temática socioambiental, a serem compartilhados pelos canais institucionais dos integrantes do Centro de Estudos.
Durante a reunião, os participantes trataram do apoio imediato às ações do projeto “Cesima nas Escolas”, iniciativa que já prevê a realização de visitas a unidades de ensino para promover a educação socioambiental. Como encaminhamento prioritário, o comitê definiu a construção de um roteiro básico comum e de apresentações de slides dinâmicas (de até 30 minutos) adaptadas para as diferentes faixas etárias dos alunos, garantindo unidade na mensagem institucional antes mesmo do início das visitas.
“A partir desse primeiro contato, estabelecemos um plano de ação no sentido de cada um dos membros contribuir para a construção de um roteiro de fala para as palestras, levando às escolas uma visão integrada e plurívoca da questão ambiental, já que se trata de um tema complexo”, explicou Henriqueta.
Em paralelo ao cronograma escolar, o comitê trabalhará na elaboração de uma cartilha socioambiental colaborativa, com linguagem simples e acessível para a sociedade. O material reunirá conceitos básicos sobre meio ambiente, direitos, deveres e desafios contemporâneos. Ficou acordado que os membros definirão prazos internos para sugestões e lapidação do conteúdo, que passará por aprovação conjunta para garantir o olhar multidimensional do grupo.
Também está prevista a realização de visita do projeto “Cesima nas Escolas” no dia 29 de julho, na Escola Municipal de Ensino Básico Prof. Hilda Caetano de Oliveira, em Cuiabá. A atividade marcará o início das ações do programa no ambiente escolar e contará com a participação conjunta das instituições integrantes do Cesima, levando aos estudantes conteúdos de educação socioambiental adaptados à realidade local, com enfoque na conscientização e no diálogo sobre os desafios ambientais da região.
Outro encaminhamento relevante foi a proposta de organização de um evento institucional do Cesima para o final do ano. A ocasião será marcada pelo lançamento oficial da cartilha socioambiental e servirá como vitrine para que as instituições parceiras apresentem seus próprios projetos e produtos de sustentabilidade — como o documentário sobre catadores de recicláveis em produção pela Defensoria Pública.
Ao longo das discussões, os integrantes ressaltaram a importância de que a comunicação reflita o caráter multidisciplinar do Cesima, integrando diferentes perspectivas — ambiental, econômica, social e jurídica — e evitando abordagens isoladas. A criação de um canal direto de comunicação entre os membros também foi apontada como essencial para facilitar o compartilhamento de conteúdo, ideias e ações conjuntas.
Leia matéria correlata.
Outras informações podem ser obtidas pelo e-mail [email protected] ou pelos telefones (65) 3617-3844 / 99943-1576.

Autor: Lígia Saito

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Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da Esmagis – MT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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