Tribunal de Justiça de MT

Juiz auxiliar aborda técnicas de gestão e performance em Pontes e Lacerda

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O juiz auxiliar da Corregedoria Geral da Justiça de Mato Grosso, Emerson Luis Pereira Cajango, ministrou na manhã de quinta-feira (27) uma palestra sobre gestão de gabinete e performance para os servidores e magistrados do Fórum de Pontes e Lacerda e de Vila Bela da Santíssima Trindade, que puderam acompanhar de forma virtual a apresentação.

Segundo o magistrado, a ideia é interagir com todos que desenvolvem os trabalhos no dia a dia da comarca pensando no aprimoramento das ações, na otimização dos recursos e o compartilhamento de boas práticas. “Eu sempre trago exemplos simples que podem ser utilizados por todos. Às vezes uma pequena mudança de hábitos pode gerar um efeito positivo que impactará a todos”, explicou.

O juiz auxiliar interagiu com os servidores e magistrados, discutindo os desafios enfrentados pelo Poder Judiciário na comarca. Abordou as metas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), indicou prioridades, ofereceu insights sobre administração judiciária e coletou feedbacks das dificuldades relatadas pelos servidores.

“As nossas correições ocorrem um pouco diferente, além de checarmos a situação de cada unidade judicial trazemos conhecimento e compartilhamos sugestões para que possamos melhorar a gestão da secretaria, a gestão do gabinete, com intuito de produz mais”, avaliou Cajango.

O juiz diretor do foro Ítalo Osvaldo Alves da Silva afirmou que a palestra motivou a todos que buscam por melhorias nas suas rotinas de trabalho, contribuindo para a celeridade dos processos e melhoria no atendimento da prestação jurisdicional.

 
Para o corregedor-geral da Justiça, desembargador Juvenal Pereira da Silva, esse é um momento esclarecedor e produtivo. “Espero que todos tenham aproveitado da melhor maneira possível, que tenham absorvido o conteúdo para aplicarem e replicarem para aqueles que não puderam acompanhar”, pontuou.

O corregedor falou ainda da satisfação em passar pelas comarcas de Vila Bela e Pontes e Lacerda, ao final do encontro. “Quero parabenizar a todos os servidores e magistrados pelos trabalhos, pela convivência tão harmoniosa que aqui encontrei”, agradeceu.

Correições – Paralelamente, o juiz auxiliar Emerson Cajango e equipe estão realizando as correições presenciais nas unidades judiciais. Desde o início da gestão do desembargador Juvenal Pereira da Silva, 242 unidades judiciais foram correcionadas em 59 comarcas. A previsão é que até o fim deste ano esse número chegue a 79 comarcas.

#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição da imagem: Foto 1 – Juiz auxiliar Emerson Cajango ministra palestra “Gestão de Gabinete” para magistrado e servidores de Pontes e Lacerda. Comarca de Vila Bela assiste remotamente

Gabriele Schimanoski
Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Entenda a sua audiência: Saiba como funciona um Tribunal do Júri

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Está no ar mais uma edição da série “Entenda a sua audiência”, iniciativa do Poder Judiciário de Mato Grosso, por meio do Laboratório de Inovação – InovaJusMT e da Coordenadoria de Comunicação, que busca aproximar a Justiça da sociedade com a disponibilização de vídeos que explicam o funcionamento dos diversos tipos de audiência judicial. Neste episódio, o tema é “Tribunal do Júri”, que já pode ser conferido no canal do TJMT no Youtube.
A iniciativa utiliza linguagem simples e inteligência artificial para produzir vídeos e cartilhas informativas de fácil compreensão, com o objetivo de disseminar conhecimento sobre os direitos dos cidadãos relativos ao acesso à Justiça, facilitando a experiência da pessoa que vivencia a situação de participar de uma audiência.
Vale destacar que a série Entenda a sua Audiência é uma das duas produções do TJMT finalistas no Prêmio Nacional de Comunicação e Justiça 2026, promovido pelo Fórum Nacional de Comunicação e Justiça (FNCJ), na categoria “Iniciativa de IA”. A premiação reconhece iniciativas de todo o país que fortalecem a comunicação pública, valorizam a transparência institucional e aproximam o Sistema de Justiça da sociedade.
Episódio “Tribunal do Júri”
Neste vídeo, você fica sabendo cada detalhe do funcionamento do Tribunal do Júri, um tipo de julgamento em que a decisão fica nas mãos da sociedade, representada pelos jurados, que são cidadãos comuns, de reputação ilibada.
Previsto na Constituição Federal de 1988, o Tribunal do Júri julga crimes dolosos contra a vida, ou seja, quando a pessoa tem a intenção de matar ou assume o risco de causar a morte, como são os casos de homicídio doloso, feminicídio, vicaricídio, induzimento, instigação ou auxílio ao suicídio, infanticídio, aborto criminoso. A tentativa desses tipos de crimes também pode ser julgada pelo Tribunal do Júri, bem como os crimes conexos.
O vídeo também explica quem são as pessoas que participam do Tribunal do Júri, como o juiz ou juíza, que conduz a sessão de julgamento e fixa a pena, se houver condenação; o (a) promotor (a) de justiça, que representa o Ministério Público e apresenta a acusação; a assistente de acusação, que pode representar a família da vítima, quando houver; o advogado, que faz a defesa do réu ou da ré; o réu ou a ré, que é a pessoa acusada de cometer o crime; as testemunhas, que contam ao júri o que viram, ouviram ou sabem sobre o caso. Por fim, os (as) sete jurados são cidadãos comuns convocados para participar do julgamento.
Até mesmo o roteiro de uma sessão do Tribunal do Júri é explicado no vídeo, desde a convocação de 25 jurados (as), dos quais sete são sorteados para atuarem no julgamento até o proferimento da sentença.
Os direitos e deveres dos jurados também são abordados, como a obrigatoriedade de comparecimento e a garantia da folga no trabalho nos dias de participação na sessão do Tribunal do Júri. O voto dos jurados é secreto e sua imagem deve ser preservada, ou seja, nomes e imagens não podem ser divulgados ao público.

Autor: Celly Silva

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Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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