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Juiz auxiliar da Corregedoria alinha execução do Mais Júri 2026

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O juiz auxiliar da Corregedoria-Geral da Justiça, Jorge Alexandre Martins Ferreira, promoveu reunião de alinhamento do Programa Mais Júri com 11 gestores e assessores das comarcas beneficiadas pelo mutirão neste ano. Também participaram a juíza do Núcleo de Atuação Estratégica (NAE), Cristhiane Trombini Puia Baggio, a gestora administrativa da CPE, Thalita Balan Tabora e equipe técnica.

A juíza Cristhiane Trombini Puia Baggio foi designada para auxiliar na condução dos processos que serão submetidos ao Tribunal do Júri pelo Mais Júri. Ela é responsável pelo suporte técnico processual, controle de pautas e acompanhamento estatístico, para garantir eficiência e celeridade nos julgamentos.

O encontro definiu estratégias para a execução das sessões do Tribunal do Júri ao longo de 2026. A meta é realizar cerca de 250 sessões do tribunal do júri pelo programa, ultrapassando os 163 júris realizados em 2025 em diferentes comarcas do Estado (Cuiabá, Porto Alegre do Norte, Vila Rica, Marcelândia, Sorriso e Várzea Grande). No ano passado, o programa concentrou esforços no julgamento de crimes contra a vida e contribuiu para a redução do acervo processual no Primeiro Grau.

“O mutirão do Mais Júri é uma ação da Corregedoria para garantir que a justiça chegue de forma mais rápida a quem espera uma resposta do Estado. Com o empenho de juízes cooperadores, promotores, defensores e servidores seguimos atuando para reduzir o acúmulo de casos e na maior efetividade no sistema de justiça”, afirma o juiz coordenador do programa, Jorge Alexandre Martins Ferreira.

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Em 2026, o programa realizou na semana de 23 e 27 de fevereiro cinco sessões do Tribunal do Júri na 3ª Vara Criminal da Comarca de Barra do Bugres, todas foram presididas pelo juiz cooperador do programa, Maurício Alexandre Ribeiro. A unidade também será atendida entre 23 e 27 de março, com outras cinco sessões, que serão presididas pelo juiz cooperador do Mais Júri, Daniel Campos Silva de Siqueira.

Além da 3ª Vara Criminal de Barra do Bugres, serão beneficiadas em 2026 com o mutirão de julgamento a 4ª Vara de Alta Floresta, 1ª Vara de Paranatinga, Vara Única de Marcelândia, 3ª Vara de Juína, 1ª Vara de Porto Alegre do Norte, Vara Única de Ribeirão Cascalheira, 2ª Vara de São Félix do Araguaia, Vara Única de Nova Monte Verde, Vara Única de Nova Ubiratã, 2ª Vara de Vila Rica, 1º Juízo Criminal de Sinop, 1º Juízo Criminal de Sorriso e 1º Juízo Criminal de Várzea Grande.

O Programa Mais Júri é desenvolvido em cooperação entre a Presidência do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, a Corregedoria-Geral da Justiça, o Ministério Público e a Defensoria Pública.

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Pelo programa foram agendadas sessões de julgamento nas comarcas:

Alta Floresta, 4ª Vara

09 a 13 de março de 2026, Juiz cooperador: Lawrence Pereira Midon

06 a 10 de julho de 2026, Juiz cooperador: Lawrence Pereira Midon

03 a 07 de agosto de 2026, Juiz cooperador: Guilherme Carlos Kotovic

31 de agosto a 04 de setembro de 2026, Juiz cooperador: Guilherme Carlos Kotovic

Paranatinga, 1ª Vara

02 a 06 de março de 2026, Juiz cooperador: Caio Almeida Neves Martins

13 a 17 de abril de 2026, Juiz cooperador: Francisco Ney Gaíva

04 a 08 de maio de 2026, Juiz cooperador: Luiz Antônio Muniz Rocha

15 a 19 de junho de 2026, Juiz cooperador: Luis Otavio Tonello dos Santos

Marcelândia, Vara Única

16 a 20 de março de 2026, Juiz cooperador: Guilherme Leite Roriz

Nova Ubiratã, Vara Única

06 a 10 de abril de 2026, Juiz cooperador: Glauber Lingiardi Strachicini

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Autor: Alcione dos Anjos

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Tribunal de Justiça de MT

42º Gemam reforça atualização da magistratura diante de desafios sociais complexos

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Homem com cabelos grisalhos e barba, fala direcionando o olhar para baixo e para a esquerda. Ele usa paletó azul e camisa social cinza. Um microfone da A evolução constante da sociedade e o surgimento de novos desafios exigem do Poder Judiciário uma resposta igualmente dinâmica e qualificada. Com esse enfoque, o desembargador Márcio Vidal, diretor da Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT), abriu o 42º Encontro do Grupo de Estudos da Magistratura de Mato Grosso (Gemam) ao destacar que a busca por conhecimento é contínua e essencial para enfrentar problemas sociais que acompanham o avanço do tempo.

A afirmação de Vidal sintetiza o espírito do encontro realizado na última sexta-feira (19 de junho), no Tribunal do Júri de Rondonópolis, que reuniu magistrados(as) em uma programação técnica voltada à discussão de temas atuais e sensíveis à prestação jurisdicional.

Na abertura do encontro, o desembargador ressaltou que o Judiciário precisa acompanhar as transformações sociais, que evoluem junto com o avanço tecnológico, mas também trazem novos problemas.

Ao comentar a temática da palestra inicial, intitulada “Juventude em risco: O desafio das drogas no portão da escola e a proteção da vida por meio da internação compulsória para todos”, Vidal chamou atenção para a complexidade da questão das drogas entre jovens, classificando-a como um tema bastante sensível para toda a sociedade. Segundo o desembargador, o papel do Judiciário é justamente se manter atento e buscar constantemente novos modelos de atuação.

Homem de cabelos escuros e curtos, vestindo paletó azul e camisa branca, concede entrevista olhando para o lado esquerdo. Um microfone preto aparece em primeiro plano e o fundo está desfocado.Representando a Corregedoria-Geral da Justiça, o juiz auxiliar Jorge Alexandre Martins Ferreira reforçou o apoio institucional ao evento e destacou o impacto da atualização contínua na qualidade das decisões. “É muito importante que o juiz se qualifique vendo coisas novas”, afirmou, ao comentar a relevância da palestra com o psiquiatra convidado, Diego de Souza Vacari.

Ferreira acrescentou que o contato com dados atuais permite compreender melhor a realidade social, citando como exemplo a evolução do potencial das drogas ao longo das décadas. “São fatos que a gente vê no dia a dia e que mostram que precisamos estar sempre reaprendendo”, completou.

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Construção coletiva fortalece a magistratura

Mulher de cabelos longos e escuros fala ao microfone. Ela veste blazer off-white e brincos de argola. Ao fundo, um painel verde exibe a imagem da estátua da Justiça com a balança.A proposta do Gemam como espaço de construção coletiva foi enfatizada pela coordenadora do grupo, juíza Alethea Assunção Santos. Segundo ela, o diferencial está na produção acadêmica conduzida pelos próprios magistrados(as). “A construção é feita pelos próprios juízes e, a partir das discussões, são elaborados enunciados orientativos para a prestação jurisdicional. Isso é muito importante porque enriquece o nosso trabalho, enriquece a prestação jurisdicional e serve como capacitação profissional e também pessoal para os magistrados de Mato Grosso”, explicou.

Ela destacou ainda que os temas debatidos refletem diretamente os desafios enfrentados nas unidades judiciais. “São dificuldades que encontramos no dia a dia da prestação jurisdicional e, a partir desses debates, conseguimos levar mais segurança para as decisões”, pontuou, ressaltando que o resultado é um serviço mais qualificado à população.

Mulher de cabelos escuros e batom vermelho sorri ao conceder entrevista. Ela veste blusa verde-escura sem mangas. Um microfone da A realização do encontro em Rondonópolis foi celebrada pela juíza diretora do Foro, Aline Bissoni, que destacou a importância institucional do evento. “É uma honra receber o Gemam, um grupo que realmente traz temas muito relevantes para o nosso desenvolvimento”, afirmou. Para ela, a abordagem interdisciplinar amplia a visão dos magistrados sobre questões complexas.

Atuando na área criminal, a magistrada destacou o impacto prático do conteúdo apresentado. “Ouvir o psiquiatra falar de forma técnica sobre os malefícios das drogas e como elas se tornaram mais nocivas faz toda a diferença para que possamos julgar melhor”, disse.

Homem de óculos fala ao microfone, gesticulando com a mão esquerda. Ele veste terno escuro, camisa clara e gravata amarela listrada. Ao fundo, uma parede verde e um banner com a deusa da justiça.No campo interdisciplinar, o psiquiatra Diego Vacari, responsável pela palestra de abertura, enfatizou a importância do diálogo entre diferentes áreas. Ele destacou como positiva a aproximação da magistratura com o tema. “A magistratura está cada vez mais interessada nessa situação, e isso é fundamental para desmitificar e aproximar saúde mental e justiça”, afirmou.

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Vacari alertou ainda para o aumento do consumo de drogas entre crianças e adolescentes, fenômeno que, segundo ele, ocorre em escala global. “Os jovens estão usando drogas cada vez mais cedo, muitas vezes dentro da escola ou nas proximidades”, disse. Para o especialista, o enfrentamento do problema depende de atuação conjunta. “Se não houver união entre saúde, justiça, segurança pública e educação, não vamos conseguir diminuir esses índices”.

Mulher de cabelos longos e ondulados fala ao microfone, com a mão direita fechada. Veste camisa estampada verde e branca e saia escura. Ao fundo, parede verde e pontas de mastros de bandeiras.Outro destaque foi o painel sobre litigância abusiva, no qual a juíza Cristiane Padim da Silva apresentou proposta para aprimorar o monitoramento de demandas predatórias. “A ideia é registrar a Recomendação 159 do CNJ nas decisões em que houver abuso do direito de ação, para que possamos traçar estratégias mais eficientes”, explicou. Segundo ela, a medida busca garantir que o sistema de justiça seja mais acessível a quem realmente precisa. A magistrada também ressaltou a importância do encontro como espaço de troca. “A gente sai daqui cheio de ideias, de motivação, com mais preparo para a atuação diária”, afirmou.

Além das discussões sobre saúde mental, drogas e litigância abusiva, o 42º Gemam contou ainda com painéis voltados a outros temas relevantes para a atuação jurisdicional. Foram abordados o controle judicial do orçamento público e a aplicação de emendas parlamentares frente à discricionariedade e abuso de poder, o tratamento ambulatorial e as medidas de segurança aplicáveis a réus com doença mental, bem como o conceito e as implicações da chamada “purga da mancha probatória”.

Outras informações podem ser obtidas pelo e-mail [email protected] ou pelos telefones (65) 3617-3844 / 99943-1576.

Autor: Lígia Saito

Fotografo: Rodrigo Moura

Departamento: Assessoria de Comunicação da Esmagis – MT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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