Tribunal de Justiça de MT

Juiz Wanderlei Reis é homenageado com Medalha do Mérito Militar do Exército Brasileiro

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O juiz Wanderlei José dos Reis, titular da 2ª Vara Especializada de Família e Sucessões, diretor do foro substituto e coordenador do Cejusc da comarca de Rondonópolis e coordenador suplente do Nupemec de MT, foi agraciado no dia 6 de novembro pelo Exército Brasileiro com a “Medalha do Mérito Militar 18º GAC General Mello Bravo”. A concessão da honraria foi um reconhecimento da instituição pela sua atuação destacada como juiz coordenador do Cejusc e as parcerias institucionais com o Exército, prestigiando e contribuindo com o 18º Grupo de Artilharia de Campanha, inclusive com a realização de palestras.

A Medalha do Mérito Militar do Exército é a mais alta forma de homenagem e reconhecimento e um símbolo de ligação entre o “Grupo General Mello Bravo” e a comunidade local e de suas autoridades civis e militares de outras unidades.

O evento de entrega ocorreu no Auditório do NPOR de Artilharia do 18º Grupo de Artilharia de Campanha e foi conduzido pelo comandante da unidade militar, Tenente-coronel Deivid Neto de Oliveira, após uma palestra do magistrado a mais de 150 militares, entre oficiais, subtenentes e sargentos, alunos do NPOR e cabos e soldados, integrando a intensa agenda de ações educativas do Cejusc local durante a 20ª Semana Nacional da Conciliação.

Na ocasião, foi destacado pelo comandante o vasto currículo, a trajetória profissional de sucesso e a contribuição à instituição de Wanderlei Reis, ex-militar de carreira do Exército, distinguindo-se no desempenho das funções de juiz coordenador do Cejusc em inúmeros projetos e mutirões. O comandante também destacou que o juiz sempre esteve presente nos eventos cívico-militares do Exército, tendo sido já, inclusive, agraciado com a honraria de “Amigo do 18º GAC”.

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O magistrado agradeceu a homenagem do Exército Brasileiro, dizendo sentir-se honrado, e ressaltou que sempre teve em todas as comarcas em que atuou uma ligação estreita e produtiva com as instituições militares do Estado, Polícia Militar, Bombeiros Militar e Exército Brasileiro, dentre elas, o 18º GAC de Rondonópolis.

Trajetória

O juiz Wanderlei Reis, mestre, doutor e pós-doutor em Direito, é ex-militar de carreira do Exército Brasileiro concursado, onde ingressou aos 20 anos de idade, ex-servidor de carreira da Justiça Federal Eleitoral de Mato Grosso do Sul, ex-delegado de Polícia em Mato Grosso (1º colocado no concurso) e juiz de Direito (1º colocado no concurso) há quase 22 anos, tendo sido titular nas comarcas de Chapada dos Guimarães (2003 e 2004) e Sorriso (2004-2013). Desde 2013, atua em Rondonópolis como titular de Vara Especializada de Família e Sucessões e como juiz coordenador do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) local. Foi juiz eleitoral na 34ª, 43ª e 46ª Zonas Eleitorais, tendo coordenado cinco eleições em Mato Grosso – em Chapada dos Guimarães, Sorriso e Rondonópolis. Professor-formador da Enfam (Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados) e da Esmagis-MT (Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso) desde 2007, onde leciona aos novos juízes de MT. Graduado em ciências e matemática, com ênfase em informática, e bacharel em Direito. Tem MBA em Poder Judiciário (FGV-Rio) e 14 especializações universitárias pela UFRJ e pelas Universidades de Lisboa, Cândido Mendes, Gama Filho, Estácio de Sá, entre outras. Possui mais de 200 cursos de extensão em universidades do Brasil e exterior. Escritor, autor de 11 livros e articulista com mais de 200 artigos jurídicos publicados em revistas jurídicas especializadas no Brasil e Europa. Palestrante. Doutrinador. Membro titular-vitalício desde 2007 da Academia Mato-grossense de Letras (AML) e da Academia Mato-grossense de Magistrados (AMA).

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Recebeu também inúmeras medalhas, títulos e honrarias de reconhecimento em níveis regional e nacional pela produtividade e dedicação à magistratura, gestão judiciária e trajetória acadêmica. Como juiz diretor do foro de Chapada dos Guimarães, em 2003 e 2004, teve a gestão administrativa reconhecida pelo Ministério da Justiça em nível nacional como uma das melhores do país. Como jurista, foi homenageado com seu nome sendo conferido à “Sala de Audiências do Núcleo de Prática Jurídica do Curso de Direito da UNIC de Sorriso “Prof. Dr. Wanderlei José dos Reis”.

Autor: Assessoria

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Entenda a sua audiência: Saiba como funciona um Tribunal do Júri

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Está no ar mais uma edição da série “Entenda a sua audiência”, iniciativa do Poder Judiciário de Mato Grosso, por meio do Laboratório de Inovação – InovaJusMT e da Coordenadoria de Comunicação, que busca aproximar a Justiça da sociedade com a disponibilização de vídeos que explicam o funcionamento dos diversos tipos de audiência judicial. Neste episódio, o tema é “Tribunal do Júri”, que já pode ser conferido no canal do TJMT no Youtube.
A iniciativa utiliza linguagem simples e inteligência artificial para produzir vídeos e cartilhas informativas de fácil compreensão, com o objetivo de disseminar conhecimento sobre os direitos dos cidadãos relativos ao acesso à Justiça, facilitando a experiência da pessoa que vivencia a situação de participar de uma audiência.
Vale destacar que a série Entenda a sua Audiência é uma das duas produções do TJMT finalistas no Prêmio Nacional de Comunicação e Justiça 2026, promovido pelo Fórum Nacional de Comunicação e Justiça (FNCJ), na categoria “Iniciativa de IA”. A premiação reconhece iniciativas de todo o país que fortalecem a comunicação pública, valorizam a transparência institucional e aproximam o Sistema de Justiça da sociedade.
Episódio “Tribunal do Júri”
Neste vídeo, você fica sabendo cada detalhe do funcionamento do Tribunal do Júri, um tipo de julgamento em que a decisão fica nas mãos da sociedade, representada pelos jurados, que são cidadãos comuns, de reputação ilibada.
Previsto na Constituição Federal de 1988, o Tribunal do Júri julga crimes dolosos contra a vida, ou seja, quando a pessoa tem a intenção de matar ou assume o risco de causar a morte, como são os casos de homicídio doloso, feminicídio, vicaricídio, induzimento, instigação ou auxílio ao suicídio, infanticídio, aborto criminoso. A tentativa desses tipos de crimes também pode ser julgada pelo Tribunal do Júri, bem como os crimes conexos.
O vídeo também explica quem são as pessoas que participam do Tribunal do Júri, como o juiz ou juíza, que conduz a sessão de julgamento e fixa a pena, se houver condenação; o (a) promotor (a) de justiça, que representa o Ministério Público e apresenta a acusação; a assistente de acusação, que pode representar a família da vítima, quando houver; o advogado, que faz a defesa do réu ou da ré; o réu ou a ré, que é a pessoa acusada de cometer o crime; as testemunhas, que contam ao júri o que viram, ouviram ou sabem sobre o caso. Por fim, os (as) sete jurados são cidadãos comuns convocados para participar do julgamento.
Até mesmo o roteiro de uma sessão do Tribunal do Júri é explicado no vídeo, desde a convocação de 25 jurados (as), dos quais sete são sorteados para atuarem no julgamento até o proferimento da sentença.
Os direitos e deveres dos jurados também são abordados, como a obrigatoriedade de comparecimento e a garantia da folga no trabalho nos dias de participação na sessão do Tribunal do Júri. O voto dos jurados é secreto e sua imagem deve ser preservada, ou seja, nomes e imagens não podem ser divulgados ao público.

Autor: Celly Silva

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Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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