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Juizado de Rondonópolis garante intérprete de Libras em audiência e assegura inclusão da vítima

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O Juizado Especial Cível e Criminal de Rondonópolis realizou uma audiência de instrução e julgamento com a participação de intérprete de Língua Brasileira de Sinais (Libras), garantindo a plena inclusão e o direito de participação de uma vítima com deficiência auditiva e de fala. A audiência foi conduzida pelo juiz do 2º Juizado Especial Cível e Criminal, Wagner Plaza Machado Junior.

A providência foi adotada após o magistrado constatar que a vítima é surda. Diante disso, foi solicitada ao Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) a designação de um intérprete de Libras. A Coordenadoria Judiciária indicou um profissional, que foi nomeado pelo juiz e compareceu presencialmente ao fórum, assegurando a comunicação adequada durante todo o ato processual.

Para o juiz Wagner Plaza Machado Junior, a atuação do intérprete foi essencial para a efetivação dos direitos fundamentais. “A presença do intérprete de Libras é indispensável para garantir que a pessoa com deficiência participe plenamente do processo, compreenda os atos judiciais e exerça seus direitos em igualdade de condições, assegurando uma Justiça verdadeiramente acessível e inclusiva”, destacou o magistrado.

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Durante a audiência, a vítima foi ouvida e, por meio do intérprete, ressaltou a importância da iniciativa. Segundo ela, a ação representou um avanço na inclusão das pessoas surdas, enfatizando que muitas vezes não há comunicação adequada com pessoas ouvintes. A vítima afirmou ainda que se sentiu acolhida por ter contado com o apoio do intérprete, destacando a relevância de a lei também proteger a comunidade surda.

O processo trata de denúncia apresentada pelo Ministério Público contra o réu, acusado de perseguir reiteradamente a vítima, ameaçando sua integridade física e psicológica, restringindo sua liberdade de locomoção e invadindo sua esfera de privacidade. O magistrado recebeu a denúncia e designou a audiência de instrução e julgamento para a oitiva da vítima.

A audiência ocorreu no âmbito do processo nº 1011664-48.2025.8.11.0003, que apura o crime de perseguição.

Autor: Assessoria de Comunicação

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Departamento: CGJ-MT

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Comarca de Sinop promove ações de conscientização e proteção à infância e juventude

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A imagem mostra um grande grupo de pessoas reunido em um auditório inclinado, posando para uma foto coletiva após o evento.A Comarca de Sinop realizou, ao longo da semana, uma série de ações voltadas à promoção e garantia dos direitos de crianças e adolescentes, com atividades de conscientização sobre adoção, entrega legal e combate à exploração sexual infantojuvenil.

Uma das iniciativas foi a realização de palestra sobre adoção na Faculdade FASIPE, em Sinop, direcionada aos acadêmicos do curso de Direito. O evento reuniu aproximadamente 250 estudantes e proporcionou um espaço de reflexão e diálogo sobre os aspectos jurídicos e sociais relacionados ao tema.

A imagem mostra um grupo de 19 pessoas reunidas em um ambiente interno, posando para uma foto de equipe.Durante a palestra, foram abordadas informações sobre o Sistema Nacional de Adoção e Acolhimento (SNA), os procedimentos legais da adoção, os desafios enfrentados por crianças e adolescentes em situação de acolhimento e a importância da garantia do direito à convivência familiar e comunitária.

Participaram como palestrantes a juíza da Vara Especializada da Infância e Juventude da Comarca de Sinop, Melissa de Lima Araújo; o promotor de Justiça da Infância e Juventude, Nilton Cesar Padovan; a defensora pública Luciana Garcia Barbosa; e a presidente do Grupo de Apoio à Adoção de Sinop, Manoela Conter.

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Outra importante ação desenvolvida foi a campanha de conscientização sobre a Entrega Legal, realizada diretamente nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) do município. A iniciativa contou com o apoio da Secretaria Municipal de Saúde de Sinop, do Ministério Público e da Defensoria Pública.

As palestras e orientações tiveram como objetivo esclarecer profissionais da rede pública de saúde acerca do procedimento legal de entrega voluntária para adoção, previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), assegurando acolhimento humanizado e proteção integral às gestantes e recém-nascidos.

Uma mulher com cabelos longos e ondulados, vestindo camiseta branca e saia escura texturizada, fala ao microfone em pé atrás de um púlpito.A juíza Melissa de Lima Araújo destacou os aspectos jurídicos, sociais e humanizados da Entrega Legal, contribuindo para a correta identificação e acolhimento de situações que possam demandar encaminhamento à rede de proteção.

Durante a campanha, também foram distribuídos panfletos informativos, utilizados carros de som e camisetas alusivas ao tema, ampliando o alcance das orientações junto à população.

Encerrando a programação, foi realizada sexta-feira (29) uma caminhada de mobilização e conscientização pelo combate à exploração sexual de crianças e adolescentes, percorrendo a Avenida Júlio Campos.

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A ação contou com a participação da Secretaria Municipal de Assistência Social e dos órgãos integrantes do Sistema de Garantia de Direitos, com o objetivo de sensibilizar a comunidade sobre a importância da prevenção, identificação e enfrentamento das situações de violência sexual contra crianças e adolescentes.

Autor: Assessoria de Comunicação

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Departamento: CGJ-MT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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