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Juizado Volante Ambiental de Cáceres realiza fiscalização no Rio Paraguai e afluentes

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Com início da temporada de pesca 2023, o Núcleo de Polícia Militar do Juizado Volante Ambiental de Cáceres (225 km a Oeste de Cuiabá) realizou patrulhamento terrestre e fluvial na região, com a finalidade de fiscalizar ostensiva, preventiva e repreensivamente dos praticantes da atividade pesqueira, garantindo assim o cumprimento das Leis Ambientais.
 
O 3° sargento PM Waisteim e o cabo PM Silva Mendes, que atuam no Juvam de Cáceres, com apoio do motorista do Fórum da Comarca, Adauto Fernandes, percorreram mais 160 km terrestre do Fórum de Cáceres até a Fazenda Santo Antônio das Lendas e depois realizam o percurso do Rio Paraguai e afluentes.
 
Na fase fluvial foram fiscalizadas lanchas e outras embarcações, averiguação de documentos obrigatórios em lei para a pesca, bem como o cumprimento de requisitos: pescado dentro da medida estipulada em lei, não exercer a quantidade de pescado de cada pescador, evitar a pesca predatória e conter a pesca de espécies protegidas em lei.
 
A fiscalização fluvial ocorreu nos dias 03 e 04 de fevereiro (sexta e sábado) e nos dois dias anteriores (01 e 02) foram realizadas fiscalizações referentes ao término do período de defeso, a piracema nas localidades: Barranco Vermelho, Baiazinha, Baía das Éguas, Pique Nique, Morro Pelado, Presidente, Olaria, Paratudal, Descalvado, Jatobá, Poção da Reserva Taiamã.
 
#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Imagem1 – Foto das costas de integrante do Juvam em uma embarcação percorrendo o Rio Paraguai.
Imagem2 – Foto do agente PM abordando uma embarcação
 
Alcione dos Anjos/ Fotos Juvam Cáceres
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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Expedição Justiça Sem Fronteiras marca recomeços com divórcio e casamento em Palmarito

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A 2ª edição da Expedição Justiça Sem Fronteiras transformou histórias e realizou sonhos na comunidade de Palmarito, em Vila Bela da Santíssima Trindade (594 km de Cuiabá).
Enquanto a dona de casa Juscilene Massaré, de 48 anos, conseguiu oficializar o divórcio que aguardava há dois anos, o casal Edalina Tomicha e Cornelho Neto deu entrada no casamento civil após cerca de 30 anos de convivência.
Promovida pelo Poder Judiciário de Mato Grosso (PJMT), por meio da Justiça Comunitária, a Expedição Justiça Sem Fronteiras leva serviços de cidadania, orientação jurídica e acesso à Justiça para comunidades localizadas na faixa de fronteira entre Brasil e Bolívia.
Um novo começo
Separada de fato há dois anos, Juscilene conta que desejava formalizar o divórcio desde o fim do relacionamento, mas as dificuldades financeiras e a rotina de trabalho impediram que ela buscasse a regularização. A solução veio por meio de uma audiência realizada por videoconferência. Embora o ex-marido não estivesse em Palmarito, ele participou do ato de forma remota e confirmou sua concordância com o divórcio.
“Assim que ele saiu de casa eu já queria resolver isso, mas não foi possível. Eu trabalhava muito, tinha meu filho menor para cuidar e não tinha condições de viajar. Eu ficava muito triste com essa situação. Então, conseguir resolver isso hoje é só felicidade”, afirmou.
A assessora de gabinete Juliana de Paula relata que a conciliação permitiu resolver rapidamente uma situação que poderia levar meses para ser concluída.
“Ela nos procurou informando que já estava separada de fato há dois anos e que o ex-cônjuge concordava com o divórcio. Como ele não estava presente, realizamos uma audiência por videoconferência com a participação do magistrado e do defensor público. Em menos de uma hora conseguimos resolver uma situação que poderia levar meses para ser concluída”, detalhou.
O sonho do casamento
Se para Juscilene o momento representou o encerramento de um ciclo, para Edalina Tomicha e Cornelho Neto simbolizou a realização de um sonho antigo. Moradores da comunidade, eles aproveitaram a passagem da expedição por Palmarito para dar entrada na habilitação do casamento civil.
“Nós somos moradores daqui e, quando ficamos sabendo dos atendimentos, viemos. Eu me sinto muito feliz. Faz muito tempo que ele fala sobre nos casarmos no civil”, contou Edalina.
“Eu amo minha mulher e quero casar com ela. Essa oficialização tem um valor muito grande para nós”, completou Cornelho.
A assessora jurídica da Defensoria Pública Patrícia Costa Campos explica que muitas pessoas deixam de formalizar a união por dificuldades financeiras ou pela distância dos serviços públicos. “Eles estão juntos há cerca de 30 anos, construíram uma família e uma história de vida na comunidade. Muitas vezes as pessoas não formalizam a união por falta de condições financeiras ou de acesso aos serviços. Para nós é uma alegria poder contribuir para que esse desejo seja realizado”, pontuou.

Próximas etapas
A programação da Expedição Justiça Sem Fronteiras segue para o distrito de Santa Clara de Monte Cristo, em Vila Bela da Santíssima Trindade, nos dias 14 e 15 de junho.
A última etapa será realizada no distrito de Vila Picada, em Porto Esperidião, nos dias 17 e 18 de junho.

Autor: Emily Magalhães

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Fotografo: Josi Dias

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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