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Justiça que fala a língua do Brasil: vídeo celebra 8 de dezembro e destaca compromisso do Judiciário

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Arte institucional do Dia da Justiça traz o mapa do Brasil preenchido com a bandeira nacional. O fundo é claro e sem pessoas. No rodapé, aparecem os logotipos da Redecom, Conespre e do Poder Judiciário de Mato Grosso, reforçando o caráter oficial da peça.O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) celebra o Dia da Justiça, em 8 de dezembro, como um Tribunal Diamante, após conquistar neste mês o Selo Diamante no Prêmio CNJ de Qualidade. A conquista simboliza um percurso contínuo de aperfeiçoamento institucional, resultado do empenho conjunto de sucessivas administrações e do trabalho dedicado de magistrados, servidores e equipes técnicas. É um reconhecimento ao esforço permanente de oferecer serviços judiciais mais céleres, eficientes, transparentes e acessíveis, sempre voltados a facilitar a vida do cidadão.

Nesta data especial, o TJMT divulga um vídeo produzido pela Redecom, rede colaborativa de comunicação que reúne as assessorias dos 27 Tribunais estaduais do país. A produção destaca a dimensão humana do Judiciário e o compromisso nacional com um atendimento que acolhe, orienta e transforma realidades.

Assista ao vídeo neste link

O vídeo, construído de forma conjunta pelas equipes de comunicação de todo o Brasil, convida o público a refletir sobre o papel cotidiano da Justiça e a proximidade entre magistrados, servidores e a sociedade. A mensagem enfatiza que “Justiça é gente. É serviço público. É encontro. É escuta. É presença.”

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A campanha lembra que, a partir de cada Tribunal, nasce um compromisso único: “servir todas as pessoas, em todos os estados, em todos os sotaques.” No Dia da Justiça, celebra-se aquilo que realmente importa: a vida que passa pelo Judiciário todos os dias, reafirmando uma Justiça que fala a língua do Brasil.

Justiça mato-grossense: pacificação, proximidade e modernização

Em Mato Grosso, a data também reitera o compromisso permanente do Poder Judiciário, com uma entrega de serviços cada vez mais eficiente e conectada às necessidades reais da população. A produtividade de magistrados e servidores tem garantido decisões céleres, seguras e de alto impacto social, refletindo diretamente na vida do cidadão.

Ao mesmo tempo, a Corte mato-grossense expande iniciativas de pacificação social, diálogo e solução consensual de conflitos, investindo na descentralização das ações, no fortalecimento da mediação e conciliação e em políticas que asseguram uma Justiça mais próxima, acessível, moderna, transparente em todo Estado, presente tanto nos grandes centros quanto nas comunidades mais distantes.

Sobre a Redecom

A Rede de Comunicação da Justiça Estadual (Redecom) foi criada pelo Conselho de Presidentes dos Tribunais de Justiça (Consepre) para integrar e fortalecer o trabalho das assessorias de comunicação de todo o país. A rede surgiu para ampliar a presença institucional da Justiça Estadual, promover ações conjuntas de grande alcance e estimular a troca de experiências entre os Tribunais.

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Com caráter cooperativo, o grupo vem coordenando campanhas nacionais, compartilhando estratégias, aprimorando práticas profissionais e ampliando a visibilidade do trabalho realizado pela Justiça Estadual, responsável pela maior parte dos processos em trâmite no Brasil. Coordenada pelo Comitê de Comunicação da Justiça Estadual, a Redecom segue impulsionando criatividade, inovação e unidade entre os Tribunais.

Autor: Dani Cunha

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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42º Gemam reforça atualização da magistratura diante de desafios sociais complexos

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Homem com cabelos grisalhos e barba, fala direcionando o olhar para baixo e para a esquerda. Ele usa paletó azul e camisa social cinza. Um microfone da A evolução constante da sociedade e o surgimento de novos desafios exigem do Poder Judiciário uma resposta igualmente dinâmica e qualificada. Com esse enfoque, o desembargador Márcio Vidal, diretor da Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT), abriu o 42º Encontro do Grupo de Estudos da Magistratura de Mato Grosso (Gemam) ao destacar que a busca por conhecimento é contínua e essencial para enfrentar problemas sociais que acompanham o avanço do tempo.

A afirmação de Vidal sintetiza o espírito do encontro realizado na última sexta-feira (19 de junho), no Tribunal do Júri de Rondonópolis, que reuniu magistrados(as) em uma programação técnica voltada à discussão de temas atuais e sensíveis à prestação jurisdicional.

Na abertura do encontro, o desembargador ressaltou que o Judiciário precisa acompanhar as transformações sociais, que evoluem junto com o avanço tecnológico, mas também trazem novos problemas.

Ao comentar a temática da palestra inicial, intitulada “Juventude em risco: O desafio das drogas no portão da escola e a proteção da vida por meio da internação compulsória para todos”, Vidal chamou atenção para a complexidade da questão das drogas entre jovens, classificando-a como um tema bastante sensível para toda a sociedade. Segundo o desembargador, o papel do Judiciário é justamente se manter atento e buscar constantemente novos modelos de atuação.

Homem de cabelos escuros e curtos, vestindo paletó azul e camisa branca, concede entrevista olhando para o lado esquerdo. Um microfone preto aparece em primeiro plano e o fundo está desfocado.Representando a Corregedoria-Geral da Justiça, o juiz auxiliar Jorge Alexandre Martins Ferreira reforçou o apoio institucional ao evento e destacou o impacto da atualização contínua na qualidade das decisões. “É muito importante que o juiz se qualifique vendo coisas novas”, afirmou, ao comentar a relevância da palestra com o psiquiatra convidado, Diego de Souza Vacari.

Ferreira acrescentou que o contato com dados atuais permite compreender melhor a realidade social, citando como exemplo a evolução do potencial das drogas ao longo das décadas. “São fatos que a gente vê no dia a dia e que mostram que precisamos estar sempre reaprendendo”, completou.

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Construção coletiva fortalece a magistratura

Mulher de cabelos longos e escuros fala ao microfone. Ela veste blazer off-white e brincos de argola. Ao fundo, um painel verde exibe a imagem da estátua da Justiça com a balança.A proposta do Gemam como espaço de construção coletiva foi enfatizada pela coordenadora do grupo, juíza Alethea Assunção Santos. Segundo ela, o diferencial está na produção acadêmica conduzida pelos próprios magistrados(as). “A construção é feita pelos próprios juízes e, a partir das discussões, são elaborados enunciados orientativos para a prestação jurisdicional. Isso é muito importante porque enriquece o nosso trabalho, enriquece a prestação jurisdicional e serve como capacitação profissional e também pessoal para os magistrados de Mato Grosso”, explicou.

Ela destacou ainda que os temas debatidos refletem diretamente os desafios enfrentados nas unidades judiciais. “São dificuldades que encontramos no dia a dia da prestação jurisdicional e, a partir desses debates, conseguimos levar mais segurança para as decisões”, pontuou, ressaltando que o resultado é um serviço mais qualificado à população.

Mulher de cabelos escuros e batom vermelho sorri ao conceder entrevista. Ela veste blusa verde-escura sem mangas. Um microfone da A realização do encontro em Rondonópolis foi celebrada pela juíza diretora do Foro, Aline Bissoni, que destacou a importância institucional do evento. “É uma honra receber o Gemam, um grupo que realmente traz temas muito relevantes para o nosso desenvolvimento”, afirmou. Para ela, a abordagem interdisciplinar amplia a visão dos magistrados sobre questões complexas.

Atuando na área criminal, a magistrada destacou o impacto prático do conteúdo apresentado. “Ouvir o psiquiatra falar de forma técnica sobre os malefícios das drogas e como elas se tornaram mais nocivas faz toda a diferença para que possamos julgar melhor”, disse.

Homem de óculos fala ao microfone, gesticulando com a mão esquerda. Ele veste terno escuro, camisa clara e gravata amarela listrada. Ao fundo, uma parede verde e um banner com a deusa da justiça.No campo interdisciplinar, o psiquiatra Diego Vacari, responsável pela palestra de abertura, enfatizou a importância do diálogo entre diferentes áreas. Ele destacou como positiva a aproximação da magistratura com o tema. “A magistratura está cada vez mais interessada nessa situação, e isso é fundamental para desmitificar e aproximar saúde mental e justiça”, afirmou.

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Vacari alertou ainda para o aumento do consumo de drogas entre crianças e adolescentes, fenômeno que, segundo ele, ocorre em escala global. “Os jovens estão usando drogas cada vez mais cedo, muitas vezes dentro da escola ou nas proximidades”, disse. Para o especialista, o enfrentamento do problema depende de atuação conjunta. “Se não houver união entre saúde, justiça, segurança pública e educação, não vamos conseguir diminuir esses índices”.

Mulher de cabelos longos e ondulados fala ao microfone, com a mão direita fechada. Veste camisa estampada verde e branca e saia escura. Ao fundo, parede verde e pontas de mastros de bandeiras.Outro destaque foi o painel sobre litigância abusiva, no qual a juíza Cristiane Padim da Silva apresentou proposta para aprimorar o monitoramento de demandas predatórias. “A ideia é registrar a Recomendação 159 do CNJ nas decisões em que houver abuso do direito de ação, para que possamos traçar estratégias mais eficientes”, explicou. Segundo ela, a medida busca garantir que o sistema de justiça seja mais acessível a quem realmente precisa. A magistrada também ressaltou a importância do encontro como espaço de troca. “A gente sai daqui cheio de ideias, de motivação, com mais preparo para a atuação diária”, afirmou.

Além das discussões sobre saúde mental, drogas e litigância abusiva, o 42º Gemam contou ainda com painéis voltados a outros temas relevantes para a atuação jurisdicional. Foram abordados o controle judicial do orçamento público e a aplicação de emendas parlamentares frente à discricionariedade e abuso de poder, o tratamento ambulatorial e as medidas de segurança aplicáveis a réus com doença mental, bem como o conceito e as implicações da chamada “purga da mancha probatória”.

Outras informações podem ser obtidas pelo e-mail [email protected] ou pelos telefones (65) 3617-3844 / 99943-1576.

Autor: Lígia Saito

Fotografo: Rodrigo Moura

Departamento: Assessoria de Comunicação da Esmagis – MT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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