Tribunal de Justiça de MT

Juvam de Rondonópolis promove semana de conscientização e cuidados com animais domésticos

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O Juizado Volante Ambiental (Juvam) de Rondonópolis (218 Km a sul da Capital) realizou semana de conscientização sobre a importância de cuidar da fauna doméstica com o envolvimento de crianças e adolescentes de seis a 17 anos de idade. As atividades, na Escola Estadual Edith Pereira Barbosa, contaram com a parceria da Ong Cantinho de Proteção Animal, Secretaria Municipal de Saúde, por meio do Centro de Controle em Zoonoses (CCZ), Secretaria Municipal do Meio Ambiente e Policia Militar Ambiental.
 
A unidade judicial desenvolve há mais de cinco anos projeto de educação ambiental permanente, como método preventivo, com assuntos pertinentes às temáticas inseridas no calendário ambiental anual. E nessa semana, foram trabalhados ciclos de palestras com temas sobre legislação e penalidades voltadas às infrações criminais cometidas contra a fauna, maus tratos e bem-estar animal.
 
Os temas foram desenvolvidos por uma equipe de 10 profissionais das áreas da Medicina Veterinária, Direito, meio ambiente e da Polícia Militar Ambiental. A semana foi encerrada com o atendimento de 293 animais durante a 13ª Edição do Veterinário Solidário.
 
Os serviços ofertados foram consulta clínica aos animais; exames de RX e ultrassonografia; doação de medicamentos para tratamento continuados; vermifugação; vacinação antirrábica; coleta de exames de leishmaniose; encoleiramento repelente contra leishmaniose; microchipagem; cadastro para castração; doação de ração e doação de mudas.
 
“Falei sobre as cinco liberdades dos animais, e pude ver o entusiasmo e a alegria das crianças ao abordarmos o tema. Nota-se, inclusive, que esses esforços estão sendo frutíferos, diminuindo a população de animais de rua, incentivando o cidadão a zelar dos animais e levando informações preciosas de saúde pública”, destacou Tiago Lissoni, médico veterinário, que participou do ciclo e como veterinário voluntário.
 
Na visão da gestora administrativa do Juvam, Márcia Meloto, levar essas e muitas outras informações à população, principalmente para crianças e adolescentes, acaba por amenizar o número de condutas criminais geradas muitas vezes pela falta de conhecimento e informação. “Agradeço e parabenizo os organizadores, parceiros e a direção do estabelecimento de ensino que se empenhou em garantir a participação dos alunos e comunidade”, finalizou a juíza titular do Juvam, Milene Aparecida Pereira Beltramini.
 
#Paratodosverem
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição das imagens. Foto 1 – em formato horizontal colorida: atendimento veterinário na quadra de esportes da escola. Foto 2 – em formato horizontal colorida: veterinário com crianças da escola que participaram da palestra. Foto 3 – em formato horizontal colorida: policial militar ambiental registra momento de palestra com estudantes adolescentes.
  
Álvaro Marinho
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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Projeto de leitura transforma experiências e amplia horizontes de pessoas privadas de liberdade

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Visão em ângulo de uma pessoa folheando um livro aberto sobre uma mesa branca. Uma das mãos segura uma caneta azul, apontando para o texto que traz fotos em preto e branco de crianças.Durante a III Capacitação – Práticas de Leitura no Sistema Prisional e Remição de Pena, realizada nos dias 2 e 3 de junho, em formato virtual, a professora Silvia Aparecida Duarte Fraga apresentou a experiência desenvolvida na Cadeia Pública de Alto Araguaia (421km de Cuiabá) por meio do projeto “Viagem Sobre as Grades – Remição Pela Leitura e Expressão de Sentimentos”. A iniciativa integra as boas práticas educacionais desenvolvidas no sistema prisional mato-grossense.

Promovido pelo Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e Socioeducativo (GMF/TJMT), pela Coordenadoria de Educação de Jovens e Adultos (Coeja/Seduc-MT) e pelo Núcleo de Educação no Sistema Penitenciário (NESP/SAAP/Sejus-MT), o evento reuniu educadores e profissionais que atuam com a remição de pena pela leitura em unidades prisionais de Mato Grosso.

Ao relatar sua trajetória no projeto, Silvia contou que recebeu o convite para atuar com pessoas privadas de liberdade de forma inesperada. Com mais de duas décadas dedicadas à educação de crianças e adolescentes, ela afirmou que a experiência a levou a romper preconceitos e ampliar sua visão sobre os processos de aprendizagem.

“O aprendizado vai muito além das quatro paredes de uma sala de aula. Pequenos esforços e a leitura permitem que a pessoa vá além do que os olhos enxergam”, destacou.

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Segundo a educadora, o nome do projeto surgiu a partir da fala de um dos participantes. “Ele disse que, quando estava na sala realizando as atividades de leitura, sentia o corpo preso, mas a mente voando. Foi aí que compreendi o significado da leitura naquele ambiente”, relatou.

A iniciativa é desenvolvida em etapas que estimulam a expressão de sentimentos, o autoconhecimento e a construção de novos projetos de vida. Uma das atividades consiste na elaboração de uma árvore de palavras, em que os participantes registram emoções, desejos e percepções por meio de palavras-chave.

Outra ação de destaque é a produção de cartas motivacionais. Nessa atividade, os alunos são convidados a escrever para si mesmos, assumindo a perspectiva de um desconhecido. O exercício incentiva o uso de palavras positivas, conselhos, reflexões sobre mudanças, sonhos e possibilidades, além da valorização pessoal e da esperança.

De acordo com Silvia, os resultados observados incluem o fortalecimento da autoestima, a ampliação da capacidade emocional, o aumento do interesse pela leitura e o enriquecimento do vocabulário dos participantes.

Ouvidoria apresenta canais de atendimento e orientação ao cidadão

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A programação também contou com a participação do ouvidor setorial da Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT), Ricardo Augusto de Oliveira, que apresentou orientações sobre os canais de atendimento da Ouvidoria e os procedimentos para registro de manifestações.

Segundo ele, a Ouvidoria atua como uma ponte entre o cidadão e a administração pública, recebendo demandas, orientando os usuários e encaminhando as solicitações aos setores responsáveis para análise e providências dentro dos prazos estabelecidos.

“O papel da Ouvidoria também é educativo, orientando o cidadão sobre o melhor caminho para registrar sua manifestação e acompanhar o atendimento”, explicou.

O ouvidor destacou ainda os cursos oferecidos pela instituição para capacitar servidores públicos e aprimorar a qualidade dos atendimentos. Durante a apresentação, ele orientou os participantes sobre a utilização do sistema Fale Cidadão, ferramenta disponibilizada pela Controladoria Geral do Estado e acessível por meio dos portais oficiais do Poder Executivo Estadual.

Autor: Patrícia Neves

Fotografo: Alair Ribeiro

Departamento: Coordenadoria de Comunicação Social do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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