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Núcleo de Sustentabilidade impulsiona avanços em gestão ambiental no Judiciário de MT

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Vencedores do “Desafio Judiciário Sustentável” destacaram a importância do Núcleo de Sustentabilidade no avanço das ações ambientais dentro do Poder Judiciário de Mato Grosso. Na quinta-feira (18 de setembro), 48 selos de reconhecimento foram entregues nas categorias Áreas Administrativas, Comarcas e Gabinetes de Desembargadores. A premiação fez parte da programação do 10º Encontro de Sustentabilidade e 2º Seminário de Mudanças Climáticasdo TJMT.
Regulamentado pela Portaria 709/2025, o desafio monitorou, mensalmente, uma série de indicadores no período de agosto de 2024 a julho de 2025. A iniciativa é desenvolvida com o objetivo de premiar com selos Diamante, Ouro, Prata e Bronze aqueles que apresentem os melhores índices de desempenho. Nesta edição, participaram 80 comarcas, 30 gabinetes de desembargadores e 27 unidades administrativas.
O Núcleo de Previdência do Judiciário foi um dos que receberam o reconhecimento pelo desenvolvimento de práticas sustentáveis na rotina de trabalho. O setor foi premiado com o selo Diamante ao alcançar 98,57% no Índice de Desempenho de Sustentabilidade (IDS). Entre as ações implantadas, a agente de sustentabilidade e gestora previdenciária, Margareth Pinheiro, destaca a separação de resíduos, com compartimentos exclusivos para orgânicos e recicláveis.
“Recebemos todas as orientações do Núcleo de Sustentabilidade, que esteve na nossa sala, nos ajudou e deu todo o apoio necessário. O mais essencial é que o Judiciário é um meio para que isso seja uma responsabilidade como cidadãos. Temos que ser sustentáveis no Tribunal, mas também em casa, na rua, dirigindo, como pedestres, e em qualquer lugar que estivermos”, relata a servidora.
Quem igualmente reforça a importância do Núcleo de Sustentabilidade é a juíza e diretora do Fórum de Cuiabá, Hanae Yamamura de Oliveira. Ela conta que na última edição do “Desafio Judiciário Sustentável” a comarca da Capital ficou em último lugar e, após trabalho em conjunto, conseguiu chegar ao IDS de 83,29%. O empenho de magistrados e servidores da instituição foi reconhecido com o selo Prata.
“O contato que o Núcleo de Sustentabilidade teve com a diretoria foi muito importante. O núcleo apresentou números e formas para conseguirmos ter uma comarca mais sustentável. Isso auxiliou muito a nossa equipe para que pudéssemos repassar para todos os servidores e magistrados, gerando o engajamento deles na pauta. Então, esse foi um resultado construído por todos nós e estamos felizes com a evolução”, explica a juíza.
O Fórum de Rondonópolis também foi premiado com o selo Diamante nesta edição do desafio. A comarca atingiu a marca de 86,71% no Índice de Desempenho de Sustentabilidade a partir de ações como a redução no número de impressões e na quantidade de veículos. Segundo a diretora do fórum, juíza Aline Quinto Bissoni, cerca de 50% das impressoras que antes eram utilizadas na instituição foram devolvidas ao Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT).
“Devolvemos impressoras, veículos, e já estamos estudando o que mais podemos fazer para reduzir o consumo de combustível. Esse trabalho tem sido crescente e muito satisfatório. Fomos conclamados pelo Núcleo de Sustentabilidade a promover ações dentro da comarca, sensibilizando os servidores para o consumo consciente e redução de resíduos. Então, a atuação do núcleo tem sido muito relevante”, pontua Aline.
Leia mais sobre o evento:

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Autor: Bruno Vicente

Fotografo: Josi Dias

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Judiciário de MT Explica: por que falar de Equidade Racial importa?

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Há muita diferença entre tratar as pessoas de forma igual e tratá-las com justiça. E para explicar melhor é fundamental falar de igualdade versusequidade racial.
De forma resumida, conforme o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a igualdade garante o tratamento igualitário perante a lei, enquanto a equidade ajusta esse tratamento às necessidades específicas de cada indivíduo ou grupo.
Assim, a equidade busca promover a aplicação da justiça na prática para corrigir desigualdades e desvantagens históricas por meio de ações afirmativas.
Depois de estudos iniciados a partir da Portaria 108/2020, o CNJ lançou em 2022 o Pacto Nacional pela Equidade Racial, do qual o Poder Judiciário de Mato Grosso é signatário a partir do Comitê de Equidade Racial.
Por meio dele, o Judiciário mato-grossense passou a realizar cursos de letramento racial e práticas antirracistas, oficinas nas diferentes áreas e outras ações no âmbito do Tribunal de Justiça e nas comarcas.
O trabalho busca promover a equidade, fortalecer a democracia, unir as pessoas pelo respeito para mostrar que o conhecimento é a melhor ferramenta para transformar a nossa realidade.

Autor: Lídice Lannes

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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