Tribunal de Justiça de MT

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A administração do Tribunal de Justiça de Mato Grosso já realizou serviços de manutenção e conservação predial em 23 fóruns do interior do estado este ano, por meio do trabalho da Coordenadoria de Infraestrutura nas comarcas.
 
Diversos serviços foram realizados pelas equipes nas unidades judiciárias, com o objetivo de conservar o patrimônio público, gerar melhorias no ambiente de trabalho para servidores e magistrados e garantir qualidade no atendimento ao público.
 
“A manutenção predial garante que não seja interrompida a prestação jurisdicional. Evita a deterioração do patrimônio público, dá melhores condições de trabalho aos servidores, proporcionando uma rede lógica firme, consistente, ambientes arejados, sem infiltrações, goteiras, sem risco de colapso da rede lógica e elétrica, e garantindo que o serviço não seja interrompido de forma alguma”, destaca o coordenador de infraestrutura do TJMT, Roberto Cyriaco.
 
Das 23 intervenções realizadas em 2024, nove já estão concluídas e 14 estão previstas para serem finalizadas entre março e abril deste ano.
 
Confira o que foi feito em cada comarca:
 
Mirassol D’Oeste – Reparos na Cobertura e das estruturas metálicas, adequação de captação de água pluvial, troca de esquadrias e pintura externa.
 
Vila Bela da Santíssima Trindade – Remanejamento de condensadoras de ar, novo reservatório, recuperação de esquadrias e pintura externa.
 
Feliz Natal – Instalação de peças de calhas, rufos e pingadeiras na cobertura, substituição de janelas metálicas por de alumínio (incluindo contra marco e pingadeira), troca geral das instalações elétricas e cabeamento estruturado, execução de calçada e pavimento externo, execução de muro de divisa e pintura geral.
 
Lucas do Rio Verde – Vedação e instalação de peças de calhas, rufos e pingadeiras na cobertura.
 
Sinop – Alteração de layout em alguns ambientes internos (incluindo instalações elétricas e cabeamento estruturado), substituição da antiga cisterna por novo reservatório de água, reparos e substituição de válvulas, conexões, bacias e lavatórios das instalações hidráulicas, instalação de nova iluminação externa do pátio.
 
Sorriso – Alteração de layout em alguns ambientes internos (incluindo instalações elétricas e cabeamento estruturado), troca parcial de esquadrias (janelas e instalação de novas portas), substituição de caixa d’água metálica por uma nova estrutura, instalação de calhas de captação de água pluvial na cobertura e pintura parcial.
 
Terra Nova do Norte – Substituição da cobertura por uma nova estrutura, incluindo platibanda, telhas, calhas, rufos e pingadeiras, troca geral das instalações elétricas e cabeamento estruturado, reparos e substituição de válvulas, conexões, bacias e lavatórios das instalações hidráulicas e pintura geral.
 
Nova Monte Verde – Troca geral das instalações elétricas e cabeamento estruturado, reparos e substituição de válvulas, conexões, bacias e lavatórios das instalações hidráulicas, substituição de janelas metálicas por de alumínio (incluindo contra marco e pingadeira), troca de piso cerâmico por porcelanato, substituição do forro em PVA por gesso acartonado e pintura geral.
 
Matupá – Ampliação e cobertura da garagem.
 
Arenápolis – Substituição da cobertura por uma nova estrutura, incluindo platibanda, telhas, calhas, rufos e pingadeiras, reparos nas instalações hidrossanitárias válvulas e conexões, pintura de piso e pintura geral interna e externa.
 
Diamantino – Instalação de peças de calhas, rufos e pingadeiras na cobertura.
 
Nortelândia – Troca da cobertura, instalações hidrossanitárias, elétrica, lógica, adequação dos banheiros, acessibilidade, instalação de esquadrias, troca do piso e pintura geral.
 
Rosário Oeste – Instalação de peças de calhas, rufos e pingadeiras na cobertura, substituição de placas de forro danificadas e pintura parcial.
 
Campo Novo do Parecis – Troca da cobertura, instalações hidrossanitárias, elétrica, lógica, adequação dos banheiros, acessibilidade, instalação de esquadrias, troca do piso e pintura geral.
 
Pedra Preta – Reforma do Átrio, adequações dos sanitários, instalações hidráulicas, instalações elétricas e de lógica, troca de piso e esquadrias e pintura interna.
 
Itiquira – Reparos na cobertura, instalação de plataformas metálicas na cobertura, adequação do sistema de captação de água pluvial, reparo das instalações elétricas e troca parcial de forro.
 
Juscimeira – Troca da cobertura.
 
Dom Aquino – Troca da cobertura do depósito, ampliação da Sala de Guarda, alteração de layout da copa, sanitários públicos e para pessoas com deficiência.
 
Novo São Joaquim – Troca da cobertura, adequação e reparo das instalações elétricas de lógica e hidrossanitárias, troca das esquadrias, acessibilidade, layout e pintura geral.
 
Campinápolis – Troca da cobertura, adequação e reparo das instalações elétricas de lógica e hidrossanitárias, troca das esquadrias, acessibilidade, layout e pintura geral.
 
Juína – Reforma do depósito, reparos na cobertura, adequação e reparo das instalações elétricas de lógica e hidrossanitárias, troca de piso, adequação de layout, troca parcial de esquadrias e pintura interna.
 
Porto dos Gaúchos – Instalação de sistema de drenagem do estacionamento, substituição de piso do hall de entrada, execução de calçada e pavimento externo do pátio e estacionamento.
 
Ribeirão Cascalheira – Reparos na cobertura e adequação das instalações elétricas.
 
#Paratodosverem
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual.
Descrição de imagem: foto horizontal colorida da fachada do Fórum de Feliz Natal. O prédio é cinza, de um andar só, com colunas brancas na entrada, palmeiras na frente, calçada e pedregulhos.
 
Mylena Petrucelli
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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42º Gemam reforça atualização da magistratura diante de desafios sociais complexos

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Homem com cabelos grisalhos e barba, fala direcionando o olhar para baixo e para a esquerda. Ele usa paletó azul e camisa social cinza. Um microfone da A evolução constante da sociedade e o surgimento de novos desafios exigem do Poder Judiciário uma resposta igualmente dinâmica e qualificada. Com esse enfoque, o desembargador Márcio Vidal, diretor da Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT), abriu o 42º Encontro do Grupo de Estudos da Magistratura de Mato Grosso (Gemam) ao destacar que a busca por conhecimento é contínua e essencial para enfrentar problemas sociais que acompanham o avanço do tempo.

A afirmação de Vidal sintetiza o espírito do encontro realizado na última sexta-feira (19 de junho), no Tribunal do Júri de Rondonópolis, que reuniu magistrados(as) em uma programação técnica voltada à discussão de temas atuais e sensíveis à prestação jurisdicional.

Na abertura do encontro, o desembargador ressaltou que o Judiciário precisa acompanhar as transformações sociais, que evoluem junto com o avanço tecnológico, mas também trazem novos problemas.

Ao comentar a temática da palestra inicial, intitulada “Juventude em risco: O desafio das drogas no portão da escola e a proteção da vida por meio da internação compulsória para todos”, Vidal chamou atenção para a complexidade da questão das drogas entre jovens, classificando-a como um tema bastante sensível para toda a sociedade. Segundo o desembargador, o papel do Judiciário é justamente se manter atento e buscar constantemente novos modelos de atuação.

Homem de cabelos escuros e curtos, vestindo paletó azul e camisa branca, concede entrevista olhando para o lado esquerdo. Um microfone preto aparece em primeiro plano e o fundo está desfocado.Representando a Corregedoria-Geral da Justiça, o juiz auxiliar Jorge Alexandre Martins Ferreira reforçou o apoio institucional ao evento e destacou o impacto da atualização contínua na qualidade das decisões. “É muito importante que o juiz se qualifique vendo coisas novas”, afirmou, ao comentar a relevância da palestra com o psiquiatra convidado, Diego de Souza Vacari.

Ferreira acrescentou que o contato com dados atuais permite compreender melhor a realidade social, citando como exemplo a evolução do potencial das drogas ao longo das décadas. “São fatos que a gente vê no dia a dia e que mostram que precisamos estar sempre reaprendendo”, completou.

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Construção coletiva fortalece a magistratura

Mulher de cabelos longos e escuros fala ao microfone. Ela veste blazer off-white e brincos de argola. Ao fundo, um painel verde exibe a imagem da estátua da Justiça com a balança.A proposta do Gemam como espaço de construção coletiva foi enfatizada pela coordenadora do grupo, juíza Alethea Assunção Santos. Segundo ela, o diferencial está na produção acadêmica conduzida pelos próprios magistrados(as). “A construção é feita pelos próprios juízes e, a partir das discussões, são elaborados enunciados orientativos para a prestação jurisdicional. Isso é muito importante porque enriquece o nosso trabalho, enriquece a prestação jurisdicional e serve como capacitação profissional e também pessoal para os magistrados de Mato Grosso”, explicou.

Ela destacou ainda que os temas debatidos refletem diretamente os desafios enfrentados nas unidades judiciais. “São dificuldades que encontramos no dia a dia da prestação jurisdicional e, a partir desses debates, conseguimos levar mais segurança para as decisões”, pontuou, ressaltando que o resultado é um serviço mais qualificado à população.

Mulher de cabelos escuros e batom vermelho sorri ao conceder entrevista. Ela veste blusa verde-escura sem mangas. Um microfone da A realização do encontro em Rondonópolis foi celebrada pela juíza diretora do Foro, Aline Bissoni, que destacou a importância institucional do evento. “É uma honra receber o Gemam, um grupo que realmente traz temas muito relevantes para o nosso desenvolvimento”, afirmou. Para ela, a abordagem interdisciplinar amplia a visão dos magistrados sobre questões complexas.

Atuando na área criminal, a magistrada destacou o impacto prático do conteúdo apresentado. “Ouvir o psiquiatra falar de forma técnica sobre os malefícios das drogas e como elas se tornaram mais nocivas faz toda a diferença para que possamos julgar melhor”, disse.

Homem de óculos fala ao microfone, gesticulando com a mão esquerda. Ele veste terno escuro, camisa clara e gravata amarela listrada. Ao fundo, uma parede verde e um banner com a deusa da justiça.No campo interdisciplinar, o psiquiatra Diego Vacari, responsável pela palestra de abertura, enfatizou a importância do diálogo entre diferentes áreas. Ele destacou como positiva a aproximação da magistratura com o tema. “A magistratura está cada vez mais interessada nessa situação, e isso é fundamental para desmitificar e aproximar saúde mental e justiça”, afirmou.

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Vacari alertou ainda para o aumento do consumo de drogas entre crianças e adolescentes, fenômeno que, segundo ele, ocorre em escala global. “Os jovens estão usando drogas cada vez mais cedo, muitas vezes dentro da escola ou nas proximidades”, disse. Para o especialista, o enfrentamento do problema depende de atuação conjunta. “Se não houver união entre saúde, justiça, segurança pública e educação, não vamos conseguir diminuir esses índices”.

Mulher de cabelos longos e ondulados fala ao microfone, com a mão direita fechada. Veste camisa estampada verde e branca e saia escura. Ao fundo, parede verde e pontas de mastros de bandeiras.Outro destaque foi o painel sobre litigância abusiva, no qual a juíza Cristiane Padim da Silva apresentou proposta para aprimorar o monitoramento de demandas predatórias. “A ideia é registrar a Recomendação 159 do CNJ nas decisões em que houver abuso do direito de ação, para que possamos traçar estratégias mais eficientes”, explicou. Segundo ela, a medida busca garantir que o sistema de justiça seja mais acessível a quem realmente precisa. A magistrada também ressaltou a importância do encontro como espaço de troca. “A gente sai daqui cheio de ideias, de motivação, com mais preparo para a atuação diária”, afirmou.

Além das discussões sobre saúde mental, drogas e litigância abusiva, o 42º Gemam contou ainda com painéis voltados a outros temas relevantes para a atuação jurisdicional. Foram abordados o controle judicial do orçamento público e a aplicação de emendas parlamentares frente à discricionariedade e abuso de poder, o tratamento ambulatorial e as medidas de segurança aplicáveis a réus com doença mental, bem como o conceito e as implicações da chamada “purga da mancha probatória”.

Outras informações podem ser obtidas pelo e-mail [email protected] ou pelos telefones (65) 3617-3844 / 99943-1576.

Autor: Lígia Saito

Fotografo: Rodrigo Moura

Departamento: Assessoria de Comunicação da Esmagis – MT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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