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Produção de conteúdo digital amplia alcance da Escola Superior da Magistratura em 2025

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Em 2025, a Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT) consolidou sua presença digital com uma produção audiovisual intensa de podcast e programas temáticos, somando 101 episódios. Além disso, o acervo de produção conta ainda vídeos educativos, institucionais e muito conteúdo para as redes sociais @esmagismt.
Para o diretor-geral da Esmagis-MT para o biênio 2025/2026, desembargador Márcio Vidal, a aproximação com a sociedade, viabilizada pelas ferramentas de comunicação, é uma das prioridades da gestão. “A comunicação é uma ponte essencial entre o Poder Judiciário e a sociedade. Os conteúdos digitais produzidos pela Escola ampliam nosso alcance e fortalecem a transparência. É fundamental que a população compreenda o trabalho da magistratura e a Esmagis tem contribuído decisivamente para isso”, afirmou.
Ao longo de 2025, a equipe de Comunicação da Esmagis-MT foi formada inicialmente pelas jornalistas Keila Maressa e Lígia Saito, com o reforço, a partir do mês de julho, do estagiário de Comunicação Castelino Roberto de Souza Silva Filho e, a partir de setembro, da jornalista Josiane Dalmagro.
Neste ano, foram divulgadas 47 edições do podcast “Explicando Direito”, produzido em parceria com a Rádio TJ para o Spotify e Rádio Assembleia, assim como 33 vídeos explicativos da série “Entendendo Direito”, produzida exclusivamente para o Instagram institucional da Esmagis.
O podcast visa aproximar o Judiciário da sociedade ao explicar, de forma simples e em formato de bate-papo, a importância do Direito no cotidiano, seu papel na inclusão social e na construção de uma sociedade democrática. Ajuda o cidadão a entender seus direitos, o funcionamento da Justiça e como decisões são tomadas, fortalecendo a confiança no sistema judiciário.
Já o Entendendo Direito traz ‘pílulas’ rápidas de conhecimento jurídico sobre temas de interesse público. De maneira dinâmica, magistrados e professores apresentam conteúdos confiáveis nas redes sociais, combatendo a desinformação e aproximando a população do Judiciário com informações claras e acessíveis.
Além disso, foram divulgados oito episódios do programa “Magistratura e Sociedade” e sete edições do “Explicando Direito”, versão para o Youtube.
O Magistratura e Sociedade é uma iniciativa que visa inserir os magistrados nas ciências sociais, ampliando a compreensão de conteúdos sociais e humanitários e fortalecendo a atuação judicial em contextos complexos. Os episódios estimulam reflexão sobre novos paradigmas e promovem um diálogo contínuo entre temas sociais e a sociedade.
Já a versão para o Youtube do “Explicando Direito” promove diálogo direto com integrantes do Judiciário, operadores do Direito, estudantes e sociedade. Por meio de conversas aprofundadas, o programa estimula o pensamento crítico, apresenta diferentes perspectivas sobre temas jurídicos e aborda aspectos históricos do Direito, além de divulgar novos livros e conteúdos relevantes da área.
Também foram produzidos e divulgados seis episódios do programa “Por dentro da Magistratura”, que apresenta experiências e trajetórias de magistrados(as), abordando carreira, opiniões e relações pessoais e institucionais. Em conversas leves, a iniciativa compartilha vivências que servem como orientação e inspiração para outros integrantes da magistratura.
Conteúdo para o site – A produção de textos jornalísticos institucionais é essencial para garantir que a sociedade tenha acesso a informações confiáveis e atualizadas. Somente em 2025, a Esmagis-MT produziu 339 matérias para o site institucional (até 12/12/2025). O volume mensal apresentou evolução constante, com destaque para setembro, que registrou 49 publicações, seguido de outubro, com 48.
Importa ressaltar que cada uma das matérias representa mais que apenas texto, ela é uma somatória de várias entrevistas, fatos apurados e muita pesquisa para que a produção seja entregue ao público de forma contextualizada e clara. Isso permite ao receptor a compreensão e a consciência das informações que lhe são apresentadas.
Instagram – No Instagram @esmagismt, a Assessoria de Comunicação contabilizou 398 postagens no feed e Reels até 9 de dezembro. O crescimento mensal demonstra fortalecimento da presença digital da instituição, com maior intensidade a partir do segundo semestre, com o reforço de mais uma profissional para o setor.
Essas postagens (reels e feed) alcançaram 540.001 visualizações ao longo do ano. Outubro foi o mês de maior alcance, com 104.645 visualizações, seguido de setembro (72.223) e agosto (64.795).
O mesmo conteúdo publicado atingiu 233.154 contas ao longo do ano. O mês de julho liderou o desempenho, com 48.925 contas alcançadas, seguido de outubro (40.658).
As interações também apresentaram crescimento. As publicações somaram 14.396 curtidas, com destaque para outubro, que registrou 2.068 curtidas, o maior número do ano (até 9/12).

Balanço anual – Para a assessora de Comunicação da Esmagis-MT, jornalista Keila Maressa, os resultados de 2025 mostram o quanto a comunicação se tornou parte essencial da missão da Esmagis. “Além de facilitar a conexão entre magistrados e novos conhecimentos, nosso compromisso é também aproximar a sociedade do trabalho da magistratura. O crescimento nas visualizações, no alcance e no engajamento demonstra que as pessoas querem entender mais sobre o papel da Escola da Magistratura e estamos conseguindo entregar informação qualificada, com linguagem clara e formatos modernos”.
Segundo ela, esse desempenho é fruto de um trabalho contínuo, técnico e colaborativo, que envolve toda a equipe e o apoio da direção da Escola. “O papel do jornalismo é assegurar transparência e credibilidade, fortalecendo a democracia e o direito à informação. Seguimos empenhados em ampliar ainda mais essa presença digital em 2026, sempre com foco em transparência, serviço público e educação jurídica. Cada integrante da equipe de comunicação da Esmagis-MT é peça fundamental para estarmos no patamar em que nos encontramos. Somado a isso, temos ainda o apoio de toda a diretoria, que nos fornece o alicerce para o crescimento”, afirmou.
Outras informações podem ser obtidas pelo e-mail [email protected] ou pelos telefones (65) 3617-3844 / 99943-1576.

Autor: Lígia Saito

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Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da Esmagis – MT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Projeto Hannah agiliza análises e muda rotina na Vice-Presidência do TJMT

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Além da tecnologia, o Projeto Hannah nasceu da rotina intensa e dos desafios reais enfrentados dentro da Vice-Presidência do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT). A iniciativa, desenvolvida internamente, é resultado direto do trabalho de servidores e servidoras que vivenciam diariamente o fluxo processual.

Segundo o assessor da Vice-Presidência, João Pedro Guerra, um dos servidores responsáveis pelo desenvolvimento da ferramenta, a ideia surgiu em um contexto de aumento expressivo de demandas. “O cumprimento das metas nacionais exigia um ritmo de trabalho constante, o que sinalizou a necessidade de adotar medidas que auxiliassem o fluxo de produção do gabinete, sem comprometer a função decisória”, explica.

Rotina intensa e necessidade de inovação

Em 2025, o volume de processos remetidos à Vice-Presidência cresceu significativamente. Diante desse cenário, a equipe precisou buscar alternativas que garantissem eficiência do serviço prestado.

A solução foi desenvolver uma ferramenta própria, pensada para a realidade do TJMT. Com a implementação do Hannah, a rotina passou por mudanças importantes. A ferramenta realiza uma triagem inicial dos documentos processuais, separando automaticamente aqueles que são essenciais para a análise — como recursos, contrarrazões e acórdãos — daqueles que não impactam diretamente a decisão.

Para a gestora de gabinete da Vice-Presidência, Camila Alessandra Pinheiro Salles Takases, o Hannah trouxe mais organização à rotina de análise de recursos. Ela descreve a ferramenta como um mecanismo que “permite uma análise mais acurada e aprofundada em demanda judiciais de alta complexidade”.

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Sistema de precedentes

No que se refere a mudanças no dia a dia, a gestora destaca a base atualizada de julgados dos tribunais superiores. “Diante da afetação de novos temas pelo Superior Tribunal de Justiça e do Supremo Tribunal Federal, a assessoria necessita estar sempre atualizada, o que demanda estudo diário dos entendimentos das cortes superiores. Por ter a sua base atualizada regularmente, a Hannah facilita na identificação de temas recentes e ainda desconhecidos pela assessoria, permitindo que a sistemática dos precedentes qualificados seja corretamente aplicada aos casos sob julgamento”, reforçou.

Mesmo com o apoio da inteligência artificial, o trabalho humano segue como peça central. Após a emissão do parecer pelo sistema, cabe ao assessor revisar, validar e, se necessário, ajustar o conteúdo antes da elaboração da minuta.

Produtividade e resultados concretos

Os impactos da ferramenta já podem ser medidos na prática. Dados internos apontam uma redução significativa no tempo médio de conclusão dos processos na Vice-Presidência ao longo de 2025, com correlação direta ao uso do Hannah.

O desenvolvimento do Hannah também foi marcado por desafios e aprendizado constante. O processo envolveu testes, ajustes e diálogo permanente entre a equipe técnica e os usuários finais.

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“O feedback dos servidores é positivo e há um alinhamento constante para correções e aprimoramento das funcionalidades”, explica João Pedro. Essa construção colaborativa tem sido essencial para garantir que a ferramenta atenda, de fato, às necessidades da rotina.

Propósito e reconhecimento

O Projeto Hannah integra a estratégia de inovação do TJMT e tem como objetivo aprimorar a prestação jurisdicional. A ferramenta utiliza um Mapa de Admissibilidade com 14 critérios sistematizados, criando uma sequência lógica de análise para verificar se os recursos atendem aos requisitos formais.

A iniciativa já ganhou destaque nacional e foi apresentada em evento promovido pelo STJ. Além disso, o modelo desenvolvido em Mato Grosso chamou a atenção do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que avalia a possibilidade de nacionalização da solução, permitindo que outros tribunais adotem a ferramenta.

Mais do que tecnologia, o Hannah representa uma mudança de cultura: uma solução construída por quem vive o dia a dia do Judiciário, com foco em eficiência, responsabilidade e valorização do trabalho humano.

Autor: Vitória Maria Sena

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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