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Projeto Verde Novo encerra 2023 com distribuição de mudas em ação no Parque Massairo Okamura

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O Projeto Verde Novo, uma iniciativa do Poder Judiciário de Mato Grosso, celebra o encerramento de 2023 com uma parceria no evento Programa Mulher MT, do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Mato Grosso (Crea-MT). Cerca de 350 mudas de árvores nativas e frutíferas foram distribuídas para as mulheres participantes do evento, marcando o fechamento das atividades do ano, fortalecendo e fomentando a conscientização ambiental e a participação ativa dos parceiros.
 
O evento ocorreu na manhã de sábado (16 de dezembro), no Parque Massairo Okamura, em Cuiabá, um espaço que representa a importância da preservação ambiental.
 
O Papai Noel do Verde Novo, interpretado 2º sargento da Polícia Militar, Marcelo Luciano Pereira Campos, marcou presença durante a distribuição de mudas nativas e frutíferas e juntamente com a engenheira florestal do projeto, Rosiani Carnaíba, deu orientações às pessoas.
 
A estudante de Engenharia de Transportes, Thaisa Bruna Nieland Borges levou para casa mudas de ipê amarelo e amora. Ela conta que já possui algumas árvores plantadas na residência, mas que essas vão auxiliar na sombra e minimizar o calor. “É importante conscientizar as pessoas sobre a arborização, inclusive em suas casas”, frisou.
 
O engenheiro civil Andre Luiz Schuring aproveitou a oportunidade para levar três mudas para casa: acerola, pitanga e ipê branco. Ele recebeu orientações sobre como fazer o plantio correto e afirma que essa parceria com o Verde Novo é excelente.
 
“Uma oportunidade de nós profissionais estarmos integrados às necessidades de algumas carreiras que fazem parte do nosso sistema, como engenharia florestal e engenharia agrônoma. A conscientização é o mais importante, despertar isso na sociedade”, ressaltou.
 
O presidente do CREA-MT, Juarez Samaniego, falou sobre a parceria entre o Conselho e o Verde Novo. “Nós temos que agradecer o Tribunal de Justiça de Mato Grosso justamente pelo Juvam e o projeto Verde Novo que sempre está presente nos eventos de recuperação de nascentes, áreas degradadas e plantando Cuiabá para dar à nossa Capital o título que ela tinha de Cidade Verde, que ao longo do tempo foi perdendo essa característica. Hoje o Juvam e outros parceiros estão resgatando esse título”, comentou.
 
Durante a abertura do evento a engenheira civil Marciane Prevedello, que compõe a diretoria do CREA-MT, classificou o projeto Verde Novo como belíssimo e importante para a Capital mato-grossense, destacando a parceria com o Conselho.
 
“É uma parceria de suma importância porque o Conselho Regional de Engenharia compõe mais de 250 profissões na área técnica. Então é a conscientização dos projetistas, conscientização do Governo estar presente nos projetos de arborização. Não adianta nada construirmos prédios, fazermos estradas e não ter a arborização porque as ondas de calor só vão melhorar com as árvores. Todas as quase 200 mil árvores plantadas e doadas pelo Projeto, desde o seu início, com certeza fazem muita diferença”, afirmou.
 
Números – O Projeto Verde Novo, do Juizado Especial Volante Ambiental (Juvam) de Cuiabá, encerra o ano com 196 mil mudas de árvores frutíferas e nativas plantadas ou distribuídas, com 680 ações ambientais e a formalização de inúmeras parcerias para atividades teóricas de conscientização.
 
Conscientização – O objetivo principal do projeto vai além do plantio de árvores, ele estimula o interesse da população para contribuir na ampliação da área verde em Cuiabá. A conscientização é promovida de maneira criativa, destacando a importância da arborização e incentivando atitudes simples que podem contribuir para mitigar os efeitos do aquecimento global.
 
A engenheira florestal do Juvam, Rosiani Carnaíba, falou das atividades realizadas ao longo de 2023 pelo Verde Novo destacando a abrangência das ações, que alcançaram muita escolas onde foram realizados plantios, distribuições, palestras de conscientização para os alunos. Também foram realizadas ações em praças, contornos, vias públicas, instituições e empresas. Rosiani falou também sobre a participação ativa na Semana do Meio Ambiente, com iniciativas voltadas para conscientização ambiental.
 
“Muitas empresas nos procuraram para levarmos o Verde Novo para dentro dessas instituições para desenvolver nos colaboradores essa vontade de plantar árvores na cidade. Ao longo desse ano o Verde Novo esteve presente em várias atividades com essa temática sobre o meio ambiente, plantando árvores, distribuindo mudas e fazendo a conscientização das pessoas para que a gente venha a contribuir mais para que Cuiabá seja mais verde”, sublinhou.
 
Para 2024 Rosiani Carnaíba disse que as ações de distribuição e plantio terão continuidade em Cuiabá e início na cidade de Várzea Grande, já que no dia 15 de dezembro a presidente do TJMT, desembargadora Clarice Claudino da Silva e o prefeito municipal Kalil Baracat assinaram termo de cooperação na Escola Municipal de Ensino Básico “Emanuel Benedito de Arruda”, localizada no bairro Costa Verde, para o desenvolvimento de ações no município, vizinho de Cuiabá.
 
“Vamos começar o ano também nas escolas, quando começar o ano letivo, e quem nos procurar, seja em Várzea Grande ou Cuiabá, estamos à disposição para firmar mais parcerias e espalhar o verde”, concluiu.
 
As entidades, órgãos, empresas ou pessoas físicas que também estejam interessadas em se tornar parceiros do Verde Novo, poderão entrar em contato acessando o portal – projetoverdenovo.tjmt.jus.br , ou pelo e-mail: [email protected]
 
Papel fundamental do projeto – Ao longo de seis anos, o Projeto Verde Novo tem desempenhado um papel importante na promoção de soluções naturais para o controle dos efeitos climáticos. As árvores, além de sua beleza estética, atuam como condicionadores naturais de ar, desempenhando um papel fundamental na manutenção do clima. Elas contribuem para a redução da temperatura, umidificação do ar e freio na velocidade dos eventos climáticos, fornecendo uma resposta eficaz aos desafios ambientais enfrentados nos últimos anos.
 
O projeto continua a ser um grande exemplo de como iniciativas locais podem fazer a diferença na promoção da sustentabilidade e na construção de um futuro mais verde para todos.
 
O Verde Novo tem a cooperação da Prefeitura de Cuiabá, Instituto Ação Verde, Energisa TVCA entre outros parceiros.
 
#Para todos verem. Esta matéria possui recursos de texto alternativos para promover a inclusão de pessoas com deficiência visual. Primeira imagem: Fotos horizontal colorida. Várias mulheres juntas, umas em pé, outras agachadas posando para foto. Ao centro Papai Noel com roupa verde e branca, barba branca e a engenheira floresta do Juvam ao centro. Segunda imagem: André Luiz está ao lado da engenheira florestal do Juvam e de outra senhora de blusa branca. Eles seguram mudas e estão ao lado da árvore de natal do juvam. Ele é um homem alto, branco, cabelos grisalhos e usa uma bermuda bege, camisa polo azul marinho e tês escuro. Terceira imagem: Marciane está em pé, segurando duas mudas de plantas. Ela é uma mulher branca, magra, de cabelos escuros. Usa boné, óculos de sol, camiseta branca e calça colada colorida, tênis azul e laranjado. Quarta imagem: Papai Noel do Verde Novo dá orientações a engenheiras do Crea. A foto é colorida, em ângulo fechado onde do lado direito aparece a árvore de natal do Verde Novo. Quinta imagem: Equipe do Verde Novo e a engenheira Marciane posam apra foto em frente a árvore de Natal do Verde Novo. Sexta imagem: Diretoria do CREA-MT durante a abertura do evento. São quatro mulheres e dois homens que estão em pé, um ao lado do outro, enquanto o presidente fala para os presentes. Ele é um homem branco, usa calça jeans, blusa xadrez clara e boné bege.
 
Dani Cunha
Coordenadoria de Comunicação do TJMT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Audiência da Corregedoria debate como atingir o poder econômico do crime organizado

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Participantes do painel debatem os impactos da Lei Antifacção durante audiência pública promovida pela Corregedoria.Por trás de homicídios, tráfico de drogas e disputas por território existe uma engrenagem menos visível: o dinheiro. A avaliação foi compartilhada por especialistas que participaram do painel Lei Antifacção e Governança Corporativa: limites e deveres das pessoas jurídicas, realizado nesta sexta-feira (12), durante audiência pública “A Lei do Combate ao Crime Organizado no Brasil e os impactos no sistema de justiça criminal: desafios e oportunidades”, promovida pelo Poder Judiciário, por meio da Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso para discutir o novo marco legal de combate ao crime organizado.

O painel reuniu o expositor, o promotor de Justiça Renee do Ó Souza, o delegado da Polícia Civil Caio Albuquerque, titular da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), e o juiz Anderson Clayton Dias Batista. A mediação foi conduzida pelo conselheiro estadual da OAB-MT, Douglas Ibarra.

Ao longo das discussões, um ponto ganhou destaque: para enfraquecer as organizações criminosas não basta prender integrantes. É preciso atingir a estrutura financeira que sustenta essas atividades.

Promotor de Justiça Renee do Ó Souza apresenta reflexões sobre o enfrentamento econômico ao crime organizado.Segundo o promotor Renee do Ó Souza, uma das principais inovações da Lei Antifacção é justamente direcionar o foco para o patrimônio, os recursos financeiros e as empresas utilizadas para dar suporte ao crime organizado. “A única forma de inibir o envolvimento de alguém na criminalidade organizada é demonstrar que o crime não compensa”, afirmou.

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De acordo com o expositor, a legislação cria mecanismos que permitem ao Estado alcançar bens, valores e até estruturas empresariais utilizadas para ocultar patrimônio ou movimentar recursos ilícitos. Entre as medidas previstas estão bloqueios patrimoniais, restrições de atividades econômicas e a possibilidade de intervenção judicial em empresas utilizadas para favorecer práticas criminosas.

Juiz Anderson Clayton Dias Batista debate os impactos da nova legislação para as pessoas jurídicas.O juiz Anderson Clayton Dias Batista observou que a nova legislação busca reduzir a tolerância com relações empresariais que possam beneficiar organizações criminosas.

“A nova legislação exige uma postura mais ativa das empresas. Não basta alegar desconhecimento. As organizações precisam verificar quem são seus parceiros comerciais e adotar mecanismos de controle para evitar relações que possam favorecer, direta ou indiretamente, o crime organizado”.

Homem de terno escuro, camisa branca e gravata azul, com cabelos grisalhos curtos, segura um microfone e fala. Ele tem um pin dourado na lapela. O fundo é uma parede de painéis claros.O mediador Douglas Ibarra chamou atenção para a linguagem corporativa presente na nova legislação. Para ele, a proposta do legislador foi ampliar o alcance do enfrentamento ao crime organizado, permitindo que a atuação estatal chegue também às estruturas econômicas e societárias que podem servir de suporte para atividades criminosas.

A perspectiva das investigações foi apresentada pelo delegado Caio Albuquerque. Com experiência na apuração de homicídios ligados a organizações criminosas, ele afirmou que o domínio territorial exercido por facções tem tornado a elucidação de crimes cada vez mais complexa. Segundo o delegado, o medo imposto às comunidades faz com que testemunhas deixem de colaborar com as investigações, dificultando a identificação de autores e a produção de provas.

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Delegado Caio Albuquerque aborda os desafios das investigações relacionadas às organizações criminosas.Caio Albuquerque destacou que o fortalecimento das organizações criminosas observado nos últimos anos exige instrumentos mais eficientes de enfrentamento e defendeu que a nova legislação oferece mecanismos que podem contribuir para esse trabalho.

O painel integrou a audiência pública promovida pela Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso para debater os impactos da Lei nº 15.358/2026, conhecida como marco legal de combate ao crime organizado.

A íntegra da discussão está disponível no canal do TJMT no YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=70cR1MxQkvs

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Audiência pública reúne centenas de pessoas para discutir lei de combate ao crime organizado

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Painel de Audiência pública debate impactos do domínio social estruturado para o sistema de justiça criminal

https://www.tjmt.jus.br/noticias/2026/6/painel-audiencia-publica-debate-impactos-dominio-social-estruturado-para-o-sistema-justica

Autor: Alcione dos Anjos

Fotografo: Rodrigo Moura

Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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