Tribunal de Justiça de MT

Proximidade com a sociedade: Acadêmicos de Direito visitam Fórum de Pontes e Lacerda

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Acadêmicos do curso de Direito da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), campus Pontes e Lacerda estiveram no Fórum local para visita técnica. A turma de Prática Jurídica I, formada por alunos do 3º ao 5º período, conheceram o funcionamento da Comarca, o que irá complementar o aprendizado, já que a disciplina aborda a Prática Jurídica de modo simulado.
 
A visita foi guiada pelo gestor geral do Fórum da Comarca de Pontes e Lacerda, Jhonatan Correia Motta, apresentando, aos estudantes e a professora Adrielle dos Santos Bachega, a estrutura física, as repartições, suas atribuições e funcionamento e mostrando também as futuras instalações no novo prédio do Fórum.
 
Os magistrados e a magistrada que atuam na Comarca receberam os alunos e alunas, conversaram sobre o trâmite dos trabalhos, suas experiências e também sobre como se desenvolve a prestação de serviços à sociedade.
 
O juiz da Primeira Vara Cível e coordenador do Juizado Especial e Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), Leonardo de Araujo Costa Tumiati explanou sobre a importância de métodos de soluções de conflitos e sua implicação para desafogar a Justiça Brasileira.
 
Titular da Segunda Vara Cível, com competência cível e da infância e juventude, o juiz-diretor do Foro Ítalo Osvaldo Alves da Silva comentou sobre os desafios da carreira e da vivência na atuação como delegado e promotor de Justiça até chegar à magistratura.
 
A juíza substituta Djéssica Giseli Küntzer, designada para a Terceira Vara Criminal de Pontes e Lacerda contou como está sendo o ingresso e a rotina no Judiciário desde que foi nomeada como magistrada, há cerca de oito meses. Ela falou sobre a atuação do magistrado e dos serventuários da Justiça de sua lotação.
 
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Judiciário de MT Explica: por que falar de Equidade Racial importa?

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Há muita diferença entre tratar as pessoas de forma igual e tratá-las com justiça. E para explicar melhor é fundamental falar de igualdade versusequidade racial.
De forma resumida, conforme o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a igualdade garante o tratamento igualitário perante a lei, enquanto a equidade ajusta esse tratamento às necessidades específicas de cada indivíduo ou grupo.
Assim, a equidade busca promover a aplicação da justiça na prática para corrigir desigualdades e desvantagens históricas por meio de ações afirmativas.
Depois de estudos iniciados a partir da Portaria 108/2020, o CNJ lançou em 2022 o Pacto Nacional pela Equidade Racial, do qual o Poder Judiciário de Mato Grosso é signatário a partir do Comitê de Equidade Racial.
Por meio dele, o Judiciário mato-grossense passou a realizar cursos de letramento racial e práticas antirracistas, oficinas nas diferentes áreas e outras ações no âmbito do Tribunal de Justiça e nas comarcas.
O trabalho busca promover a equidade, fortalecer a democracia, unir as pessoas pelo respeito para mostrar que o conhecimento é a melhor ferramenta para transformar a nossa realidade.

Autor: Lídice Lannes

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Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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