Tribunal de Justiça de MT

Revisão do Planejamento do Judiciário de MT prioriza serviços mais ágeis, transparentes e acessíveis

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A imagem mostra um edifício com as palavras A Coordenadoria de Planejamento (Coplan) do Poder Judiciário de Mato Grosso conduziu a revisão do Planejamento Estratégico Participativo (PEP) 2021 – 2026, iniciativa voltada ao aprimoramento das diretrizes e ações institucionais que orientam a atuação do Judiciário ao longo do ciclo. Alinhado às orientações do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o plano objetiva fortalecer uma Justiça mais eficiente, transparente e acessível, com impacto direto na vida do cidadão.
A revisão do planejamento buscou traduzir as necessidades da sociedade em metas concretas, capazes de melhorar o acesso aos serviços judiciais, reduzir tempo de trâmite processual, ampliando o uso de soluções digitais, reforçando uma atuação do Judiciário de forma mais simples, compreensível e próxima da população.
Ao considerar as especificidades regionais de Mato Grosso, o PEP reafirmou o compromisso de levar a Justiça a quem mais precisa, respeitando as realidades locais e promovendo maior equidade no atendimento.
O processo foi desenvolvido de forma participativa, reunindo magistrados, servidores e representantes da sociedade civil, o que assegurou uma construção coletiva e conectada às demandas reais dos jurisdicionados.
A partir desse diálogo, foram redefinidas a missão, a visão, os valores e as metas estratégicas que nortearão a atuação do Judiciário mato-grossense até 2026, com foco na melhoria contínua dos serviços prestados, na transparência das ações e no fortalecimento da confiança da população na Justiça.
Como unidade central de articulação, coordenação e suporte às atividades de Gestão Estratégica, Gestão Estatística e Gestão Orçamentária, a Coplan exerce papel fundamental na consolidação do planejamento institucional. Sua atuação garante que as decisões administrativas estejam alinhadas às prioridades estratégicas, assegurando que recursos públicos sejam aplicados de forma eficiente e revertidos em benefícios concretos para o cidadão.
Orientada pelo compromisso de transformar planejamento em resultados efetivos para a sociedade, a Coordenadoria de Planejamento adota práticas pautadas pela transparência, pela inovação e pela otimização contínua dos processos de gestão. Ao fortalecer a governança e o monitoramento das ações estratégicas, a Coplan contribui diretamente para uma prestação jurisdicional mais ágil, acessível e humanizada, consolidando uma Justiça cada vez mais próxima do cidadão mato-grossense.
Confira aqui:

Autor: Patrícia Neves

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Fotografo: Alair Ribeiro

Departamento: Coordenadoria de Comunicação Social do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Tribunal de Justiça de MT

Famílias garantem reconhecimento de paternidade durante Expedição Justiça Sem Fronteiras

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Duas atendentes da Defensoria Pública de Mato Grosso, sentadas à mesa, conversam com um homem, uma mulher e uma criança, vistos de costas. Notebooks e garrafas de água estão sobre a mesa.Entre os diversos atendimentos realizados pela segunda edição da Expedição Justiça Sem Fronteiras, um serviço teve significado especial para duas famílias atendidas pela iniciativa do Poder Judiciário de Mato Grosso (TJMT): o reconhecimento de paternidade.

Uma das histórias é a do pequeno Isaac, de 4 anos. Os pais Francineide Javali e Guilherme de Paula aproveitaram a passagem da expedição pela comunidade de Palmarito, em Vila Bela da Santíssima Trindade (522 km de Cuiabá), para regularizar a situação do filho.

Casal indígena de costas, segurando as mãos de uma criança pequena, olha para trás. Ao fundo, um grande arbusto verde com flores rosas. Ambiente ao ar livre.Segundo Francineide, a distância até os centros urbanos e os custos com deslocamento dificultavam a realização do procedimento. “A gente mora em outra comunidade e só tem moto. Seria muito difícil levar uma criança para resolver isso na cidade, além dos gastos com transporte, alimentação e outras despesas. Aqui conseguimos resolver tudo de forma rápida”, contou.

Ela explica que o reconhecimento dependia da regularização dos documentos do pai da criança. Assim que a situação foi resolvida, a família aproveitou a passagem da expedição para concluir o processo. “Fomos muito bem atendidos e conseguimos resolver tudo rapidamente. Para nós foi uma grande facilidade”, reforçou.

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Para Guilherme, o atendimento próximo de casa fez toda a diferença. “Se fosse para resolver na cidade seria muito mais difícil e mais caro. Aqui foi mais fácil para nós e para o nosso filho”, disse.

Um sobrenome aguardado por 22 anos

Outra história marcada pelo reconhecimento de paternidade foi a de Angélica Poiche Parabá, de 22 anos, moradora da comunidade Nova Fortuna.

Três pessoas indígenas em pé: à esquerda, uma mulher de blusa preta; ao centro, uma mulher de rosa segurando papéis; à direita, um homem de camisa azul e boné. Ao fundo, um banner Após mais de duas décadas, ela conseguiu incluir oficialmente o nome do pai em sua certidão de nascimento. Emocionada, Angélica contou que conviveu durante toda a vida com a ausência do registro paterno, embora nunca tenha deixado de reconhecer o pai como parte de sua história.

“Quando eu era criança, algumas pessoas falavam que eu era uma menina sem pai. Mas dentro do meu coração eu sempre tive meu pai. Hoje sou muito grata a Deus porque consegui colocar o nome dele na minha certidão”, afirmou.

Para ela, a conquista vai além da questão documental. “É muito mais do que um sobrenome. Estou muito feliz por tudo ter dado certo”, acrescentou.

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Expedição Justiça Sem Fronteiras

Homem sorridente de óculos, barba grisalha, boné bege e camiseta verde escrito Realizada pelo Poder Judiciário de Mato Grosso, por meio da Justiça Comunitária, a Expedição Justiça Sem Fronteiras leva serviços de cidadania, orientação jurídica, documentação e acesso a direitos a comunidades localizadas na faixa de fronteira entre Brasil e Bolívia.

Coordenador estadual da Justiça Comunitária, o juiz José Antonio Bezerra Filho destaca que histórias como as de Isaac e Angélica demonstram o alcance social da iniciativa. “Quando vemos direitos sendo garantidos e situações sendo resolvidas, temos a certeza de que todo esforço vale a pena. Quem participa da expedição sai renovado pela experiência de poder contribuir com a vida das pessoas”, ressaltou.

Autor: Emily Magalhães

Fotografo: Josi Dias

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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