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Tribunal de Justiça é iluminado de amarelo em alusão à campanha de prevenção ao suicídio

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A sede do Poder Judiciário de Mato Grosso, em Cuiabá, e o prédio que abriga o Departamento de Saúde do TJ, estão, desde sexta-feira (1º de setembro), iluminados de amarelo em alusão à campanha de prevenção ao suicídio – Setembro Amarelo. Tradicionalmente, o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) vem promovendo diversas atividades de conscientização e reflexão sobre a importância do cuidado com a saúde emocional das pessoas, especialmente de magistrados(as) e servidores(as).
 
O cuidado com o ser humano é um dos pilares da gestão da presidente do TJ, desembargadora Clarice Claudino da Silva. A atual administração tem como meta desenvolver projetos com viés voltado às pessoas.
 
A iluminação amarela será mantida durante todo o mês.
 
Setembro Amarelo – A campanha entrou no calendário nacional e, desde 2014, a Associação Brasileira de Psiquiatria – ABP em parceria com o Conselho Federal de Medicina – CFM, promovem a ação em todo território nacional.
 
O dia 10 de setembro é considerado oficialmente como o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio.
 
Este ano, a campanha escolheu como lema “Se precisar, peça ajuda!”. O objetivo é chamar a atenção para a importância de conversar sem estigmas sobre o assunto e a busca por ajuda nos momentos difíceis e de crise.
 
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#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativos para promover a inclusão de pessoas com deficiência visual. Primeira imagem: Foto horizontal colorida em plano aberto da fachado do TJMT iluminada de amarelo. Segunda imagem. Prédio onde está o Departamento de Saúde do TJMT, também iluminado com a cor amarela. A estrutura possui janelas de vidro de cima a baixo.
 
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Atraso em voo e falta de assistência geram indenização a passageiros

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A imagem apresenta uma balança dourada, símbolo da justiça, centralizada em um fundo branco. À direita da base da balança, as letras "TJMT" em dourado. No lado direito, a frase "2ª INSTÂNCIA" em azul e "DECISÃO DO DIA" em azul escuro e negrito. No lado esquerdo, três linhas horizontais azul-marinho.Resumo:

  • Família teve voo remarcado sem aviso adequado e precisou permanecer dois dias a mais no destino.

  • A empresa aérea foi condenada a indenizar pelos transtornos causados, com valor mantido na segunda instância.

Uma família que viajava com crianças foi indenizada após ter o voo de retorno remarcado sem aviso adequado, o que prolongou a estadia no destino por dois dias. A decisão que garantiu o pagamento de R$ 8 mil por danos morais foi mantida por unanimidade pela Terceira Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de Mato Grosso.

O caso teve origem em uma viagem contratada por meio de agência de turismo, com destino ao Nordeste. Segundo os autos, os passageiros foram informados, um dia antes do embarque, sobre alterações nos voos, incluindo o retorno, que foi adiado para data posterior à prevista inicialmente.

Com a mudança, a família foi obrigada a permanecer por mais dois dias no local, sem a devida assistência por parte da companhia aérea. A situação gerou transtornos, especialmente por envolver menores de idade, além de impactar o planejamento da viagem.

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A empresa aérea recorreu da condenação, alegando que não seria responsável direta pelo ocorrido, já que a compra foi feita por intermédio de agência de viagens. Também sustentou que a alteração decorreu de readequação da malha aérea, o que caracterizaria situação inevitável e afastaria o dever de indenizar.

Ao analisar o recurso, o relator, desembargador Carlos Alberto Alves da Rocha, rejeitou os argumentos e destacou que todos os fornecedores envolvidos na cadeia de consumo respondem solidariamente pelos prejuízos causados ao consumidor. Assim, a intermediação por agência não exclui a responsabilidade da companhia aérea.

O voto também afastou a justificativa de caso fortuito. Segundo o entendimento adotado, a readequação da malha aérea faz parte do risco da atividade empresarial e não pode ser usada para afastar a responsabilidade pelo serviço prestado.

Para o colegiado, a alteração unilateral do voo, com atraso significativo e permanência forçada no destino, caracteriza falha na prestação do serviço. Nessas situações, o dano moral é presumido, especialmente quando há impacto em viagem familiar e ausência de suporte adequado.

O valor da indenização foi mantido em R$ 8 mil, considerado proporcional às circunstâncias do caso e suficiente para compensar os prejuízos e desestimular novas falhas.

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Processo nº 1042286-50.2024.8.11.0002

Autor: Flávia Borges

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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