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Governo de Mato Grosso investe R$ 100 milhões em infraestrutura para a Polícia Militar

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O Governo de Mato Grosso tem ampliado e modernizado a infraestrutura da Polícia Militar em todo o Estado. Nos últimos quatro anos, a gestão do governador Mauro Mendes possibilitou o investimento de mais de R$ 100 milhões para construção de batalhões, complexos, vilas militares e núcleos policiais, além de reformas de unidades na Capital e no interior.

O interior do Estado recebeu investimentos para a construção de cinco Núcleos da Polícia Militar, na região Norte. Estão contempladas as cidades de Cocalinho, Santa Cruz do Xingu e São José do Xingu, pertencentes ao 10º Comando Regional, além do município de Itaúba, do 15º Comando Regional, e de União do Sul, que faz parte do 3º Comando Regional da PM. O montante total destas obras é no valor de R$ 25 milhões.

Os locais contarão com ambientes adequados, como sala do comandante e do subcomandante, reserva de armamento e um espaço humanizado e acolhedor para atender o cidadão. Cada unidade contará com condomínios residenciais destinados aos policiais que trabalham nessas cidades. As obras das vilas militares estão em andamento, com previsão de entrega para o primeiro semestre de 2023.

O comandante-geral da Polícia Militar de Mato Grosso, coronel Alexandre Corrêa Mendes, destaca que os investimentos em infraestrutura, realizados pelo Governo, também fazem parte de um compromisso do Estado com a segurança pública de qualidade, buscando a valorização do profissional.

“Hoje, nossos policiais militares podem usufruir dos melhores equipamentos disponíveis para o policiamento e, além disso, também podem contar com espaços e locais de trabalho adequados, com infraestrutura necessária para exercerem seu trabalho e melhor atender à população em todas as cidades de Mato Grosso”, afirma o coronel Mendes.

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Ainda no interior do Estado, a região de Sinop está recebendo investimentos para a reforma da sede do Comando Regional e da sede da Força Tática do 3º CR, estimadas no valor de R$ 6 milhões. O coronel Wesney de Castro Sodré, comandante do 3º Comando Regional da PMMT, ressaltou que os investimentos do Governo na região são os maiores recebidos em toda a história. 

“Com certeza tem sido o maior investimento da história feito na região, principalmente na Polícia Militar. É uma virada de chave para melhorar as condições de trabalho de nossos policiais e, consequentemente, melhorarmos nossa prestação de serviço para a comunidade local”, afirma o coronel Sodré.

Investimentos na Capital

Em Cuiabá, a PMMT recebeu a entrega da nova sede do 24º Batalhão da PM, agora localizada no bairro Distrito Industrial. Com o investimento de R$ 3,7 milhões para aquisição do prédio, o novo Batalhão se aproxima das indústrias sem deixar de acompanhar a população, onde as equipes policiais permanecem com os constantes trabalhos de policiamento ostensivo, com maior qualidade para o melhor dos militares.

Na Capital, também está em andamento a construção do Complexo Hípico da PM, que funcionará como a nova sede do Regimento de Policiamento Montado (Cavalaria). O investimento de R$ 25 milhões contemplará espaços para treinamento, adestramento, capacitações e o Centro de Equoterapia e Equitação, este último também aberto para toda a sociedade.

“Com a construção de uma nova sede, a Cavalaria irá otimizar suas atividades e prestação de serviços à sociedade mato-grossense, nas mais diversas missões, dentre elas o policiamento ostensivo montado, em que o cavalo é utilizado como ferramenta de aproximação com a comunidade e torna-se uma plataforma móvel com grande ostensividade e amplo campo de visão, inibindo qualquer intenção delitiva”, explica o comandante da unidade, tenente-coronel Walmir Barros Rocha.

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Mais investimentos

O Governo de Mato Grosso ainda realizou investimentos de reformas em outras unidades da PMMT, como a entrega do 3º Pelotão do Batalhão de Trânsito Urbano e Rodoviário, na rodovia MT-251, que liga Cuiabá a Chapada dos Guimarães, no valor de R$ 1 milhão.

Além disso, estão sendo realizadas obras para a construção da nova sede da Força Tática do 1º Comando Regional, em R$ 7 milhões; nova sede do 11º Comando Regional, sediado em Primavera do Leste, no valor de R$ 4 milhões; novo Batalhão da PM de Jaciara, também no valor de R$ 4 milhões. 

As sedes do Batalhão de Proteção Ambiental, do 1º Batalhão da PM e do Batalhão de Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam), com investimento de R$ 6 milhões ao todo, também estão em reforma. E o Quartel do Comando-Geral da PMMT, em Cuiabá, passará por uma reforma completa pela primeira vez, com adequação predial e construção de um refeitório, com investimento total em cerca de R$ 20 milhões.

“É a primeira vez na história que a sede do Comando-Geral da Polícia Militar passará por reforma, com modernização e criação de identidade institucional padronizada, para atender todos os militares do Estado com a devida atenção que eles precisam. Sem sombra de dúvidas, a atual gestão já deixou um legado de valorização dos profissionais da segurança pública, com a devida responsabilidade dos gastos públicos”, ressalta o comandante-geral da PMMT, coronel Alexandre Corrêa Mendes.

Fonte: GOV MT

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Com apoio da Fapemat, pesquisadores desenvolvem fertilizante sustentável a partir de cinza vegetal em Rondonópolis

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Um resíduo que antes representava um desafio ambiental pode se tornar uma importante solução para a agricultura sustentável. Com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat), pesquisadores da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR) estão desenvolvendo fertilizantes organominerais produzidos a partir de cinzas de biomassa vegetal, material gerado principalmente pela queima de madeira em atividades agroindustriais.

A iniciativa busca dar uma nova destinação a um passivo ambiental abundante na região, transformando-o em um produto capaz de melhorar a fertilidade do solo, aumentar a eficiência da adubação e reduzir a dependência de fertilizantes minerais convencionais.

Os fertilizantes estão sendo desenvolvidos nas formas granulada e peletizada, formatos que facilitam o armazenamento, o transporte e a aplicação no campo. Além disso, os estudos apontam que os organominerais proporcionam liberação gradual dos nutrientes, favorecendo o aproveitamento pelas plantas e contribuindo para sistemas produtivos mais eficientes e sustentáveis.

A pesquisa é coordenada pela professora doutora Edna Maria Bonfim, da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR), e integra os projetos “Construção e regulagem de um granulador de disco rotativo na produção de organomineral com cinza vegetal como matéria-prima” e “Tecnologia e processos de produção de fertilizantes organominerais utilizando cinza vegetal como matéria-prima”, ambos financiados pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Fapemat, e com parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

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Segundo a pesquisadora, o principal objetivo é unir inovação tecnológica, sustentabilidade e desenvolvimento regional.

“Estamos transformando um resíduo agroindustrial em um insumo agrícola de valor agregado. É uma proposta alinhada aos princípios da economia circular, que amplia o acesso a fertilizantes mais sustentáveis e pode beneficiar especialmente os agricultores familiares da região”, destaca Edna Bonfim.

Mais de uma década de pesquisas

A trajetória dessa linha de investigação começou em 2009, por meio do Grupo de Práticas em Água e Solo (GPAS), que desenvolve estudos voltados à recuperação de áreas degradadas e à melhoria da qualidade dos solos.

Ao longo dos anos, os pesquisadores identificaram que a cinza vegetal possui potencial para fornecer nutrientes essenciais às plantas, melhorar características químicas do solo e contribuir para o manejo de nematoides. Os resultados já demonstraram benefícios em diversas culturas agrícolas, incluindo feijão, milho, rúcula, melão e flores ornamentais.

Além dos ganhos agronômicos, os estudos apontam redução na necessidade de fertilizantes minerais tradicionais, diminuindo custos de produção e tornando os sistemas agrícolas mais resilientes.

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Benefícios ambientais e econômicos

O aproveitamento da cinza vegetal também representa uma alternativa ambientalmente responsável para um resíduo gerado em grande escala por atividades agroindustriais. Ao ser incorporado à produção de fertilizantes, esse material deixa de representar um potencial risco de contaminação e passa a integrar uma cadeia produtiva de valor.

A tecnologia desenvolvida pelos pesquisadores contribui para a redução do desperdício de recursos, fortalece a economia circular e cria oportunidades para o desenvolvimento de soluções adaptadas às condições produtivas de Mato Grosso.

Reconhecimento científico

De acordo com a coordenadora do projeto, “a relevância dos resultados alcançados já vem sendo reconhecida pela comunidade científica nacional e internacional. As pesquisas geraram publicações em periódicos de elevado impacto, ampliando a visibilidade dos estudos desenvolvidos em Mato Grosso e consolidando o estado como referência em inovação voltada ao reaproveitamento de resíduos e à produção de fertilizantes sustentáveis”.

Fonte: Governo MT – MT

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