POLÍCIA

Polícia Civil recupera valor subtraído de vítima em golpe do falso funcionário de banco

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Sinop (499 km ao norte de Cuiabá) e Delegacia Especializada de Crimes Informáticos (DRCI), recuperou R$ 17 mil subtraídos de uma vítima por meio de um golpe aplicado por uma pessoa que se passava por funcionário do banco.

As investigações iniciaram no domingo (08.01), quando a vítima, de 65 anos, procurou a Delegacia de Sinop, relatando que havia recebido uma mensagem de uma suposta funcionária do banco, com uma proposta de redução de valor de empréstimo consignado.

A vítima aceitou a proposta, porém após todas as orientações da funcionária, verificou que foi realizado um empréstimo, sem sua autorização. Ao perceber a transação, a vítima questionou a suposta funcionária, que passou várias chaves pix, em que a vítima fez depósitos. Somente depois dos fatos, descobriu que havia caído em um golpe.

Assim que receberam a comunicação dos fatos, os policiais da Delegacia de Sinop entraram em contato com a equipe da DRCI que junto ao setor antigolpe da agência bancária conseguiu bloquear o valor de R$ 17 mil subtraídos da vítima.  

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Fonte: PJC MT

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POLÍCIA

Polícia Civil deflagra operação contra quadrilha envolvida com o tráfico de drogas em Cuiabá

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A Polícia Civil deflagrou, nesta quinta-feira (16.7), a Operação Sangria, com o objetivo de desarticular uma quadrilha responsável pelo abastecimento e distribuição de drogas em Cuiabá.

A ação foi realizada pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc), com apoio das Delegacias Especializadas de em Crimes Fazendários e de Meio Ambiente (Dema), para cumprimento de 24 ordens judiciais, expedidas pelo Núcleo de Inquéritos Policiais (Nipo), entre mandados de prisão preventiva (8), busca e apreensão domiciliar (8) e bloqueio de contas bancárias (8), limitado a até R$ 300 mil por investigado.

A investigação, conduzida ao longo de vários meses pela Denarc, identificou um grupo que responsável pelo fornecimento de drogas para diversos pontos de comercialização no município.

As apurações tiveram como principal base a análise pericial de aparelhos celulares apreendidos em ações anteriores. O conteúdo extraído revelou a estrutura do grupo criminoso, permitindo identificar lideranças, distribuidores, revendedores, transportadores e responsáveis pela movimentação financeira.

As investigações também demonstraram que os integrantes negociavam diariamente a comercialização de entorpecentes, o abastecimento de pontos de venda, a arrecadação dos valores obtidos com o tráfico e a prestação de contas entre os membros da organização.

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Além da ampla rede de distribuição de drogas, foi constatada intensa movimentação financeira por meio de contas bancárias e chaves pix registradas em nome de terceiros, utilizadas para ocultar a origem ilícita dos recursos e dificultar o rastreamento patrimonial. Esse contexto fundamentou o pedido judicial de bloqueio dos ativos financeiros dos investigados.

Nome da Operação

O nome “Sangria” faz referência justamente à estratégia de descapitalização da organização criminosa. Além da responsabilização criminal de seus integrantes, a operação busca retirar o principal combustível da atividade ilícita: o patrimônio obtido com o tráfico de drogas. O bloqueio judicial de contas bancárias representa uma verdadeira “sangria” financeira, reduzindo significativamente a capacidade operacional do grupo para adquirir novas cargas de entorpecentes, remunerar comparsas e manter a estrutura criminosa em funcionamento.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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