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Governo de MT entrega mais uma nova escola com investimento de R$ 5,4 milhões

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O governador Mauro Mendes e o secretário de Estado de Educação, Alan Porto, inauguram nesta sexta-feira (24.02), às 10h, em Barra do Bugres, o novo prédio da Escola Estadual Evangélica Assembleia de Deus. Para a obra, os investimentos somaram mais de R$ 5,4 milhões. 

A nova unidade atenderá, em três turnos, cerca de 1.300 estudantes do 7º ao 8º ano do Ensino Fundamental, o Ensino Médio e a modalidade de Educação de Jovens e Adultos (EJA). “É mais uma escola entregue com o padrão de qualidade definido pelo governo desde 2019”, comemora Alan Porto.

O espaço conta com 36 ambientes amplos e com mobiliários totalmente novos. São 18 salas de aula com acessibilidade aos chromebooks e smart TVs, sala de multimídia, quadra poliesportiva e demais instalações administrativas, biblioteca, cozinha, refeitório e sanitários.

“Além de uma estrutura moderna e funcional, termos uma série de vantagens por trás da tecnologia na educação, internet de alta velocidade e um olhar que antecipa o futuro para os nossos estudantes”, destaca o secretário, referindo-se à conectividade em todos os ambientes.

A escola ainda conta com um inovador sistema de segurança para prevenção de pânico e incêndio e novidadem que atendem, ainda, as necessidades de quase 90 profissionais da educação que vão auxiliar na gestão do sistema educacional, entre eles servidores administrativos, professores, secretários, coordenadores e diretor escolar.

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Esta vai ser a terceira escola estadual entregue pela Seduc desde o início de 2023. No dia 3 de fevereiro foram inaugurados os prédios das Escolas Técnicas Estaduais de Primavera do Leste e Água Boa, onde já estão em funcionamento, no período diurno, a Escola Estadual Militar Tiradentes 2° Sgt PM Weliton Pereira Duarte e a Escola Estadual Militar Tiradentes 3º Sgt PM Justino Pinheiro dos Santos , respectivamente. Cada unidade tem capacidade para receber até 1,4 mil alunos e recebeu investimento de R$ 14 milhões. Outras 31 novas escolas seguem em obras em todas as regiões do Estado.

Respeito à história
Embora o prédio da Escola Estadual Evangélica Assembleia de Deus, a ser entregue nesta sexta-feira, seja totalmente novo, a escola existe há 36 anos. A unidade foi criada pelo Decreto nº 2.126 de 22 de julho de 1986 e reconhecida pelo decreto nº 2.943 de 12/03/2004.

A manutenção do nome da escola, de acordo com o secretário de Educação, Alan Porto, se dá em respeito à história da instituição e da própria comunidade local. O nome foi idealizado pelo pastor Walter dos Santos, que sempre teve uma visão inovadora da educação como objeto de desenvolvimento humano.

“A exemplo da gestão compartilhada que já acontece entre a Seduc-MT e as escolas confessionais, ligadas à Igreja Católica, mantivemos essa parceria em Barra do Bugres, na qual o novo prédio da escola foi construído em um terreno pertencente à Igreja Assembleia de Deus”, explica.

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O funcionamento da unidade se deu em termo de comodato por um período de cinco anos, e a escola é mantida com recursos dos governos estadual e federal. Já o seu uso é administrado pelo Conselho Deliberativo da Comunidade Escolar. “Diante de todos os esforços realizados, os resultados estão bastante evidentes, pois a escola tem se destacado tanto em eventos esportivos quanto em competições de conhecimentos. Isso mostra que essa parceria está dando certo”, finaliza Alan Porto. 

Estrutura educacional
Barra do Bugres faz parte da Diretoria Regional de Educação (DRE) do polo Tangará da Serra, que, incluindo a E.E. Evangélica Assembleia de Deus, conta 10 escolas estaduais, sendo cinco delas na área urbana, uma unidade indígena (E.E. Jula Paré, a 1ª escola de tempo integral indígena de MT), uma escola quilombola de tempo integral e três escolas do campo. Ao todo, a rede estadual atende no município 3.616 estudantes matriculados em 2023.

Fonte: GOV MT

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Ex-funcionária da câmara de Sinop relata assédio, ameaças e gravações não consentidas envolvendo vereador Marcos Vinícius

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Uma ex-funcionária da Câmara Municipal de Sinop relatou episódios de assédio, ameaças e supostas gravações não consentidas pelo vereador Marcos Vinícius Borges (PSDB). A denúncia foi divulgada pelo portal Pauta Livre MT e também já registrada na Delegacia da Polícia Civil de Sinop, que investiga o caso.

De acordo com o relato da ex-servidora que trabalhava no gabinete do vereador Marcos Vinícius, o contato com o parlamentar teria começado em ambientes sociais e evoluído para uma aproximação pessoal. Pouco tempo depois, segundo ela, Marcos a teria convidado para trabalhar na Câmara Municipal, onde ela iniciou as atividades em 2026.

A ex-funcionária afirmou que, durante a convivência, o vereador teria falado sobre fetiches de ser corno e comportamentos que não seriam compatíveis com os valores dela. Ainda conforme o depoimento, ele teria insistido em práticas com as quais ela não concordava, mesmo após ela manifestar resistência.

Um dos episódios relatados teria ocorrido dentro da própria Câmara de Vereadores. A ex-funcionária afirma que um amigo do vereador teria ido até a sala onde ela estava sozinha a mando dele, segurado sua perna e feito investidas de cunho sexual para forçar a realização do fetiche.

Segundo ela, o homem teria dito que a contratação dela fazia parte de um “jogo” e que a intenção seria que ela se envolvesse com os dois. A ex-servidora disse que pediu para que ele parasse e deixasse a sala.

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Após o episódio, a mulher contou que teria procurado Marcos Vinícius para relatar o ocorrido. Conforme a denúncia, inicialmente o vereador teria negado que a situação fizesse parte de qualquer plano, afirmando que teria ficado surpreso e triste com a atitude do amigo.

A ex-funcionária também declarou que chegou a utilizar o celular de uma amiga para registrar conversas relacionadas aos fatos. 

Ameaças envolvendo imagens íntimas
O principal ponto da denúncia diz respeito a supostas ameaças relacionadas a imagens íntimas captadas por câmeras de segurança. A ex-funcionária afirma que teria mantido uma relação sexual com o vereador em um imóvel onde havia uma câmera, cuja existência, segundo ela, não era conhecida nem autorizada.

Ainda conforme o depoimento, depois que decidiu encerrar o relacionamento e manifestou o desejo de continuar trabalhando, ela teria sido ameaçada por um amigo do vereador, que teria dito que ela deveria deixar o ambiente de trabalho.

A mulher relatou que, em uma conversa com Marcos Vinícius, teria pedido para que as ameaças cessassem. Segundo ela, nesse momento o vereador teria mencionado a possibilidade de divulgar vídeos íntimos registrados por câmeras de segurança.

“Em nenhum momento isso foi consensual”, afirmou a ex-funcionária durante o depoimento. Ela também declarou que teria sido ameaçada para não denunciar o caso e que o vereador teria dito conhecer muitas pessoas influentes, além de afirmar que a palavra dela não teria impacto.

Relatos sobre outras mulheres

Durante a entrevista, a ex-servidora também fez acusações envolvendo outras mulheres. Ela afirmou ter tomado conhecimento de relatos de supostos abusos, ameaças, manipulação e exposição de imagens íntimas.

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Entre as denúncias mencionadas estão casos que envolveriam adolescentes. A ex-funcionária relatou que  uma menina que teria sido abusada aos 11 anos e que, posteriormente, precisou deixar Sinop. Também mencionou outra adolescente que, segundo ela, teria sido abordada com mensagens e propostas de natureza sexual.

A ex-funcionária declarou ainda que o vereador teria mostrado a ela um vídeo íntimo envolvendo uma antiga namorada. Segundo o relato, a gravação teria sido feita durante uma situação sexual com outros homens, sem que a mulher tivesse autorizado a divulgação do conteúdo.

Medo e pedido de Justiça

A denunciante afirmou que está psicologicamente abalada e que teme sofrer novas ameaças ou algum tipo de represália. Apesar disso, disse ter decidido falar publicamente por acreditar que outras possíveis vítimas também precisam de apoio e proteção. “Se eu me calo, eu calo outras mulheres”, declarou.

Ela pediu que as autoridades investiguem os relatos e ofereçam acolhimento psicológico às supostas vítimas. Também afirmou esperar que a Justiça apure as denúncias relacionadas a mulheres e adolescentes.

A investigação está sob responsabilidade da Delegacia da Polícia Civil de Sinop. A divulgação da denúncia pelo Pauta Livre MT ocorre com base no depoimento da ex-funcionária.

Boletim de ocorrência Cliquei aqui!!!

Veja o vídeo
https://www.youtube.com/watch?v=eLdusAvyKL0

Fonte: Denuncia

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