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Servidores da Saúde estadual pedem apoio do MP por concurso público

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Atendendo solicitação de agenda, o procurador-geral de Justiça, Deosdete Cruz Junior, recebeu na tarde desta segunda-feira (27) a diretoria do Sindicato dos Servidores Públicos da Saúde do Estado de Mato Grosso (Sisma), que manifestou preocupação com a carência de profissionais concursados na área de saúde do Estado, e o não cumprimento de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) pelo governo estadual relacionado à realização de concurso público. O sindicato entregou uma série de documentos, que, por orientação do procurador-geral, foram protocolados.

Segundo a presidente do Sindicato, Carmem Campos Machado, em 2019 o Governo do Estado firmou um TAC se comprometendo a realizar concurso público, que se exauriu em 2021 sem ter sido cumprido. “O último concurso foi realizado há 22 anos e hoje temos muita carência de profissionais concursados. O governo contrata profissionais temporários que, pela duração do contrato de trabalho, nem chegam a ser qualificados”, relatou a presidente, acrescentando que o governo está criando embaraços para a plena atuação do sindicato.

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O procurador-geral de Justiça Deosdete Cruz Junior se comprometeu a analisar os documentos protocolados pelo sindicato e dar os encaminhamentos cabíveis.

Fonte: MP MT

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Réu que tentou matar ex diante das filhas é condenado a 23 anos

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O Tribunal do Júri de Várzea Grande condenou, na última quinta-feira (7), Alessandro Ivo de Moraes a 23 anos e 4 meses de reclusão por tentativa de feminicídio contra sua ex-companheira.
O crime ocorreu em 25 de maio de 2025, na residência da vítima, na presença das cinco filhas do casal, todas menores de idade. Segundo as investigações, inconformado com o término do relacionamento, o réu invadiu o imóvel, utilizou uma faca e atacou a vítima. A filha mais velha, então com 17 anos, tentou proteger a mãe e também foi ferida.

O Conselho de Sentença acolheu integralmente a tese apresentada pelo Ministério Público. O réu permanecerá preso, e o juiz presidente, Pierro Mendes, determinou o início imediato do cumprimento da pena.
O promotor de Justiça que atuou no Tribunal do Júri, César Danilo Novais, ressaltou que a decisão reafirma o compromisso institucional no enfrentamento à violência contra a mulher e na proteção à vida. Segundo ele, o julgamento também representa um marco para a comarca, sendo a primeira condenação com base na Lei nº 14.994/2024, que tipificou o feminicídio como crime autônomo no Código Penal.
“A sociedade não aceita o inaceitável. A vida é inviolável. Todas as vidas importam. As vidas das mulheres também. Chega de violência sanguinária.”
Segundo o promotor, o julgamento representa um marco para a comarca, sendo a primeira condenação com base na Lei nº 14.994/2024, que tipificou o feminicídio como crime autônomo no Código Penal

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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