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“Minha primeira oportunidade. Sou muito grata à Prefeitura de Cuiabá”, relata servidora no Dia Mundial da Síndrome de Down

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“A Prefeitura de Cuiabá foi a primeira a oferecer oportunidade de trabalho. Sou muito grata. Tenho aprendido muito. Esse trabalho tem contribuído com o meu desenvolvimento nos últimos dois anos”, relata ; a servidora ;com Síndrome de Down, Marina Aldenaíza da Silva, 31 anos, que atua na Secretara Municipal de Governo. Nesta terça-feira, 21 de março, é celebrado o Dia Internacional do Síndrome, ; uma data dedicada as ações de conscientização e respeito.

A gestão Emanuel Pinheiro, desde o ano de 2021, mantém no quadro funcional pessoas com deficiência e multiplica ações que promovam a inclusão. ; Marina desenvolve suas atividades na Diretoria Administrativa e Financeira (DAF) e é elogiada por seu esforço e dedicação. ;

A colega de trabalho, que acompanha a rotina da Marina nos últimos dois anos, Flávia Antunes de Medeiros, diz que toda equipe tem um carinho enorme e muito respeito. “Toda tarefa que passamos para Marina fazer é atendida. Ela demonstra muita vontade de aprender. Está sempre disposta, comunicativa e alegre. Ela nos ensina um pouco todos os dias”, declarou.

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O secretário municipal de Governo, Wilton Coelho, afirma que, dentre as premissas da gestão Emanuel Pinheiro está a inclusão desse público em todas as secretarias da Prefeitura de Cuiabá.

“É algo muito importante que condiz com a gestão que há seis anos tem como foco o desenvolvimento de um trabalho humanizado e de promoção da inclusão social, do respeito às pessoas. Hoje, em especial, só temos a agradecer a nossa colaboradora Marina, que tem auxiliado no desenvolvimento da administração municipal”, afiançou Wilton Coelho.

A secretária-adjunta de Direitos Humanos, ligada à Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e da Pessoa com Deficiência, Christiany Fonseca, reforça a importância de se trabalhar a inclusão social no contexto funcional. “O prefeito Emanuel Pinheiro tem a preocupação voltada para a inclusão social de fato dessas pessoas. Nós temos hoje a Marina, que para nós é um grande aprendizado trabalhar com alguém como ela. Quando se fala em inclusão, aprendemos na prática o que verdadeiramente é inclusão trabalhando com a Marina. Sou muito grata em estar à frente da Secretaria Adjunta de Direitos Humanos e ter tido a chance de conhecê-la”, agradeceu.

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21 de Março

O Dia Mundial da Síndrome de Down é uma data de conscientização global para celebrar a vida das pessoas com a síndrome e para garantir que elas tenham as mesmas liberdades e oportunidades que todas as pessoas. É oficialmente reconhecida pelas Nações Unidas desde 2012. A ;data escolhida representa a triplicação (trissomia) do 21º cromossomo que causa a síndrome.

A Síndrome de Down (SD) é uma alteração genética presente na espécie humana desde sua origem. Foi descrita há 150 anos, quando John Langdon Down, em 1.866, se referiu a ela pela primeira vez como um quadro clínico com identidade própria. Desde então, se tem avançado em seu conhecimento, ainda que existem mecanismos íntimos a descobrir. Em 1.958, o francês Jérôme Lejeune e a inglesa Pat Jacobs descobriram a origem cromossômica da síndrome, que passou a ser considerada genética.

*Com informações do Ministério da Saúde ;

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Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Prefeitura reforça rede de acompanhamento a adolescentes em medidas socioeducativas

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A integração entre os serviços da assistência social e o fortalecimento das ações voltadas aos adolescentes em cumprimento de medidas socioeducativas foram os principais temas debatidos durante a Reunião Ampliada “Adolescência: um Compromisso de Todos, Avanços e Desafios da PSC”, promovida pela Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Inclusão. O encontro ocorreu na quarta-feira (3), no auditório da pasta, reunindo profissionais que atuam diretamente na execução da Prestação de Serviços à Comunidade (PSC).

A atividade reuniu representantes dos dois Centros de Referência Especializados de Assistência Social (CREAS), dos 14 Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) e demais profissionais da rede socioassistencial para discutir estratégias de atendimento, alinhar procedimentos e compartilhar experiências relacionadas ao acompanhamento de adolescentes encaminhados pela Justiça para o cumprimento de medidas em meio aberto.

A secretária municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Inclusão, Hélida Vilela, destacou que o município mantém uma atuação articulada entre as políticas de assistência social, saúde e educação para garantir acompanhamento aos adolescentes e suas famílias.

“As medidas socioeducativas são acompanhadas pelas equipes técnicas dos CREAS, que desenvolvem um trabalho contínuo de orientação, apoio e fortalecimento de vínculos”, disse, ressaltando a busca por parcerias voltadas à qualificação profissional e à inserção no mercado de trabalho, incluindo ações do Programa Acessuas Trabalho, que oferece oficinas e orientações relacionadas ao mundo do trabalho.

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A palestrante e gerente do CREAS Norte, Vera Lúcia Martins Pereira, explicou que a reunião ampliada teve com

De acordo com ela, além dos 14 CRAS, o município conta atualmente com quatro Centros de Convivência da Pessoa Idosa (CCI), que atuam como unidades executoras da Prestação de Serviços à Comunidade. O alinhamento entre os profissionais busca garantir que os adolescentes cumpram as medidas determinadas pela Justiça de forma adequada e com acompanhamento técnico qualificado.o principal objetivo aproximar as equipes da Proteção Social Especial e da Proteção Social Básica, fortalecendo a atuação conjunta entre CREAS e CRAS.

Durante a apresentação, Vera detalhou o fluxo de atendimento realizado pela rede. Após a determinação judicial, o adolescente é encaminhado ao CREAS, onde uma equipe multidisciplinar composta por psicólogo, assistente social, pedagogo e orientador social elabora, juntamente com o jovem e sua família, o Plano Individual de Atendimento (PIA). Quando a medida aplicada é a Prestação de Serviços à Comunidade, o adolescente passa a desenvolver atividades supervisionadas em unidades do CRAS de seu território.

A psicóloga e gerente do CRAS Centro, Dariane Melo, ressaltou que o serviço de medidas socioeducativas conta com uma equipe técnica exclusiva responsável pelo atendimento dos adolescentes e de seus familiares. Ela explicou que, além do acompanhamento psicossocial, são realizados encaminhamentos para áreas como saúde, educação e qualificação profissional, em articulação com a rede de proteção e o Poder Judiciário.

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Para Dariane, momentos de capacitação são fundamentais para a qualificação do serviço. “A assistência social não trabalha sozinha, trabalha com todos, e estar ali junto faz parte do processo de trabalho”, afirmou, ao destacar a importância da troca de experiências entre os profissionais que atuam diretamente no atendimento.

A perspectiva prática do trabalho desenvolvido nos territórios também foi abordada pelos participantes. O orientador social Marcelo Lima Martins, do CRAS Doutor Fábio, destacou que o acolhimento é um dos pilares do atendimento aos adolescentes. Segundo ele, compreender as particularidades de cada jovem e respeitar seu tempo são fatores essenciais para transformar o período de cumprimento da medida em uma oportunidade de aprendizado e desenvolvimento.

Na mesma linha, o gerente do CRAS Pedregal, João Vítor Souza dos Santos, afirmou que o maior desafio das equipes é conquistar a confiança dos adolescentes durante o primeiro contato. Ele destacou que o trabalho desenvolvido pelos profissionais busca identificar potencialidades e estimular habilidades que contribuam para a ressocialização e a construção de novas perspectivas de vida.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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