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Exposição de cédulas e moedas é realizada na Assembleia Legislativa

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Dois séculos de história do Brasil contados por meio de cédulas e moedas. É isso o que poderão conferir todas as pessoas que visitarem a exposição que acontece de 5 a 7 de julho, das 8h às 17h, na Assembleia Legislativa do estado de Mato Grosso. A entrada é gratuita e aberta a toda a população.

A exposição “Uma Viagem na História Através das Cédulas e Moedas” é promovida pelo Clube Filatélico Numismático e Afins de Mato Grosso, em parceria com o Instituto Memória do Poder Legislativo, e conta com moedas e cédulas desde o período do Império (1822-1889), passando pela República Velha (18889-1937), Estado Novo (1937-1945), Quarta República e Ditadura Militar (1945-1983) e Nova República (a partir de 1983). 

Os 100 primeiros visitantes ganharão um exemplar de moeda ou cédula e todos poderão concorrer ao sorteio de uma coleção de moedas.

Integram a mostra moedas da Casa de Fundição de Mato Grosso, moedas de prata, cobre, bronze, alumínio, cupro níquel, níquel e outros materiais, bem como cédulas e moedas de outros países do mundo.

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Entre as relíquias à disposição dos visitantes, estão moedas que foram cunhadas e remarcadas em Cuiabá; moedas comemorativas, como as criadas para eventos como a Bienal realizada em 1996 e as Olimpíadas de 1995 e 2012;  bem como a série completa do Plano Real, com todas as cédulas impressas de 1994 a 2022.

“Esta exposição, inclusive, teve como motivação o aniversário do Real, que completou 29 anos no dia 1º de julho”, conta o presidente do Clube Filatélico Numismático e Afins de Mato Grosso, Paulo César Serante.

No local estão expostas ainda as principais cédulas impressas pela Casa da Moeda e pelo Banco do Brasil no período de 1923 a 1938 e a mais antiga cédula impressa durante o Império.

“Ela foi impressa em 1880. É única e tem um grande valor, tanto histórico quando monetário. Além disso, tem um grande valor para um colecionador, como eu”, diz Paulo Serante, orgulhoso proprietário da relíquia.

Outras raridades que podem ser apreciadas na exposição são a nota de 50 mil cruzeiros reais, na qual está impressa a representação da “Baiana do Acarajé”, e a nota de dois mil réis, impressa em 1923, na qual está estampado o busto do cuiabano e ex-ministro da Economia, Joaquim Duarte Murtinho. “São cédulas raríssimas, que possuem grande valor”, ressalta o presidente do Clube Filatélico.

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“Quem vier à exposição também poderá conferir a mesma cédula em diferentes momentos da economia: quando ela foi impressa pela primeira vez, quando ela foi remarcada, ou seja, teve seu valor alterado com a aplicação de um carimbo, e depois quando ela foi impressa novamente, com o novo valor”, acrescenta.

O acervo exposto pertence aos colecionadores Ruben Fábio M. Ferreira, Paulo César Serante, Amaury da Silva, Paulo César Lazari, Alessandro de Albuquerque e Roberto S. Rachid Costa.

Fonte: ALMT – MT

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Eliane Xunakalo presta homenagem a lideranças que defendem territórios e culturas indígenas

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A deputada em exercício, Eliane Xunakalo (PT), homenageou na noite de segunda-feira (04), durante Sessão Especial da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), lideranças indígenas e aliados, incluindo instituições parceiras, quilombolas e negros, com forte atuação na defesa, proteção de seus territórios tradicionais e fortalecimento das culturas e dos saberes ancestrais dos povos originários.

“Estamos aqui, não apenas para celebrar nossas vitórias e glórias. Este é também um momento para lembrar que a luta é cotidiana e que não lutamos somente por nós, mas pela sociedade, pela equidade social. Por isso, homenageamos, hoje, os que estão no front, nas trincheiras e, que, por vezes, não são lembrados. São mulheres, jovens, homens indígenas e não indígenas, que doam parcelas de suas vidas na esperança de dias melhores”, justificou.

Segundo ela, as homenagens são um recado à sociedade mato-grossense, e brasileira, de que as mazelas vividas na cidade, como a falta de saneamento, de água, as filas enfrentadas para atendimento no SUS (Sistema Único de Saúde) e o descaso com a educação pública também fazem parte do cotidiano dos povos indígenas.

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“Por isso, homenageamos quem (indígena ou não indígena), muitas vezes, é marginalizado simplesmente lutar pelo que acredita, pelo que se vive. Dizer a todos, tanto os aqui presentes quanto os que não puderam comparecer, que nossa luta não é em vão. Estamos colhendo hoje, o que os nossos ancestrais plantaram. Costumo dizer, que, como deputada estadual em exercício, quero plantar uma sementinha, para que possamos ter indígenas, quilombolas, pantaneiros e periféricos nesta Casa. É justamente este espírito de resistência, mobilização e construção coletiva que esta Moção de Aplausos homenageia e celebra”, concluiu.

Foto: Hideraldo Costa/ALMT

Fonte: ALMT – MT

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