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Robótica inova na educação de jovens e torna escola muito mais atrativa

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A robótica educacional estabeleceu uma nova rotina para os estudantes da Escola Estadual Padre Arlindo Ignácio de Oliveira, em Campo Novo do Parecis (MT). Com o kit de robótica disponibilizado pela Secretaria de Estado de Educação (Seduc), os alunos passaram a montar protótipos e outros projetos. Os trabalhos feitos no decorrer nos primeiros meses de 2023 foram expostos na mostra ‘Programando o amanhã’, realizada como encerramento do ano letivo.

Segundo o professor de Física da escola, Francisco das Chagas Brito Paiva, para muitos dos estudantes a robótica educacional é um universo totalmente novo, desafiador e uma ferramenta que torna a escola muito mais atrativa. Conforme o professor, o trabalho que eles desenvolveram antes de entrar em férias, no dia 06 de julho, mostrou o quanto são capazes de explorar o lado intelectual e materializar as ideias.

“Foi gratificante ver as mesas montadas para a exposição, com apoio das orientadoras do programa SIMROBÓTICA®, Fernanda Katiane e Vitorino Flores”, contou ao descrever a mostra da escola.

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Foi mais uma oportunidade, de acordo com o professor, para os estudantes demonstrarem os conhecimentos adquiridos em sala de aula, além de permitir que construíssem o próprio pensamento por meio das metodologias ativas. “Entre as muitas criações, uma que chamou muita atenção foi a construção de uma rua com simulação e protótipo para educação no trânsito”.

Com a robótica educacional sendo utilizada nas escolas da Rede Estadual de Ensino, os estudantes são engajados numa cultura de solução de problemas, de trabalho em equipe, de competição saudável, em um mundo que desperta o interesse pelas ciências exatas, pela matemática, pela pesquisa e pela inovação.

O professor valida essa informação e pondera que também leva o jovem a exercitar competências fundamentais como espírito investigativo, trabalho em equipe, planejamento e tomada de decisões.

O estudante David Oliveira Paula, 16 anos, faz parte desse grupo e diz que o interesse dele pela robótica só tem aumentado. “A robótica é muito do que eu já pensava e me levou a pesquisar ainda mais sobre o tema”, comentou.

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Segundo ele, esse novo aprendizado o tem ajudado bastante. “Aumentou até o meu interesse por outras disciplinas como, por exemplo, a Matemática”, finalizou o estudante.

A metodologia da robótica educacional é alinhada às diretrizes da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), possibilita a aplicação prática de conhecimentos teóricos de diferentes matérias, por meio da interdisciplinaridade, tornando o aprendizado mais atrativo e significativo.

Fonte: Governo MT – MT

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FIT Pantanal 2026 amplia oportunidades de negócios para artesãos e agricultores familiares de Mato Grosso

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A FIT Pantanal 2026 ampliou oportunidades de negócios para artesãos e produtores da agricultura familiar de Mato Grosso. Entre os dias 3 e 7 de junho, em Cuiabá, a feira reuniu expositores de diferentes regiões do Estado e evidenciou como o setor movimenta a economia, fortalece pequenos empreendimentos e gera renda para milhares de famílias.

A participação dos artesãos contou com a curadoria e organização da coordenadoria de artesanato da adjunta de Turismo da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec-MT). Já o espaço dedicado à agricultura familiar foi coordenado pela Secretaria de Agricultura Familiar (Seaf-MT) e pela Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), responsáveis pela mobilização de expositores da Feira da Agricultura Familiar e Turismo Rural (Featur), ampliando a presença de produtores de diferentes regiões do Estado no evento.

Para a artesã Liliane Coury, de Chapada dos Guimarães, cultura, turismo e identidade caminham juntos. Natural de Manaus e moradora de Chapada por escolha, ela produz joias em vidro pigmentado artesanalmente inspiradas na fauna e na flora de Mato Grosso e da Amazônia.

“Eu acredito que cultura, turismo e identidade estão diretamente ligados. Tudo aquilo que nos torna diferentes de outros povos é justamente o que temos de melhor para mostrar. O turismo apresenta aquilo que já faz parte da nossa história. No caso do artesanato, ele conta uma história, revela a nossa identidade e o nosso contexto social. É isso que nos diferencia enquanto Estado e que nos torna únicos para quem nos visita”, afirma.

A fala da artesã resume uma das propostas da FIT Pantanal: valorizar aquilo que é produzido localmente e conectar visitantes às histórias, saberes e tradições do Estado. Para muitos expositores, essa aproximação também se traduziu em bons resultados de vendas.

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Foi o caso da artesã Adeleine Dias, de Poconé. Com peças inspiradas no Pantanal e produzidas por meio da técnica de bordado em pontilhismo, ela afirma que as vendas superaram todas as expectativas durante os cinco dias de feira.

“Foi um sucesso. A expectativa foi superada. Eu realmente não esperava um resultado tão positivo. Foi extraordinário. Volto para casa muito feliz depois dessa experiência. Meus artesanatos têm uma ligação muito forte com o Pantanal. Trabalho com bordados, principalmente o pontilhismo, uma técnica que poucas pessoas conhecem. Muitos turistas passaram pelo estande, admiraram o trabalho e compraram as peças. Vieram pessoas de várias cidades e, no fim, fiquei praticamente sem mercadoria”, relata.

Além do artesanato, a agricultura familiar também encontrou na FIT Pantanal uma vitrine para ampliar mercados, divulgar produtos e fortalecer a renda das famílias produtoras. Produtora de queijos em São José do Rio Claro, Leila Rogovski destacou a diferença entre comercializar seus produtos em uma cidade do interior e participar de um evento que recebeu milhares de visitantes ao longo de cinco dias.

“A experiência aqui é muito diferente da minha cidade, porque lá é uma cidade pequena. O que a gente vende aqui nos cinco dias de feira, lá a gente demora um mês para vender. A diferença é enorme. Tem muito movimento, muita gente dando opinião sobre os produtos, falando o quanto é diferente e gostoso. Isso é muito importante para a gente”, conta.

Representando a Associação Mulheres Produtivas do Assentamento Jonas Pinheiro, de Sorriso, Margarida Fortunato levou para a feira produtos elaborados pelas mulheres da comunidade, como doces, amendoins, bolachas e outros alimentos produzidos na cozinha comunitária do assentamento.

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Segundo ela, participar de eventos como a FIT Pantanal é uma oportunidade de apresentar a qualidade da produção local a novos públicos e ampliar a visibilidade do trabalho realizado pelas famílias do assentamento.

“Quando trazemos nossos produtos para uma feira como esta, as pessoas conhecem o que produzimos. Nós temos os rótulos dos produtos, então quem compra já sabe onde nos encontrar depois. Isso é muito importante porque ajuda a divulgar o nosso trabalho. Quando o turista visita Sorriso e conhece os nossos produtos, ele leva um pouco da nossa história e daquilo que produzimos no assentamento. Isso fortalece a associação e cria oportunidades para que mais pessoas conheçam o nosso trabalho”, destaca.

Para a secretária de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mayran Beckman, os resultados alcançados durante a FIT Pantanal 2026 demonstram a capacidade do evento de promover os destinos, a cultura e a produção mato-grossense, além de impulsionar diferentes setores da economia. Segundo ela, a feira consolidou mais uma vez seu papel como principal vitrine do turismo estadual.

“A FIT Pantanal reúne tudo o que Mato Grosso tem de melhor. Temos gastronomia, agricultura familiar, cultura e inúmeros atrativos turísticos sendo apresentados ao público. É uma oportunidade para que as pessoas conheçam essas potencialidades, escolham destinos e realizem o turismo de forma responsável, contribuindo para o desenvolvimento econômico do nosso Estado. Recebemos aproximadamente 100 mil pessoas, que era o público esperado, e conseguimos entregar um evento que promoveu Mato Grosso para moradores, visitantes de outras regiões do país e também para turistas internacionais”, afirmou.

Fonte: Governo MT – MT

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