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Bombeiros militares removem anel preso em dedo de criança

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) atendeu, na tarde de sexta-feira (24.4), uma ocorrência de remoção de anel preso ao dedo de uma criança, no município de Confresa (a 1.020 km de Cuiabá).

Por volta das 15h25, uma mulher, acompanhada pela filha, procurou atendimento no 2º Núcleo Bombeiro Militar (2º NBM), informando que a criança estava com um anel preso ao dedo.

Prontamente, os bombeiros iniciaram o procedimento de remoção do objeto, utilizando um cortador de anel específico para esse tipo de ocorrência. O acessório foi retirado, e os militares realizaram a avaliação da vítima, que foi liberada no local, não havendo necessidade de encaminhamento para avaliação médica.

O CBMMT orienta que, em situações semelhantes, não tentar retirar o anel à força ou com ferramentas inadequadas, para evitar lesões. A recomendação é acionar imediatamente o 193 ou buscar atendimento especializado.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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