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Futuros juízes eleitorais recebem orientações do Tribunal Regional Eleitoral durante o Cofi

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Na sexta-feira (29 de setembro), os 25 novos juízes e juízas substitutos(as) de Direito, que participam do Curso Oficial de Formação Inicial (Cofi 2023), assistiram a uma aula do secretário de Tecnologia da Informação do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), Carlos Henrique Cândido, que apresentou uma breve palestra repleta de orientações aos futuros juízes eleitorais do Estado, em especial sobre prestação de contas (financiamento público de campanha, financiamento de campanha, arrecadação e gastos).
 
A atividade pedagógica foi acompanhada pela presidente do TRE-MT, desembargadora Maria Aparecida Ribeiro, que convidou os novos juízes a conhecerem pessoalmente a sede do Tribunal Eleitoral. Ela também falou sobre os desafios das eleições municipais. “Requer muito da gente, porque estamos ali perto, resolvendo questões. São questões que muitas vezes ao procurar no Código Eleitoral não vamos achar, por ser tão peculiar! Mas confesso para os senhores que é gratificante estar ali trabalhando, escolhendo os dirigentes municipais, conhecendo as pessoas. A gente sabe perfeitamente que não é muito fácil, mas que é gratificante, é”, pontuou.
 
A magistrada salientou que sempre foi apaixonada pela Justiça Eleitoral, tanto é que chegou a lecionar essa disciplina na faculdade, “exigindo até que tivesse no currículo Direito Eleitoral, porque, afinal de contas, a gente está trabalhando com a cidadania, a gente está trabalhando com o eleitor, com quem escolhe os nossos governantes”, complementou Maria Aparecida, que ao final desejou boas-vindas aos novos magistrados e magistradas.
 
Na aula, Carlos Henrique falou sobre a responsabilidade dos candidatos em relação aos recursos de campanha, e a necessidade de os partidos contratarem bons advogados, que conheçam efetivamente essas regras. Ele explicou que o TRE tem acesso a toda movimentação financeira que for feita na conta do candidato, por meio de ferramentas como o Bacenjud.
 
Ele também forneceu uma série de dicas e orientações referentes à arrecadação de recursos, como a existência do candidato para fins contábeis. “O candidato em uma campanha tem CNPJ”, observou. O secretário abordou ainda sobre quando o candidato pode começar a arrecadar recursos para a campanha. “O padrão é quando ele faz o registro da candidatura. Mas tem brechas, como o financiamento público pela internet, em que o candidato, antes de registrar a campanha, pode começar a arrecadar recursos. O que não pode é pedir voto. Isso é campanha antecipada, se não há pedido de voto, não é campanha antecipada.”
 
Aos futuros juízes eleitorais, o secretário enfatizou a importância de os magistrados realizarem reuniões antes do início do processo eleitoral com os partidos. “Os senhores terão mais dificuldade na campanha se fizerem menos com relação à orientação partidária”, assinalou. Segundo ele, se o juiz explica as regras antes, a tendência é diminuir o número de ocorrências futuras.
 
Limites de doações, como os 10% dos rendimentos brutos aferidos pelo doador no ano calendário anterior ao da eleição (pessoa física); Financiamento coletivo de campanha, uma iniciativa bastante usada em outros países, como os Estados Unidos; limite para doar pela internet (R$ 1.064,10) e a necessidade de se respeitar a proporção de recursos em relação às candidaturas de pessoas negras e mulheres, foram outros assuntos abordados pelo secretário do TRE.
 
Ao final, Carlos Henrique enfatizou a importância da parceria entre juízes e servidores da Justiça Eleitoral. “A partir do momento que os senhores estabelecerem essa parceria com os servidores, tanto das áreas técnicas quanto paralelas, o resultado sem dúvida será muito mais produtivo.”
 
#ParaTodosVerem – Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Imagem 1: Fotografia colorida onde aparecem os juízes, de costas, em uma sala de aula. Ao fundo, estão a desembargadora Maria Aparecida e o secretário Carlos. Ela é uma mulher de pele clara, cabelos escuros, que usa óculos de grau. Veste uma calça amarela e blazer preto. Ele é um homem negro, de óculos de grau, que veste calça jeans e blazer escuro.
 
Lígia Saito 
Assessoria de Comunicação 
Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT)
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Comarca de Sinop promove ações de conscientização e proteção à infância e juventude

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A imagem mostra um grande grupo de pessoas reunido em um auditório inclinado, posando para uma foto coletiva após o evento.A Comarca de Sinop realizou, ao longo da semana, uma série de ações voltadas à promoção e garantia dos direitos de crianças e adolescentes, com atividades de conscientização sobre adoção, entrega legal e combate à exploração sexual infantojuvenil.

Uma das iniciativas foi a realização de palestra sobre adoção na Faculdade FASIPE, em Sinop, direcionada aos acadêmicos do curso de Direito. O evento reuniu aproximadamente 250 estudantes e proporcionou um espaço de reflexão e diálogo sobre os aspectos jurídicos e sociais relacionados ao tema.

A imagem mostra um grupo de 19 pessoas reunidas em um ambiente interno, posando para uma foto de equipe.Durante a palestra, foram abordadas informações sobre o Sistema Nacional de Adoção e Acolhimento (SNA), os procedimentos legais da adoção, os desafios enfrentados por crianças e adolescentes em situação de acolhimento e a importância da garantia do direito à convivência familiar e comunitária.

Participaram como palestrantes a juíza da Vara Especializada da Infância e Juventude da Comarca de Sinop, Melissa de Lima Araújo; o promotor de Justiça da Infância e Juventude, Nilton Cesar Padovan; a defensora pública Luciana Garcia Barbosa; e a presidente do Grupo de Apoio à Adoção de Sinop, Manoela Conter.

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Outra importante ação desenvolvida foi a campanha de conscientização sobre a Entrega Legal, realizada diretamente nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) do município. A iniciativa contou com o apoio da Secretaria Municipal de Saúde de Sinop, do Ministério Público e da Defensoria Pública.

As palestras e orientações tiveram como objetivo esclarecer profissionais da rede pública de saúde acerca do procedimento legal de entrega voluntária para adoção, previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), assegurando acolhimento humanizado e proteção integral às gestantes e recém-nascidos.

Uma mulher com cabelos longos e ondulados, vestindo camiseta branca e saia escura texturizada, fala ao microfone em pé atrás de um púlpito.A juíza Melissa de Lima Araújo destacou os aspectos jurídicos, sociais e humanizados da Entrega Legal, contribuindo para a correta identificação e acolhimento de situações que possam demandar encaminhamento à rede de proteção.

Durante a campanha, também foram distribuídos panfletos informativos, utilizados carros de som e camisetas alusivas ao tema, ampliando o alcance das orientações junto à população.

Encerrando a programação, foi realizada sexta-feira (29) uma caminhada de mobilização e conscientização pelo combate à exploração sexual de crianças e adolescentes, percorrendo a Avenida Júlio Campos.

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A ação contou com a participação da Secretaria Municipal de Assistência Social e dos órgãos integrantes do Sistema de Garantia de Direitos, com o objetivo de sensibilizar a comunidade sobre a importância da prevenção, identificação e enfrentamento das situações de violência sexual contra crianças e adolescentes.

Autor: Assessoria de Comunicação

Fotografo:

Departamento: CGJ-MT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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