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Caldeirão do Samba é remarcado para a próxima quinta, em Cuiabá

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O Caldeirão do Samba, evento de homenagem à velha guarda do samba, agendado para a última sexta-feira (1º/12), precisou ser adiado em razão da chuva. A programação, com entrada franca, foi remarcada para esta quinta-feira (07), véspera do feriado municipal da padroeira de Cuiabá. O local e o horário são os mesmos: a parte superior do Morro da Caixa D’Água Velha, às 19h.

A roda de samba especial é uma iniciativa da Superintendência de Integração, Cidadania e Cultura da ALMT (Assembleia Social) e do grupo Monarquia do Samba.

“Estava tudo agendado, mas, por conhecermos a cultura do povo cuiabano, adiamos, por causa da chuva na Capital. Mas agora será em uma véspera de feriado, ainda na Semana Nacional do Samba, para já começarmos o fim de semana. O espaço terá tendas e toda a estrutura necessária”, convida a superintendente da Assembleia Social, Daniella Paula Oliveira.

O objetivo do Caldeirão do Samba é o de resgatar os precursores do samba de Cuiabá e apresentá-los aos novos talentos, como explica o anfitrião Joari Madalena. “Essa velha guarda está sendo esquecida e a nova geração não conhece a história do samba. […] A nossa proposta é homenageá-los ainda em vida, para valorizá-los e aumentar a autoestima deles”, comenta.

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O grupo Monarquia do Samba, formado por Joari Madalena (pandeiro), Nilson Brito (voz e cavaco), Saca-Rolha (violão e voz) e Vitor Serra (percussão), será o anfitrião da noite, acrescentando Alex Bolacha aos instrumentistas, no violão de 7 Cordas.

O convidado especial da noite será Rico Alfaiate, considerado o primeiro cantor de samba de Cuiabá, na década de 1980, e fundador do grupo Explosão do Samba, ao lado de Calu Baterista e Hélio Japonês. São homenageados na noite especial, ainda, Jorginho do Cavaco e José Antônio.

A participação é gratuita e não precisa de ingresso prévio, é só chegar. Haverá venda de bebidas e comidas por comerciantes locais, mas é autorizada a entrada de produtos para consumo próprio. Mais informações, pelo perfil @assembleiasocial no Instagram e pelo telefone (65) 3313-6994.

SERVIÇO

Nova data do Caldeirão do Samba, com Monarquia do Samba

Data: Quinta-feira (7), a partir das 19h

Local: Morro da Caixa D’Água Velha, localizado na Rua Comandante Costa, Centro Sul, em Cuiabá

Entrada gratuita

Informações: @assembleiasocial no Instagram e telefone (65) 3313-6994


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Assembleia Social

Telefone: (65) 3313-6994


Fonte: ALMT – MT

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Leis aprovadas pela ALMT reforçam combate ao cigarro e alertam sobre riscos do vape à saúde

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O Dia Mundial sem Tabaco, lembrado em 31 de maio, reforça a importância da conscientização sobre os danos causados pelo cigarro convencional e pelos dispositivos eletrônicos para fumar, conhecidos como vapes, pods ou cigarros eletrônicos. Em Mato Grosso, a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) possui legislações voltadas à proteção da saúde pública e ao combate ao tabagismo, além de promover ações de cuidado e prevenção por meio do QualiVida – Programa de Saúde e Qualidade de Vida da ALMT.

Entre as legislações em vigor está a Lei nº 9.256/2009, que proíbe o consumo de cigarros, charutos, cachimbos e outros produtos fumígenos em ambientes coletivos públicos e privados fechados no estado. A norma também determina a criação de ambientes livres de fumaça e prevê medidas de fiscalização e orientação.

Mais recentemente, a Assembleia aprovou a Lei nº 12.302/2023, de autoria da deputada estadual Sheila Klener (PSDB), que ampliou as restrições aos Dispositivos Eletrônicos para Fumar (DEFs), proibindo o uso de cigarros eletrônicos em ambientes coletivos. A legislação inclui produtos conhecidos como e-cigarettes, vapes e pods, utilizados como alternativa ao cigarro convencional ou apresentados como tratamento para o tabagismo.

Para o pneumologista João Paulo Jajah Nogueira, que atua no QualiVida da ALMT, além do tratamento, as políticas públicas e a informação de qualidade são fundamentais no combate ao tabagismo.

“As leis que restringem o uso do cigarro e dos dispositivos eletrônicos ajudam a proteger a população, reduzem a exposição passiva à fumaça e contribuem para evitar que o hábito de fumar seja normalizado entre adolescentes e jovens”, destacou.

O médico alerta que o tabagismo continua sendo uma das principais causas evitáveis de doenças e mortes no mundo.

“O cigarro contém milhares de substâncias tóxicas, muitas delas cancerígenas. A nicotina provoca dependência intensa, enquanto outras substâncias causam inflamações, lesões pulmonares e doenças cardiovasculares”, explicou.

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Segundo o especialista, entre as doenças mais associadas ao tabagismo estão câncer de pulmão, bronquite crônica, enfisema pulmonar, infarto, AVC e hipertensão arterial. Ele também destacou os prejuízos causados pelo tabagismo passivo.

“Pessoas que convivem diariamente com fumantes também adoecem. Crianças, idosos e gestantes estão entre os mais vulneráveis aos efeitos da fumaça”, afirmou.

O pneumologista chama atenção ainda para o crescimento do uso de cigarros eletrônicos entre adolescentes e jovens adultos. Apesar de muitas vezes serem divulgados como menos prejudiciais, os dispositivos eletrônicos apresentam riscos graves à saúde.

“Muitos jovens acreditam que estão inalando apenas vapor de água, mas esses dispositivos possuem nicotina, metais pesados e substâncias químicas capazes de causar inflamação pulmonar importante e dependência química”, alertou João Paulo.

Entre os principais problemas associados ao uso de vape estão tosse persistente, falta de ar, irritação das vias respiratórias, agravamento da asma, bronquite e até lesões pulmonares graves, conhecidas internacionalmente como EVALI (Lesão Pulmonar Associada ao Uso de Cigarro Eletrônico ou Vape).

Na prática clínica, segundo o médico, também é comum o chamado “uso dual”, quando a pessoa utiliza simultaneamente o cigarro convencional e o eletrônico, aumentando ainda mais os danos à saúde.

João Paulo ressalta que não existe forma segura de fumar e destaca que parar de fumar é uma das decisões mais importantes para a qualidade de vida e prevenção de doenças.

“O tratamento da dependência da nicotina muitas vezes exige acompanhamento médico e psicológico. O mais importante é buscar ajuda e entender que recaídas podem acontecer durante o processo”, orientou.

A experiência de quem conseguiu abandonar o vício reforça os benefícios dessa decisão. O técnico em mecânica industrial e refrigeração comercial, Roberto Tsuzuki Müller, de 55 anos, fumou dos 18 aos 48 anos e está há sete anos sem fumar. Ele conta que a decisão de abandonar o cigarro foi motivada por uma série de acontecimentos familiares e pela percepção dos impactos do tabagismo em sua rotina.

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“Uma sequência de mortes e casos de câncer entre familiares me fez refletir. Minha esposa também fumava e parou após perder o pai para a doença. Eu comecei a me sentir mal por causa do cheiro do cigarro e percebi que precisava mudar. Usei adesivos de nicotina, mas, acima de tudo, é preciso ter decisão. Para largar o cigarro, a pessoa precisa realmente querer. Precisa ser de opinião”, relatou.

Embora praticasse atividades físicas regularmente, como ciclismo e downhill, Roberto conta que não sentia falta de ar nem limitações que o levassem a pensar em abandonar o cigarro. Com o passar do tempo, porém, outros efeitos do tabagismo passaram a incomodá-lo cada vez mais, como o cheiro impregnado nas roupas e a perda do prazer de sentir o sabor dos alimentos.

“O que mais senti quando parei foi o prazer de comer e perceber melhor o sabor dos alimentos. Também me senti mais limpo. O cigarro deixa a pessoa com mau hálito, dentes amarelados e uma sensação constante de sujeira. Além disso, existe o gasto financeiro, que acaba pesando com o tempo”, destacou.

Embora não tenha precisado de acompanhamento psicológico para abandonar o vício, ele considera o suporte profissional importante para muitas pessoas que enfrentam dificuldades durante o processo.

“Eu não precisei de ajuda psicológica, mas considero fundamental para quem está tentando parar. Cada pessoa tem uma experiência diferente e todo apoio pode fazer a diferença”, afirmou.

A mensagem que Roberto deixa para quem ainda fuma ou utiliza dispositivos eletrônicos é direta: “Pare antes que seja tarde. O cigarro convencional, assim como o cigarro eletrônico, é desnecessário e traz graves riscos à saúde”.

Fonte: ALMT – MT

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