AGRONEGÓCIO

ALMT homenageia agrônomos e personalidades que se destacaram no Estado

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), realizou uma sessão especial na manhã desta segunda-feira (04.12), em comemoração aos 90 anos da regulamentação da profissão de agrônomo no Brasil. A iniciativa, proposta pelo deputado Valdir Barranco, também homenageou personalidades que têm desempenhado um papel fundamental no avanço e no desenvolvimento do Estado, reconhecendo e celebrando os méritos desses cidadãos que deixam um legado positivo na sociedade mato-grossense.

O presidente da Feagro (Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso), Isan Rezende, que junto com Julio Campos, fez a entrega dos títulos aos homenageados, destacou a importância do evento. “É uma honra participar desta sessão especial e testemunhar o reconhecimento merecido a essas personalidades que têm contribuído de maneira notável para o desenvolvimento de nosso amado Estado”, disse Rezende.

Rezende destacou a importância da colaboração entre diferentes setores para o crescimento econômico e social do Estado, com ênfase na atuação dos agrônomos, num estado que é celeiro do Brasil e do mundo. “Essas homenagens não apenas destacam as realizações individuais, mas também ressaltam a importância de reconhecermos e valorizarmos o empenho e a dedicação de pessoas que fizeram e fazem a diferença em Mato Grosso. É fundamental celebrar não apenas os feitos do passado, mas também inspirar e apoiar os esforços contínuos em prol de um futuro ainda mais promissor para nossa terra e nossa comunidade”, frisou Isan Rezende.

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Assista aqui a sessão completa:

Fonte: Pensar Agro

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AGRONEGÓCIO

Valor da produção agropecuária atinge R$ 1,4 trilhão em maio

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Mato Grosso manteve a liderança nacional do Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) em maio de 2026, com faturamento estimado em R$ 213,5 bilhões, o equivalente a cerca de 15% de toda a produção agropecuária do País, segundo dados da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). O desempenho reforça o peso do estado como principal polo do agronegócio brasileiro, puxado sobretudo pela soja e pelo milho.

O resultado estadual ocorre em um cenário de VBP nacional ainda elevado, de R$ 1,4 trilhão, embora com recuo de 4,6% em relação ao mesmo período do ano anterior. No caso mato-grossense, a liderança se mantém mesmo diante da queda de preços de commodities relevantes no mercado internacional, que impactaram o ritmo de crescimento do indicador em diversas regiões do País.

A força de Mato Grosso no ranking nacional está diretamente associada à concentração de grandes lavouras mecanizadas e à escala de produção de grãos, com destaque para a soja, que segue como principal produto do agronegócio brasileiro em geração de receita, seguida por milho, cana-de-açúcar, café e algodão.

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No recorte estadual, a participação de Mato Grosso reflete também o peso do Centro-Oeste na formação do VBP nacional, região que concentra parte significativa da produção de grãos destinada à exportação. O estado atua como principal origem da soja embarcada para o mercado externo e como um dos maiores fornecedores de milho safrinha do País.

Apesar do desempenho positivo no ranking, o cenário nacional mostra heterogeneidade entre os produtos agropecuários. Enquanto algumas culturas registraram forte retração de preços, como cacau, laranja e arroz, outras apresentaram crescimento, com destaque para batata-inglesa, feijão, mandioca e tomate, segundo o levantamento do Mapa.

Na pecuária, o VBP nacional também apresentou leve queda, influenciado por recuos em segmentos como suínos, frango, ovos e leite, enquanto a bovinocultura registrou avanço e se manteve como principal atividade do setor. Esses movimentos ajudam a explicar a desaceleração do indicador agregado, apesar do patamar ainda elevado de faturamento no campo.

O VBP é calculado mensalmente pelo Ministério da Agricultura com base nas estimativas de produção e nos preços recebidos pelos produtores rurais, funcionando como um termômetro do faturamento bruto gerado dentro das propriedades agrícolas. Os dados de 2026 são preliminares e refletem as informações disponíveis até maio.

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Fonte: Pensar Agro

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