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Jovem de 21 anos é presa em flagrante por tráfico de drogas pela Polícia Civil

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Uma jovem investigada pela prática de venda de entorpecentes em Rondonópolis (212 km ao sul de Cuiabá) foi presa pela Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), na tarde de quarta-feira (13.12).

A suspeita de 21 anos foi autuada em flagrante por tráfico de drogas, durante cumprimento de mandado de busca e apreensão domiciliar.

Os policiais civis da Derf de Rondonópolis realizavam diligências visando a repressão ao tráfico de drogas, quando identificaram uma residência no bairro Residencial Paraíso, usada pela moradora para praticar o crime.

Com base nos indícios e evidências, foi representado pelo pedido de busca e apreensão domiciliar, deferido pelo Poder Judiciário da Comarca de Rondonópolis.

Diante da ordem judicial, a equipe foi até o endereço, onde a jovem foi encontrada com várias porções de pasta base de cocaína, balança de precisão, caderno com anotações referentes ao comércio ilícito, dinheiro, entre outros materiais.

No momento em que os investigadores realizavam as buscas no imóvel, duas pessoas usuárias chegaram na casa para comprar entorpecentes.

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Após o flagrante, a suspeita de 21 anos foi encaminhada para a Derf e Rondonópolis. Ela foi interrogada e autuada por tráfico de drogas, sendo posteriormente colocada à disposição da Justiça.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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