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Sinfra divulga resultado provisório de processo seletivo para contratação temporária

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A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) divulgou, nesta terça-feira (09.01), a relação final de inscrições deferidas e o resultado provisório da análise curricular do processo seletivo para contratação temporária no órgão. A lista foi publicada no Diário Oficial e pode ser conferida AQUI.

Nos dias 10 e 11 de janeiro ficará aberto o prazo para recurso contra o resultado provisório e entrega de documentos para desempate. O resultado final do processo será divulgado na sexta-feira, 12 de janeiro.

Os recursos e documentos devem ser enviados por meio do site da Legalle Concursos (https://candidato.legalleconcursos.com.br/), empresa contratada para realizar o processo seletivo.

Serão contratados temporariamente, e por tempo determinado, 55 servidores, sendo 2 vagas para pessoas com deficiência, com remuneração de R$ 7.153,53.

As vagas são para nível superior, nos perfis de Arquiteto e Urbanista (1 vaga), Engenheiro Agrônomo (1), Engenheiro Civil (39), Engenheiro Civil PCD (2), Engenheiro Eletricista (2), Engenheiro Florestal (1), Engenheiro Mecânico (1), Engenheiro Sanitarista (3), Engenheiro de Transporte (3) e Geólogo (2).

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A seleção é feita por meio de análise curricular e documental, de caráter classificatório. No edital constam os documentos que podem ser enviados para análise curricular, como diploma de doutorado, mestrado ou especialização. Os arquivos devem ser enviados em formato PDF, de no máximo 5 MB.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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