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Emanuel Pinheiro determina pagamento salarial a servidores nomeados pelo gabinete de intervenção do Estado que ficaram sem salários

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A pedido do prefeito Emanuel Pinheiro, o secretário de Saúde, Deiver Teixeira, realizou nesta sexta-feira (12) reunião com servidores nomeados pelo gabinete de intervenção e que ficaram sem receber no mês de dezembro. 

Sem nunca terem sido recebidos pelo gabinete da intervenção do Estado, os servidores tiveram suas demandas ouvidas pelo secretário, que garantiu o pagamento do salário, tendo como prazo máximo a próxima quarta-feira (17). Posteriormente, os casos de descontos na folha complementar serão discutidos individualmente. Foi assinado um termp de compromisso pelo secretário e os servidores presentes. 

“O que a intervenção fez foi esquecer tudo o que havia de dívida anterior e viveu de março a novembro com o dinheiro de um ano inteiro e deixando dezembro sem pagar, inclusive o salário dos servidores”, afirmou Deiver. 

“Todo mundo está achando que a intervenção fez mil maravilhas, mas nós sabemos que isso não passa de narrativa”, afirmou o secretário. “Há uma situação muito desconfortável e nós precisamos registrar, senão vão afirmar que a dívida é nossa, mas foram eles que deixaram essas dívidas e agora estamos trabalhando dia e noite para resolver”. 

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Liderado pelo prefeito Emanuel Pinheiro, que está em Brasília, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) conseguiu recursos para regularizar os pagamentos e solucionar os problemas que surgiram da má gestão anterior. Servidores presentes na reunião saíram com o compromisso firmado pelo secretário. 

“O secretário foi bem receptivo e a princípio o que nós vimos é que o salário já está calculado e será pago até quarta-feira, depois disso o que surgiu de pendência da gestão anterior será discutido caso a caso, estou satisfeita com a solução, acreditamos que vai dar tudo certo”, afirmou a estatística Juliene Machado, uma das representantes dos servidores presente na reunião.

 
 
 

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Prefeitura e ALMT se unem para buscar solução para famílias ameaçadas de despejo

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A atuação conjunta do prefeito Abilio Brunini e do presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, Max Russi, marcou a mediação do conflito envolvendo moradores do Residencial Villas das Minas e dos condomínios Lavras do Sul I e II, em Cuiabá. A mobilização ocorreu diante da ameaça de despejo que atingia centenas de famílias em um impasse jurídico que se arrasta há décadas.

Durante encontro com os moradores, o prefeito Abilio Brunini adotou um tom de cautela e orientação, pedindo tranquilidade diante da situação. Ele reforçou que não haveria ações abruptas e que todas as medidas seriam conduzidas dentro da legalidade. “O que joga contra vocês é o pânico. Ninguém vai arrancar vocês de uma hora para outra. Tudo será feito dentro da lei, com os instrumentos legais que temos”, afirmou.

O prefeito também destacou que a Procuradoria do Município estava mobilizada para atuar no caso, com medidas judiciais e pedido de urgência para tentar suspender a ordem de despejo, além de alertar os moradores sobre possíveis oportunistas oferecendo soluções irregulares.

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A articulação institucional teve resultado direto. Após atuação do deputado Max Russi e do prefeito junto à Corregedoria-Geral da Justiça, foi recomendada nesta sexta-feira (17) a suspensão do despejo de 656 famílias dos condomínios Villas das Minas e Villas das Lavras do Sutil I e II, localizados na região do Porto. A medida foi encaminhada pelo desembargador José Luiz Leite Lindote ao juiz da 1ª Vara Cível de Cuiabá, responsável pelo caso.

A decisão determina o envio do processo à Comissão Regional de Soluções Fundiárias e orienta a suspensão de qualquer medida de desocupação coletiva até análise técnica detalhada. O encaminhamento segue diretrizes do Supremo Tribunal Federal e do Conselho Nacional de Justiça, que preveem tratamento humanizado em situações de grande impacto social.

Max Russi destacou o alívio imediato para os moradores e a importância da resposta institucional. “Saiu a decisão que tanto queríamos. Entramos com a nossa procuradoria e o pedido foi acolhido. Isso traz tranquilidade para as famílias que estavam angustiadas”, afirmou.

Com a recomendação, o caso passará por avaliação socioeconômica das famílias, articulação com órgãos públicos e busca por alternativas à desocupação. A expectativa é de que, com a atuação conjunta entre Prefeitura e Assembleia Legislativa, o impasse avance para uma solução conciliatória, evitando a retirada em massa e reduzindo os impactos sociais em Cuiabá.

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Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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