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Estão abertas as inscrições para o Prêmio Innovare 2024

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As inscrições para a 21ª edição do Prêmio Innovare estão abertas. A premiação de grande relevância nacional seleciona as melhores práticas criadas por advogados e advogadas, defensores e defensoras públicas, promotores e promotoras, magistrados e magistradas, além de outros profissionais de destaque interessados em aprimorar o sistema de justiça brasileiro.
 
As inscrições vão até o dia 26 de abril para as categorias Tribunal, Juiz, Ministério Público, Defensoria Pública, Advocacia e Justiça e Cidadania, e devem ser feitas pelo site www.premioinnovare.com.br. Já para a categoria CNJ, que engloba boas práticas e está direcionada para o eixo temático “Sustentabilidade e Meio Ambiente” este ano, tribunais, magistrados e magistradas têm até o dia 7 de abril para se inscreverem pelo Portal de Boas Práticas do Poder Judiciário
 
Desde sua criação, em 2004, o Prêmio Innovare já premiou mais de 280 práticas em vários estados do país, colaborando para que estes trabalhos sejam conhecidos em outras regiões e estimulando a transformação de alguns deles em políticas públicas.
 
Os temas das práticas escolhidas como premiadas e homenageadas nestes 20 anos são variados e envolvem desde conscientização contra o racismo, defesa dos direitos indígenas e de povos isolados, até opções para igualdade de gênero entre reeducandas e gestão estratégica do sistema prisional, redes de proteção a portadores de problemas mentais, atendimento multidisciplinar à população de rua e vulnerável, combate à LGBTfobia e à violência doméstica, dentre outros.
 
A proposta é mostrar as boas ideias colocadas em prática por advogados, promotores, defensores públicos e magistrados brasileiros que se dedicam a buscar alternativas para promover o melhor atendimento à população.
 
Também são premiadas pelo Innovare, na Categoria Justiça e Cidadania, as boas práticas que se desenvolvem no interior do sistema de Justiça por profissionais de qualquer área profissional que contribuam para o fomento da cidadania brasileira.
 
As inscrições são gratuitas e digitais, por meio do preenchimento do formulário de inscrição.
 
 
Dúvidas e informações: (21) 2246-6030/6034.
 
#Paratodosverem
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual.
Descrição de imagem: arte gráfica digital com fundo preto, faixa superior em curvas nas cores preto, vermelho, vinho e rosa, ao centro, em letras bastão, estão escritos “21ª Prêmio Innovare”, com um brilho ao fundo, e “inscrições abertas”. Assina a peça o logo do Instituto Innovare.
 
Mylena Petrucelli (Com informações do Instituto Innovare)
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Rede de Enfrentamento à Violência Doméstica avança e alcança 114 municípios

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A Rede de Enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher em Mato Grosso segue em expansão e já está presente em 114 municípios do estado. Nesta quinta-feira (30), nova unidade foi oficialmente instalada para atender a Comarca de Cotriguaçu e o município de Juruena, fortalecendo a articulação institucional voltada à proteção, acolhimento e garantia de direitos às mulheres em situação de violência.

A iniciativa integra a política permanente desenvolvida pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), por meio da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (Cemulher-MT), sob coordenação da desembargadora Maria Erotides Kneip. O trabalho tem priorizado a interiorização das ações e a construção de fluxos integrados de atendimento em todas as regiões do estado.

Durante a solenidade, a juíza e diretora do Foro da Comarca de Cotriguaçu, Gezicler Luiza Sossanovicz Artilheiro, destacou o significado da implantação da Rede para o município.

“Hoje é um dia muito importante para a Comarca de Cotriguaçu, com a instalação da Rede de Enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar. É um serviço essencial, articulado entre todos os serviços públicos para apoio, acolhimento e encaminhamento das mulheres vítimas de violência. A presença das instituições dá visibilidade a esse serviço e garante que as vítimas saibam que não estão sozinhas”, afirmou a magistrada.

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O prefeito de Cotriguaçu, Moisés Ferreira de Jesus ressaltou que a iniciativa representa um avanço na proteção social e no fortalecimento das políticas públicas locais.

“Essa Rede será muito bem-vinda em nosso município, para garantir mais dignidade, segurança e rapidez no atendimento às mulheres que enfrentam qualquer tipo de violência. É uma união necessária entre poder público, Judiciário e demais instituições para buscar soluções efetivas”, declarou.

Representando o município, a secretária municipal de Educação, Michelle Rocha Xavier enfatizou a importância da integração entre as secretarias e órgãos públicos.

“Essa implantação valoriza as mulheres e oferece a proteção necessária. Precisamos dessa transversalidade no atendimento, para que as mulheres se sintam seguras, acolhidas e saibam a quem recorrer”, pontuou.

Já a secretária de Educação de Juruena, Loryza Rodrigues Barbosa de Barros Natal destacou que a implementação fortalece políticas públicas essenciais.

“É uma iniciativa justa e necessária. Precisamos nos unir em torno dessa rede de proteção tão importante diante de tantos casos que vemos diariamente”, afirmou.

Responsável pela Defensoria Pública na Comarca de Cotriguaçu e Juruena, a defensora pública Natane Garcia Ferreira ressaltou que a cooperação entre as instituições é fundamental para transformar o atendimento às vítimas.

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“Estamos instituindo uma atuação conjunta entre Defensoria, Ministério Público, Judiciário, polícias e secretarias municipais, formando uma rede de atendimento às mulheres e seus dependentes. Quando cada instituição cumpre seu papel de forma coordenada, conseguimos oferecer suporte real e ajudar essas vítimas a reconstruírem suas vidas”, explicou.

O presidente da Câmara Municipal de Cotriguaçu, Valdirlei Aparecido Vaz também reafirmou o apoio do Legislativo à causa.

“A Câmara estará à disposição para legislar, articular e contribuir para que esse trabalho funcione de forma efetiva. Precisamos proteger nossas mulheres e impedir que casos de violência continuem acontecendo”, disse.

Veja abaixo registro da atuação do Cemulher na instalação de Redes de Enfrentamento.

Autor: Patrícia Neves

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação Social do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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