Tribunal de Justiça de MT

Inscrições abertas: comunicação não-violenta é tema de curso credenciado pela Enfam

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Nos dias 24, 25 e 26 de abril, a Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT) realiza o curso “Comunicação não-violenta: conexões mais humanizadas no trabalho”. Voltado a juízes(as) e desembargadores(as), a iniciativa contará com dois formadores: o pedagogo e servidor da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (Enfam), Fernando de Assis Alves, e o juiz federal Vlademir Santos Vitovsky, titular da 9ª Vara Federal de Execuc¸a~o Fiscal do Rio de Janeiro.
 
O curso de Formação de Formadores (correspondente ao Nível 2 do Fofo) será ofertado na modalidade presencial, com 24 horas/aula, entre os dias 24 e 26 de abril, das 9h às 12h e das 14h às 19h. São ofertadas 45 vagas.
 
Segundo a diretora-geral da Esmagis-MT, desembargadora Helena Maria Bezerra Ramos, o objetivo da iniciativa é capacitar os magistrados a compreender as consequências dos processos de comunicação não-violenta no ambiente de trabalho, analisando e aplicando os tipos de comunicação nas situações concretas, de forma assertiva e humana, favorecendo a comunicação.
 
São objetivos específicos do curso: compreender o fenômeno das mudanças nos processos de comunicação não-violenta no ambiente de trabalho; discutir a transposição da comunicação presencial para a não presencial, bem como as síncronas e assíncronas; compreender os impactos das inovações nas formas de comunicação; utilizar a comunicação não-violenta no ambiente de trabalho; planejar ações de comunicação, articulando ferramentas da comunicação no ambiente corporativo; e aplicar princípios da comunicação não-violenta.
 
Inscrições – O prazo de inscrições termina nesta quarta-feira (10 de abril) para os juízes do interior (10 vagas). Já os juízes da Capital, Várzea Grande ou do interior que queiram participar por expensas próprias podem se inscrever até 19 de abril. Caso sobrem vagas remanescentes, essas serão ofertadas para assessores de gabinete.
 
 
Formadores – Fernando de Assis Alves é graduado em Pedagogia pela Universidade de Brasi´lia, especialista em Gesta~o Pu´blica e Sociedade, mestre em Educac¸a~o e Comunicac¸a~o (UnB) e doutorando em Cie^ncias da Educac¸a~o pela Universidade de Lisboa.
 
Diretor-presidente do Grupo Educando para a Vida (Educavida), é professor volunta´rio na UnB. Tem experie^ncia na a´rea de Educac¸a~o, Tecnologias da Informac¸a~o e Comunicac¸a~o, Inovac¸a~o Tecnolo´gica e Empreendedorismo, com e^nfase em Educac¸a~o e Promoc¸a~o de Sau´de, atuando principalmente nos seguintes temas: poli´ticas e gesta~o pu´blica, educac¸a~o, sau´de, ecopedagogia, sexualidade, viole^ncia, adolesce^ncia e juventude.
 
Vlademir Santos Vitovsky é doutor em Direito e Sociologia da Universidade de Coimbra, membro da Comissa~o do CAE/EMARF, e coordenador da Comissa~o de Gesta~o da Administrac¸a~o Judicia´ria. Juiz Formador, coordenador do Curso de Formac¸a~o Inicial de Magistrados (2012, 2015 e 2020) e do Curso de Vitaliciamento de Magistrados (2021-2022).
 
Lígia Saito
Assessoria de Comunicação
Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT)
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Judiciário de MT Explica: por que falar de Equidade Racial importa?

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Há muita diferença entre tratar as pessoas de forma igual e tratá-las com justiça. E para explicar melhor é fundamental falar de igualdade versusequidade racial.
De forma resumida, conforme o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a igualdade garante o tratamento igualitário perante a lei, enquanto a equidade ajusta esse tratamento às necessidades específicas de cada indivíduo ou grupo.
Assim, a equidade busca promover a aplicação da justiça na prática para corrigir desigualdades e desvantagens históricas por meio de ações afirmativas.
Depois de estudos iniciados a partir da Portaria 108/2020, o CNJ lançou em 2022 o Pacto Nacional pela Equidade Racial, do qual o Poder Judiciário de Mato Grosso é signatário a partir do Comitê de Equidade Racial.
Por meio dele, o Judiciário mato-grossense passou a realizar cursos de letramento racial e práticas antirracistas, oficinas nas diferentes áreas e outras ações no âmbito do Tribunal de Justiça e nas comarcas.
O trabalho busca promover a equidade, fortalecer a democracia, unir as pessoas pelo respeito para mostrar que o conhecimento é a melhor ferramenta para transformar a nossa realidade.

Autor: Lídice Lannes

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Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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