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Juiz-membro Luiz Otávio Pereira Marques assume Ouvidoria Eleitoral do TRE-MT

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O juiz-membro do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) na categoria Juiz de Direito, Luis Otávio Pereira Marques, assumiu o cargo de ouvidor eleitoral de Mato Grosso, em substituição a Jackson Francisco Coleta Coutinho, que concluiu seu biênio como juiz-membro do TRE-MT na categoria Jurista, no último dia 26 de maio.

A designação do novo ouvidor eleitoral consta na Portaria nº 256/2024, assinada pela presidente do Tribunal, desembargadora Maria Aparecida Ribeiro, e publicada na edição do Diário de Justiça Eletrônico (DJE) desta terça-feira (04.06).

O magistrado afirma que dará continuidade ao trabalho realizado pelo ouvidor anterior, aprimorando o que for necessário. “Pretendo dar continuidade ao excelente trabalho já desenvolvido na Ouvidoria Eleitoral, que estava sob o comando do colega, então juiz-membro Jackson Coutinho. A Ouvidoria Eleitoral tem como missão ser um canal de intercomunicação com o cidadão para o aprimoramento dos serviços prestados pela Justiça Eleitoral, sendo um órgão voltado à defesa dos direitos e garantias fundamentais do cidadão, propiciando maior transparência aos trabalhos e ações da Justiça Eleitoral”.

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O novo ouvidor já realizou uma reunião recente com a equipe da Ouvidoria Eleitoral, visando conhecer o fluxograma das demandas. “Também foi uma oportunidade de tomar conhecimento sobre as reais necessidades do órgão para um melhor alinhamento das ações a serem implementadas”, acrescentou.

Luis Otávio Pereira Marques assumiu como juiz-membro do TRE-MT no dia 17 de maio deste ano e seu biênio segue até 17 de maio de 2026, mesmo período em que exercerá o cargo de ouvidor eleitoral.

Jornalista: Nara Assis

#PraTodosVerem: Foto que mostra o juiz designado ao cargo de ouvidor eleitoral, vestindo uma toga preta e uma gravata azul com listras rosa claro, com os cabelos pretos penteados para trás. Ele está sentado, com as mãos apoiadas em uma bancada do Plenário, que tem a tela de um computador, um microfone de mesa e um copo de água.

Fonte: TRE – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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