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Polícia Civil lança Operação Shamar para intensificar ações de combate à violência doméstica em MT

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A Polícia Civil de Mato Grosso lançou, nesta quarta-feira (07.08), a Operação Shamar para intensificar o enfrentamento a violência doméstica e familiar contra a mulher durante o mês de agosto.

A operação tem por finalidade prevenir crimes de descumprimento de medidas protetivas, de perseguição, de violência psicológica e de feminicídio, além de desenvolver ações preventivas, como palestras, rodas de conversa e entre outras atividades sociais.

A ação policial ocorre em parceria com a Polícia Militar, Corpo de Bombeiro Militar e Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).

Em Mato Grosso, as palestras serão ministradas tanto pela Coordenadoria de Enfrentamento à Violência Contra a Mulher e Vulneráveis, quanto pelas Delegacias Especializadas de Defesa da Mulher dos municípios e pelos 21 Núcleos de Atendimento à Vitimas de Violência Doméstica, que estão instalados nas unidades policiais.

As ações preventivas contemplarão as cidades de Alta Floresta, Cáceres, Cuiabá, Nossa Senhora do Livramento, Primavere do Leste, Rondonópolis e Várzea Grande e outros municípios.

As atividades serão desenvolvidas em escolas, faculdades e círculos de mulheres acompanhadas pelos Centro de Referência de Assistência Social (CRAS e CREAS) para atender público variado e o maior número possível de pessoas que possam disseminar as informações com intuito de mudar a cultura do machismo.

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A Polícia Civil também intensificará ações repressivas ao cumprir mais mandados de busca e apreensão, prisões preventivas, prisões em flagrantes e conclusões de inquéritos policial contra agressores. O objetivo é dar uma resposta a sociedade.

Agosto Lilás – Passeio Motociclismo

Também será realizado por intermédio da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher de Cuiabá, o ato de motociclismo no dia 18 de agosto (domingo).

A concentração iniciará às 06 horas, na DEDM de Cuiabá, localizada na avenida Carmindo de Campos. A largada será às 07 horas e irá até a cidade de Chapada dos Guimarães (67 km ao note de Cuiabá).

O passeio busca conscientizar a população a respeito dessa forma de crime contra mulheres e outras pessoas em situação de vulnerabilidade.

Operação Shamar

Coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), a Operação Shamar será realizado durante todo o mês de agosto e conta com a adesão dos 26 estados e do Distrito Federal. O objetivo principal é intensificar o combate à violência doméstica e familiar contra a mulher e ao feminicídio no Brasil. Shamar é uma palavra hebraica e significa cuidar, aguardar, proteger, vigiar.

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Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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