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TRE-MT capacita técnicos para atuar em áreas de difícil acesso durante as eleições

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A Justiça Eleitoral de Mato Grosso iniciou o treinamento de técnicos de transmissão de urnas. Ao total são 120 voluntários, dentre homens e mulheres que irão atuar em diferentes locais do estado. A capacitação envolverá parte teórica e prática, o que irá garantir a boa execução dos trabalhos. 

Chamado de ‘TSat’, os técnicos de transmissão de urnas são responsáveis, primordialmente, por transmitir os resultados da votação, após o término do pleito. Além disso, são agentes que podem auxiliar na troca da urna eletrônica em caso de imprevisto ou problemas técnicos. A transmissão é realizada via satélite e não precisa de internet. 

Durante a abertura do treinamento, que está acontecendo na sede do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), o juiz auxiliar da Presidência, Aristeu Dias Batista Vilella, destacou a importância do papel desses agentes. “A função que irão exercer é uma função muito importante, pois irão servir a população. Vocês serão enviados para os mais diversos locais do estado de MT”. 

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Dentre os locais que os voluntários podem ser enviados estão aldeias indígenas, locais sem internet, comunidades que precisam de transporte fluvial ou aéreo, ou até mesmo ambos os tipos. Daniela Fisher, de 36 anos, servidora pública e voluntária pela terceira vez, já atuou no município de Brasnorte e na capital Cuiabá. Para ela, a experiência de trabalhar como TSat, apresentou uma nova visão de quem está na ponta. 

“Conhecer como funciona a extensão daqui de Cuiabá até o trabalho na ponta foi muito legal. Eu vi que tem gente no interior muito comprometida, e conhecer locais diferentes, achei incrível a experiência”, explicou a servidora, que se voluntaria juntamente com seu esposo. 

Na capacitação, além do preparo para o manejo de imprevistos que podem surgir, os voluntários também receberam uma palestra explicativa sobre o funcionamento das urnas eletrônicas e os avanços tecnológicos. Atualmente, o TRE-MT utiliza urnas fabricadas a partir do ano de 2014, sendo as dos anos anteriores usadas em caso de contingências. Neste ano, serão utilizadas nas seções eleitorais 8.789 urnas eletrônicas.  

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Texto por: Maryelle Campos (Supervisão Andrea Martins Oliveira)

#DescriçãodaImagem: A fotografia mostra o plenário do TRE-MT com o auditório com vários participantes sentados enquanto o juiz auxiliar da Presidência, Aristeu Dias, fala no microfone.

Fonte: TRE – MT

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MATO GROSSO

Corpo de Bombeiros combate quatro incêndios florestais nesta terça-feira (13)

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combate, nesta terça-feira (13.10), quatro incêndios florestais registrados nos municípios de Água Boa, Nova Xavantina, Nossa Senhora do Livramento e Juruena.

Em todas as ocorrências, os bombeiros atuam de forma estratégica para conter o avanço das chamas, extinguir os incêndios, monitorar as áreas atingidas e proteger vidas, propriedades rurais e o meio ambiente.

As operações contam, conforme a necessidade de cada ocorrência, com o apoio do Grupo de Aviação Bombeiro Militar (GAvBM), da Defesa Civil Estadual, do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) e da Polícia Militar. A atuação integrada das forças amplia a capacidade de resposta e fortalece o combate aos incêndios florestais em Mato Grosso.

Focos de calor

Em Mato Grosso, foram registrados 59 focos de calor nas últimas 24 horas, conforme a última checagem realizada às 17h no Programa BDQueimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Os dados são do Satélite de Referência (Aqua Tarde). Desse total, 39 focos foram registrados na Amazônia, 18 focos no Cerrado, e dois focos no Pantanal.

Em Terras Indígenas, foram identificados seis focos de calor, sendo quatro focos na Terra Indigena Parque do Xingu, em Querência, e dois focos na Terra Indigena Parabubure, em Campinápolis.

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É importante destacar que um foco de calor, isoladamente, não caracteriza um incêndio florestal. O foco de calor é um indicativo de uma área com temperatura elevada, detectada por satélites, que pode ou não estar associada à ocorrência de fogo. Já um incêndio florestal, em geral, é identificado pelo conjunto de diversos focos de calor concentrados em uma mesma área. No caso das terras indígenas, o combate aos incêndios deve ser realizado por órgãos do Governo Federal, uma vez que o Estado não possui autorização para atuar.

Fiscalização – Operação Infravermelho

O Corpo de Bombeiros Militar também realiza o monitoramento do uso irregular do fogo no âmbito da Operação Infravermelho. Esse monitoramento é realizado a partir da Sala de Situação Central, instalada no Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), em Cuiabá.

Com o apoio de imagens de satélite e outras tecnologias, a operação tem como objetivo identificar, de forma antecipada, áreas com risco de incêndio florestal ou onde o fogo já tenha sido iniciado de maneira ilegal, atuando tanto na prevenção quanto na responsabilização dos infratores.

Incêndios extintos

Desde o início do período proibitivo do uso do fogo em Mato Grosso, o Corpo de Bombeiros Militar já atuou na extinção de incêndios nos municípios de Água Boa, Araguaiana, Aripuanã, Barra do Garças, Boa Esperança do Norte, Bom Jesus do Araguaia, Campo Verde, Canabrava do Norte, Canarana, Chapada dos Guimarães, Cocalinho, Colíder, Colniza, Dom Aquino, Feliz Natal, Guarantã do Norte, Guiratinga, Juara, Lambari D’Oeste, Luciara, Marcelândia, Matupá, Nova Bandeirantes, Nova Maringá, Nova Nazaré, Nova Ubiratã, Nova Xavantina, Novo Santo Antônio, Novo São Joaquim, Paranatinga, Peixoto de Azevedo, Poxoréu, Primavera do Leste, Ribeirão Cascalheira, Rondonópolis, Rosário Oeste, Santa Terezinha, São Félix do Araguaia, União do Sul e Vila Rica.

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Proibição do uso do fogo

O CBMMT reforça o alerta à população sobre a proibição do uso do fogo para limpeza e manejo de áreas rurais nos biomas Amazônia, Cerrado e Pantanal, entre 1º de julho e 30 de novembro de 2026. Nas áreas urbanas, o uso do fogo é proibido durante todo o ano.

O uso irregular do fogo pode configurar crime ambiental e está sujeito às penalidades previstas em lei. Além de ser proibida, a prática representa riscos à segurança pública, à saúde da população e ao meio ambiente. Casos de uso irregular do fogo, inclusive em áreas urbanas, devem ser denunciados pelos números 193 (Corpo de Bombeiros Militar) ou 190 (Polícia Militar).

Fonte: Governo MT – MT

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