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Seciteci assume vaga no Conselho Nacional de secretários de Ciência e Tecnologia

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A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação de Mato Grosso (Seciteci) ocupará a 1ª vice-presidência do Conselho Nacional de Secretários de Estados para Assuntos de Ciência, Tecnologia e Inovação (Consecti). A vaga foi garantida através de eleição ocorrida na tarde desta sexta-feira (28.3), em Brasília.

Realizada na Embaixada da Itália no Brasil, a eleição escolheu a nova diretoria do Consecti, que terá dois anos de mandato. Com isso, o cargo destinado a Mato Grosso será ocupado pelo titular da Seciteci, secretário Allan Kardec, que já era diretor-regional do Centro-Oeste junto ao Conselho Nacional.

“É muito importante ocuparmos esse espaço porque o Consecti vem ganhando cada vez mais força. Temos muitas pautas para fortalecer ainda mais a política de Ciência, Tecnologia e Inovação no país”, afirmou Allan.

O secretário também defendeu como prioridade do Consecti o apoio à criação de conselhos, fundos e planos municipais de ciência, tecnologia e inovação, bem como fortalecimento de fundações de apoio à pesquisa e financiamento da educação profissional e tecnológica.

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O conselho continuará sendo presidido por Silvio Bulhões e conta ainda com Mauricélia Montenegro (Pernambuco) como 2º Vice-presidente, além dos diretores regionais Edivan Andrade (Norte), Sandra Monteiro (Nordeste), Jaime Verruck (Centro-Oeste), Vahan Agopyan (Sudeste) e Aldo Bona (Sul).

“Desde a pandemia, nossas reuniões vêm sendo ampliadas. Temos demonstrado ainda mais importância e vemos o resultado do esforço que temos feito para tornar a Política de Ciência, Tecnologia e Inovação mais presente nos Estados”, completou Silvio.

A eleição da nova diretoria ocorreu depois de um balanço das atividades em relação ao período 2022/2024. Também foram debatidas as estratégias de organização da entidade e realização de encontros regionais pelo país. As próximas reuniões ocorrerão em Macapá (AP), Brasília, Foz do Iguaçu (PR) e Goiânia (GO). Apenas uma chapa se inscreveu para o pleito por conta do consenso em torno dos nomes para a nova diretoria.

Entre as suas atribuições, o Consecti articula os interesses comuns das secretarias estaduais e órgãos congêneres, contribui para o aperfeiçoamento da Política Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação e mobiliza as bancadas federais dos estados em torno do tema.

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Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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