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Escola de Governo oferta 200 vagas para o curso Gestão de Documentos e SigaDoc na Prática

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A Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag), por meio da Escola de Governo, está com inscrições abertas para a Gestão de Documentos e SigaDoc na Prática. São 200 vagas exclusivas para servidores da administração pública estadual.

As inscrições ficam abertas até o dia 11 de outubro, ou enquanto houver disponibilidade de vagas. A capacitação ocorrerá na modalidade de Ensino a Distância (EaD), no dia 15 de outubro, das 08h às 12h.

A Escola de Governo enviará o material e as demais informações aos inscritos por e-mail, próximo a data prevista para início do curso.

Os participantes que realizarem as atividades propostas receberão certificado de 4 horas-aula.

A abordagem da capacitação vai oportunizar noções sobre ferramentas e procedimentos para a gestão de documentos no sistema da administração pública estadual. Tudo isso organizado em 11 módulos, que discutem desde os conceitos às classificações do uso de documentos, promovendo agilidade e transparência no acesso a informação.

Inscreva-se, clicando neste link.

*com a supervisão de Dayanne Santana

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Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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