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Mulher que comandava boca de fumo é presa pela Polícia Civil durante operação em Confresa

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Confresa, deflagrou, na manhã de segunda-feira (21.10), operação para cumprimento de mandados de busca e apreensão domiciliares com foco no combate ao tráfico de drogas no município.

A ação resultou no fechamento de uma boca de fumo e na prisão em flagrante de uma mulher, de 34 anos, por tráfico de drogas.

A operação com foco no combate ao tráfico doméstico, realizado em pequenas quantidades em bocas de fumo dentro de bairros, foi deflagrada depois de meses de investigações realizadas pelos policiais da Delegacia de Confresa, que mapearam pontos de venda de drogas na cidade.

Com base nas investigações, o delegado Mauro Apoitia representou os mandados de busca e apreensão dos alvos identificados, que estão sendo deferidos pela Justiça e prontamente cumpridos pelos policiais civis do município.

A residência da investigada era um dos alvos de monitoramento dos policiais e apontado como ponto de venda de entorpecentes. Durante as buscas no local, os policiais apreenderam diversas porções de drogas, especialmente crack, já preparadas para venda.

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Diante dos fatos, todo material ilícito foi apreendido e a suspeita conduzida à delegacia, onde foi autuado em flagrante por tráfico.

O delegado Mauro Apoitia ressaltou a importância da colaboração da população, por meio de denúncias anônimas, que auxiliam nas investigações e no enfraquecimento das organizações criminosas que atuam no tráfico.

“As investigações continuam para identificar outras bocas de fumo e atuação de outros traficantes, uma vez que a repressão ao tráfico é uma prioridade para garantir a segurança e a tranquilidade dos moradores de Confresa”, destacou.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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