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“Parlamento Jovem” inicia as eleições para a escolha de 24 deputados

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Com o encerramento das inscrições de estudantes da rede pública e privada de ensino em Cuiabá, Várzea Grande e Rondonópolis, o próximo passo do projeto “Parlamento Jovem” será a realização das eleições, que ocorrerão de 4 a 8 de dezembro. A votação popular será feita online, por meio do site da Assembleia Legislativa de Mato Grosso. Os candidatos eleitos assumirão a 9ª Legislatura e terão como padrinho o deputado estadual Thiago Silva (MDB), responsável pela indicação que permitiu a retomada do programa.

“É uma satisfação ser padrinho do Parlamento Jovem, que dará voz à nossa juventude e fortalecerá o exercício da cidadania. Eles estarão contribuindo diretamente com suas cidades e com o estado de Mato Grosso, entendendo a importância da política no dia a dia de qualquer cidadão e o papel dos deputados em representar a sociedade, buscando melhorias, qualidade de vida e dignidade para as pessoas”, destacou o parlamentar.

Na disputa, 75 candidatos concorrem a uma das 24 cadeiras da Casa de Leis e os mais votados serão os eleitos. A posse está prevista para o início de fevereiro de 2025 e com o mandato, os deputados jovens vão participar de palestras sobre o funcionamento do Legislativo, o papel dos deputados e as atribuições dos poderes do Estado. Além disso, vão fazer sessões ordinárias e especiais do Parlamento Jovem, acompanharão deputados em suas atividades parlamentares, desenvolverão ao menos um projeto de lei e realizarão visitas a órgãos públicos do estado de Mato Grosso e ao Congresso Nacional, em Brasília.

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Fonte: ALMT – MT

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Eliane Xunakalo reivindica ações concretas contra o feminicídio no Estado

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A deputada estadual em exercício, Eliane Xunakalo (PT), acompanhada por um grupo de mulheres, entregou oficialmente à Mesa Diretora da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), o relatório final da Câmara Setorial Temática sobre Feminicídio em Mato Grosso.

O documento, elaborado pelo grupo de trabalho liderado por Edna Sampaio, deputada em exercício na ocasião, identifica os gargalos na proteção da vida das mulheres e oferece, aos governos federal, estadual e municipais, um mapa de problemas e possíveis soluções institucionais para mudar a realidade imposta às mulheres. Mato Grosso tem liderado, proporcionalmente, o ranking nacional de feminicídios nos últimos anos.

“Espero que as recomendações apresentadas neste relatório sejam acolhidas pelos nobres deputados, porque os senhores também vieram de uma mulher. Têm filhas, sobrinhas e, com certeza, mães, tias e avós. Por isso, esperamos que nos ouçam, porque esta não é uma questão partidária, mas uma causa pela preservação da vida”, afirmou, acrescentando “também as mulheres indígenas, infelizmente, têm sofrido feminicídio e violências, que violam nosso corpo e nossa alma”, afirmou.

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Eliane Xunakalo afirmou que todos os dias há relatos, nos noticiários, de mulheres sendo mortas, estupradas e sofrendo violências. “Mas, infelizmente, não temos visto nenhum tipo de ação concreta. Precisamos de mais delegacias, que a Politec funcione onde é necessária, além, claro, de recursos, investimentos e políticas públicas, para fortalecer os aparelhos estatais de combate à violência”, defendeu.

Foto: MARCOS LOPES/ALMT

A deputada alertou para existência de onda de lista de mulheres estupráveis nas universidades. “Acredito que, para mitigar essa situação, é preciso uma educação, voltada para esse tema, nas escolas e nos lares. Além disso, o que acontece com as mulheres, com os indígenas e com os negros não deve ser tratado como mimimi. Estamos morrendo todos os dias e não vemos nenhuma ação efetiva para pôr fim a esta situação, que inclui, inclusive, lista de pessoas que podem ser molestadas, como fosse normal”, lamentou. “Por isso, precisamos tomar atitudes contra esta lista de mulheres estupráveis” concluiu a parlamentar.

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Fonte: ALMT – MT

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