VÁRZEA GRANDE

Prefeitura alinha ações com Conselho Municipal de Defesa das Pessoas com Deficiência

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Atual gestão quer implantar projetos que impactem de forma positiva na rotina das pessoas com deficiência. Demanda será mensurada pelo Município

A prefeitura de Várzea Grande realizou, nesta terça-feira (04), reunião de alinhamento com o Conselho Municipal de Defesa das Pessoas com Deficiência, para discutir a realização de um levantamento para aferir o número de pessoas com deficiência dentro do Município.

Conforme a assessora especial de Políticas Públicas de Inclusão, Priscila Lima e Silva, esse levantamento é fundamental para a implantação de políticas públicas efetivas. “Estamos com projetos importantes como a construção da Casa do Autista que não só atenderá os autistas, mas também todas as pessoas com deficiência. Apresentei esse projeto ao governo de Mato Grosso, porém, ele pediu a mensuração desses dados dentro do Município”, relata Priscila.

Lima também conta que a prefeita Flávia Moretti (PL) pretende criar a secretaria da Pessoa com Deficiência. “A prefeita já deixou bem claro que pretende criar uma secretaria para melhor atender todos, pois sabemos que isso fortaleceria muito essa luta. Além disso, teremos mais recursos humanos e financeiros para desenvolver várias políticas públicas aos várzea-grandeses”, declara.

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Na ocasião, também foi debatido o cumprimento das leis municipais. “Infelizmente, gestões anteriores ignoraram importantes legislações em vigor. Iremos fazer todo esse levantamento e colocá-las em prática”, disse Priscila.

O presidente do Conselho Municipal de Defesa das Pessoas com Deficiência, Diney Ribeiro Campos, agradeceu o encontro e disse que está esperançoso com a nova gestão por iniciar o ano abrindo diálogo e ouvindo as demandas. “Estamos há décadas na luta por melhorias na condição de vida das pessoas com deficiência. Já conversei e debati muito durante a campanha com a prefeita e o vice sobre esse tema. Junto com a assessoria da secretaria e com o conselho, vamos levar nossas demandas e tenho esperança que elas serão atendidas”, destaca Ribeiro.

Participaram também da reunião a coordenadora da pessoa com deficiência, Geovanna Amorim Chaves, a assistente social, Raquel Wandscheer, a secretária executiva do Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência, Fabiana Guedes, a assistente social e conselheira, Nita Prado e o conselheiro, Gabriel Henrique Gonçalves Aguiar.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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VÁRZEA GRANDE

Saúde municipal monitora caso e reforça medidas de combate e prevenção à meningite

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A Secretaria Municipal de Saúde de Várzea Grande informa que as equipes da Vigilância Epidemiológica estão tomando todas as medidas necessárias e orientativas em relação ao caso confirmado de meningite bacteriana em uma estudante e moradora da cidade. A menor, J. V. P. P. de 11 anos, é estudante da Escola Estadual ‘Governador José Garcia Neto’, localizada no Residencial Júlio Domingos de Campos, nas imediações da Rodovia Mário Andreazza. Apesar de morar e estudar na cidade, a família buscou atendimento em Cuiabá. O caso foi registrado como de Várzea Grande, mas está sendo acompanhado pela Saúde da capital.

Conforme informações repassadas pela Vigilância de Cuiabá, a menor recebeu atendimento no Hospital Materno-Infantil, mas está internada agora no Hospital Central, também na capital.

De medidas práticas já realizadas, a direção escolar já realizou a sanitização da unidade. Todos os alunos hoje (5) tiveram as aulas suspensas, mas serão retomadas amanhã (6).

A Vigilância Epidemiológica, em visita in loco à unidade escolar, orientou sobre as medidas a serem tomadas mediante casos suspeitos da meningite. A recomendação é para que as pessoas que tiveram contato direto – ou que tenham sintomas – com a estudante procurarem uma unidade de saúde no Município.

Em contato com a mãe da paciente, a Vigilância Epidemiológica de Várzea Grande conseguiu traçar um itinerário. A crianças esteve gripada recebeu atendimento em Várzea Grande, quando foram feitos consulta e exames de imagem, que nada constaram – pulmão limpo. Tratado os sintomas gripais, a família viajou para Rondonópolis. No dia 28 de abril, a criança apresentou dor de cabeça e febre alta, e buscou atendimento nas UPAs Ipase e Verdão, mas desistiu da consulta. No dia seguinte, no dia 29, a menor foi à aula, queixou de dor de cabeça novamente, a escola comunicou a família, que optou pelo atendimento no Centro Médico Infantil, em Cuiabá.

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Sobre a evolução do atual quadro da paciente, a Vigilância de Várzea Grande recebeu a informação de que houve melhora dos sintomas e que a menor e sua família aguardam resultados de novos exames.

O diagnóstico veio do Laboratório Central (Lacen) e foi comprovado que se trata de um caso de meningite por streptococcus pneumoniae, o primeiro do ano, em Várzea Grande.

VACINAÇÃO – A Secretaria Municipal de Saúde de Várzea Grande aproveita a oportunidade para reforçar a necessidade de imunização e da oferta de doses em todas as unidades de saúde que estão abastecidas. O Sistema Único de Saúde (SUS) oferta gratuitamente a vacina contra a meningite C, aplicada em bebês entre 3 e 5 meses de vida, e a vacina contra as meningites A, C, W, Y, aplicada como reforço preferencialmente aos 12 meses, podendo ser administrada até os 4 anos, 11 meses e 29 dias. A ACWY também pode ser aplicada como dose única ou complementar em adolescentes entre 11 e 14 anos.

Fatores extras, como pneumonia mal curada, má administração de antibióticos – criando resistência do organismo às bactérias – e agravamento da influenza, podem levar a casos de meningite bacteriana.

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O QUE FAZER? – Em casos de sintomas, o paciente sob suspeita deve adotar o uso de máscaras, assim como parentes próximos, e buscar imediatamente unidades de pronto atendimento, que em Várzea Grande são as UPAs do Cristo Rei e do Ipase e o Hospital e Pronto-Socorro Municipal e evitar aglomerações.

Nesses locais, a equipe médica vai avaliar o paciente, solicitar exames e tomar as condutas iniciais ao tratamento, monitoramento e acompanhar o caso. A meningite pode ser causada por diferentes agentes, como vírus, bactérias ou fungos. Por isso, nem todo caso de meningite é meningocócico e nem toda situação exige as mesmas medidas de controle.

A doença tem como principais sintomas: febre alta, dor de cabeça intensa, rigidez na nuca, vômitos, sonolência, confusão mental, convulsões, manchas vermelhas ou arroxeadas na pele ou piora rápida do estado geral. Em lactentes e crianças pequenas, também devem ser observados irritabilidade intensa, choro persistente, recusa alimentar, vômitos, sonolência ou letargia e abaulamento da fontanela [quando a moleira da cabeça do bebê fica estufada].

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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