Um homem com extensa ficha criminal pelos crimes de furto e tráfico de drogas foi preso pela Polícia Civil, na quinta-feira (6.2), no município de Porto Alegre do Norte.
O suspeito, de 39 anos, teve o mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça após investigação para apurar diversos crimes contra o patrimônio, ocorrido na cidade de Porto Alegre do Norte.
O investigado é apontado como autor de vários furtos qualificados. Um dos crimes ocorreu no dia 19 de janeiro deste ano, quando o criminoso e outro comparsa arrombaram a janela de uma residência e subtraíram produtos da casa.
Outro crime praticado pelo suspeito foi em uma lanchonete na madrugada do dia 22 de dezembro. Pelas imagens da câmera de segurança foi possível ver ele arrastando um balcão para ter acesso ao interior do estabelecimento.
Após cumprimento da ordem judicial de prisão preventiva, o preso foi encaminhado para audiência de custódia, ficando à disposição da Justiça.
Conforme o delegado de Porto Alegre do Norte, Victor Donizete de Oliveira Pereira, essa prisão foi fundamental para garantir a ordem pública e proteger a população.
“O suspeito foi interrogado e ¿assumiu os crimes. ¿As investigações continuam para apurar o envolvimento de outras pessoas nos crimes”, destacou o delegado.
A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) concluiu os levantamentos periciais e descartou a hipótese de incêndio criminoso no prédio da gerência de patrimônio e da Superintendência Operacional do Sistema Escolar da Prefeitura de Várzea Grande, ocorrido no dia 17/6.
Análises de vestígios coletados no local associada a evidências de registros de gravação de câmeras de segurança das redondezas e depoimento de testemunhas apontaram para causa acidental provocada por fenômeno termoelétrico na fiação localizada na parte superior da câmara fria de alimentos congelados pertencente ao anexo I da Secretaria Municipal de Educação de Várzea Grande, que seriam destinadas à alimentação dos alunos da rede municipal de educação. Os peritos realizaram vistoria externa e superior com a utilização de drones em todo o perímetro colapsado pelo incêndio.
No prédio, funcionava a parte logística da Secretaria onde eram armazenados de alimentos, materiais e equipamentos que seriam destinados às escolas do município.
Conforme o perito oficial criminal Augusto César de Figueiredo, os exames não permitiram identificar o que pode ter provocado o fenômeno termoelétrico, que segundo a literatura pericial pode estar relacionado à sobrecarga elétrica, curto-circuito, ou descarga elétrica contínua.
“Tudo iniciou-se com o fenômeno termoelétrico que ocorreu na parte superior da câmara fria de congelados, e se propagou para o prédio todo, para os dois sentidos do pavilhão. Na parte de trás da edificação, as chamas rapidamente tiveram contato com dois veículos, que estavam muito próximos a essa câmara, e que possuem uma carga térmica muito alta, causando facilmente a propagação para o fundo dessa estrutura metálica, e também por conta grande quantidade de material combustível que existia dentro prédio, o que ajudou a propagação e a grande monta dos danos e prejuízos causados pelo incêndio”, apontou o perito.
Mediante o término das análises no local do incêndio, o prédio foi liberado pela perícia para a Polícia Civil. O laudo pericial com o detalhamento das análises será concluído em até 30 dias.
No laudo, constará toda a descrição do local e dos vestígios coletados e analisados em laboratório, o relato de depoimentos de testemunhas, as imagens registradas pelo sistema de monitoramento de câmeras que ajudaram a delimitar a dinâmica do incêndio, que explica onde o fogo teve início e como ele se propagou, além dos danos que ocorreram em todos os ambientes.
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