Cerca de 7 mil pessoas devem participar da 9ª edição da Corrida do Batalhão de Operações Especiais (Bope), da Polícia Militar de Mato Grosso, neste final de semana. O número é recorde entre todas as edições realizadas e consolida a prova como um dos principais eventos no calendário esportivo mato-grossense.
Neste ano, as provas acontecem nos dias 22 e 23 fevereiro, nas categorias kids e adultos. As provas para crianças serão realizadas no sábado (22), dentro da sede do Bope; e as provas para adultos na manhã de domingo (23), com trajetos de cinco e dez quilômetros.
A primeira edição da Corrida do Bope ocorreu no ano de 2016 e reuniu pouco mais de mil competidores. Na última edição, realizada em 2024, mais de cinco mil atletas estiveram presentes.
O comandante do Bope, tenente-coronel Hugo Roberto Silva Reis, afirma que o crescimento da prova é importante para a valorização do esporte e destaca que, mais uma vez, o Batalhão prepara um grandioso evento para receber toda a família.
“Estamos muito felizes com esses números. Isso mostra o apoio e a aceitação da população com a nossa prova. Esse recorde de público é muito significativo e fortalece ainda mais a corrida como um importante evento esportivo. Estamos sempre empenhados para realizar um grande evento, voltado para toda a família, aproximando ainda mais a Polícia Militar e o Bope de toda a população”, ressalta o comandante.
Nesta edição, a organização da prova concederá para os vencedores, masculino e feminino, o prêmio de R$ 2 mil para a categoria de 10 quilômetros; e R$ 1,5 mil para a categoria de 5 quilômetros.
Entrega de kits
Os participantes ainda podem fazer a retirada dos kits de provas até sábado (22), no segundo piso do Shopping Pantanal, próximo a escada rolante que dá acesso à praça de alimentação.
Os horários das entregas são das 10h às 22h, até sexta-feira (21), e das 10h às 14h, apenas no sábado (22).
Para a retirada dos materiais, o participante deve estar com algum documento de identificação oficial com foto. O kit do atleta é composto pela camiseta da prova, chip de cronometragem e sacola personalizada.
O defeso da Piracema em Mato Grosso continuará no mesmo período dos últimos anos, entre os dias 1º de outubro de 2026 e 31 de janeiro de 2027, segundo decisão do Conselho Estadual de Pesca (Cepesca). A determinação ocorreu, nesta quinta-feira (23.4), durante a 2ª Reunião Ordinária do ano, transmitida ao vivo pelo canal do YouTube da Sema. A resolução será publicada no Diário Oficial nos próximos dias.
Nesse período, será permitida a pesca de subsistência desembarcada nos rios das bacias hidrográficas do Paraguai, Amazonas e Araguaia-Tocantins. A medida reforça que a pesca de subsistência é a praticada artesanalmente por ribeirinhos ou comunidades tradicionais e garante apenas a alimentação familiar, sem fins comerciais. As demais modalidades estarão proibidas.
O Cepesca decidiu manter o período baseado nos estudos de monitoramento reprodutivo dos peixes de interesse pesqueiro no Estado. Os dados técnicos foram apresentados pela pesquisadora da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e conselheira do Cepesca, Lucia Mateus.
Em sua apresentação, a pesquisadora mostrou dados que indicam que o pico reprodutivo ocorre entre outubro e janeiro. Nestes meses, a probabilidade de encontrar peixes em atividade reprodutiva chega a 80%. “A definição do período de proibição deve buscar o equilíbrio entre a máxima proteção dos estoques com o mínimo prejuízo aos usuários do recurso. Neste período, os rios ainda estão com volume relativamente baixo de água e os peixes estão reunidos em cardumes para a migração, fator que aumenta o adensamento dos peixes e a vulnerabilidade”, explicou Lúcia.
O Monitoramento da Reprodução de Peixes de Interesse Pesqueiro no Estado de Mato Grosso tem 10 anos de análise. Desde 2015, o Cepesca, em atendimento à Notificação Recomendatória do Ministério Público, iniciou estudos e compilou dados técnicos científicos já existentes sobre o período reprodutivo dos peixes de interesse comercial nos principais rios do estado. A análise permitiu integrar dados que incluem informações mensais sobre a reprodução de várias espécies desde 2004. Os resultados desta análise vêm sendo atualizados anualmente.
“Mato Grosso é o único Estado do país que reúne o seu Conselho de Pesca para definir o período de defeso, pois temos acesso a este trabalho que é feito pelas universidades. São informações completas, de muito tempo, com dedicação de muitos profissionais. Os dados mostram que mais de 80% do período reprodutivo acontecem nestes três meses, então é uma decisão bem técnica que o Conselho coloca aqui do que é melhor para a reprodução dos peixes”, destacou o secretário executivo da Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema) e presidente do Cepesca, Alex Marega.
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